[{"jcr:title":"Professor Ricardo Humberto Rocha estreia coluna na Veja Negócios"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Professor Ricardo Humberto Rocha estreia coluna na Veja Negócios","jcr:description":"Em seu artigo inaugural, o docente do Insper se inspira em uma frase de Clarice Lispector para analisar a importância do risco no mundo das finanças"},{"subtitle":"Em seu artigo inaugural, o docente do Insper se inspira em uma frase de Clarice Lispector para analisar a importância do risco no mundo das finanças","author":"Ernesto Yoshida","title":"Professor Ricardo Humberto Rocha estreia coluna na Veja Negócios","content":"Em seu artigo inaugural, o docente do Insper se inspira em uma frase de Clarice Lispector para analisar a importância do risco no mundo das finanças   O professor Ricardo Humberto Rocha, docente de Finanças no Insper, estreou uma coluna quinzenal na revista Veja Negócios , lançada recentemente pela Veja . Em seu [texto inaugural](https://veja.abril.com.br/coluna/o-seu-o-meu-o-nosso/a-salvacao-e-pelo-risco/) , publicado em 16 de maio sob o título “A salvação é pelo risco”, Rocha cita uma frase da escritora Clarice Lispector como mote para refletir sobre a importância do risco no contexto das finanças. Ele explora como a compreensão profunda das finanças, abrangendo desde o comportamento dos mercados de capitais até o orçamento doméstico, pode nos proporcionar uma visão crítica e positiva do mundo ao nosso redor. Rocha define finanças como um campo multifacetado que engloba Finanças de Mercado, Corporativas, Públicas, Comportamentais e Pessoais, todas com o objetivo de otimizar decisões de investimento, crédito e encontrar o equilíbrio entre desejos e necessidades. O professor do Insper recomenda a leitura do livro Finanças para uma Boa Sociedade , do economista americano Robert Shiller, para entender como as finanças, apesar de serem frequentemente criticadas por seu papel em crises econômicas e desigualdades, são ferramentas essenciais para alcançar uma sociedade melhor e mais justa. Shiller, laureado com o Prêmio Nobel de Economia em 2013, defende que as finanças, quando utilizadas de forma responsável, podem ser instrumentos poderosos para solucionar problemas sociais, promover inovação e aumentar a eficiência. A leitura dessa obra serve como um primeiro passo para perceber que orçamentos bem planejados podem otimizar decisões tanto no âmbito político quanto empresarial, contribuindo significativamente para o bem-estar social. A globalização financeira, especialmente após o Acordo de Bretton Woods (1994) e com o avanço da tecnologia da informação e da internet, intensificou a necessidade de um letramento financeiro adequado. Em seu artigo, Rocha analisa as diversas crises financeiras das últimas décadas e o impacto da crise da covid-19, ressaltando a importância de entender esses processos para que possamos tomar decisões informadas como consumidores e contribuintes. Ele menciona inovações como fintechs, sandbox regulatório, open finance e finanças verdes como ferramentas transformadoras do cotidiano das pessoas. Inspirado por Clarice Lispector, Rocha conclui que aceitar e compreender o risco nos mercados financeiros é crucial para melhor convivermos com ele, e promete explorar o perfil do investidor brasileiro em seu próximo artigo. Graduado em Administração de Empresa pela Fundação Armando Álvares Penteado (1986), Rocha fez o mestrado em Administração na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2001) e o doutorado em Administração na Faculdade de Economia Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (2007). Desde 1999, é professor no Insper, onde leciona a disciplina Mercados Financeiros 360, na graduação de Administração, Economia e Engenharias. Também ministra a disciplina Mercados Financeiros e de Capitais, nos cursos de pós-graduação. Com 10 livros publicados, Rocha é CFO certificado pelo IBEF (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e foi executivo de instituições financeiras por 17 anos. Hoje atua como consultor em diversas instituições, incluindo Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e bolsa B3. É consultor também da Planejar e conselheiro da Ancord (Associação Nacional das Corretoras de Valores)."}]