[{"jcr:title":"As jornadas inspiradoras de três alunos bolsistas de Engenharia"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"As jornadas inspiradoras de três alunos bolsistas de Engenharia","jcr:description":"As histórias de dedicação e superação dos estudantes Rodrigo de Lima Azeredo, Celina Vieira de Melo e Guilherme Rosada"},{"subtitle":"As histórias de dedicação e superação dos estudantes Rodrigo de Lima Azeredo, Celina Vieira de Melo e Guilherme Rosada","author":"Ernesto Yoshida","title":"As jornadas inspiradoras de três alunos bolsistas de Engenharia","content":"As histórias de dedicação e superação dos estudantes Rodrigo de Lima Azeredo, Celina Vieira de Melo e Guilherme Rosada   No Insper, histórias de transformação e sucesso acadêmico são exemplos inspiradores, especialmente entre os alunos bolsistas. Rodrigo de Lima Azeredo, Celina Vieira de Melo e Guilherme Rosada são casos notáveis de como a educação pode transformar vidas quando apoiada pelo [Programa de Bolsas](https://www.insper.edu.br/programadebolsas/) . Esses alunos demonstram que, com dedicação e suporte adequado, é possível alcançar seus objetivos. A seguir, conheça as trajetórias dos três alunos:   Rodrigo de Lima Azeredo, de 25 anos, vai iniciar o 8º semestre no curso de graduação em [Engenharia Mecatrônica](https://www.insper.edu.br/graduacao/engenharia/engenharia-mecatronica/) . Sua jornada de aprendizagem começou em Condeúba, uma pequena cidade na Bahia com menos de 8 mil habitantes. Em busca de melhores oportunidades, ele se mudou para Vitória da Conquista, onde conseguiu uma bolsa de estudos para o ensino médio. Ali, seu interesse por robótica e iniciação científica floresceu, levando-o a conhecer o Insper após a recomendação feita por um colega. Depois uma experiência frustrante em outra faculdade em São Paulo, onde cursava Engenharia de Produção com uma bolsa do ProUni, Rodrigo descobriu o Programa de Bolsas do Insper. “Assim que fiquei sabendo do Insper e do Programa de Bolsas, comecei a me dedicar para conseguir passar no vestibular”, relembra Rodrigo. Ele participou do processo seletivo duas vezes até ser aprovado e obter uma bolsa integral. Rodrigo destaca como o apoio financeiro e a infraestrutura do Insper têm sido cruciais para seu desenvolvimento. Ele relembra o período em que morou na Toca da Raposa, onde formou laços duradouros e recebeu apoio de colegas e professores para superar as dificuldades nas disciplinas mais desafiadoras. “Eu nunca fui o mais inteligente da sala de aula, mas sempre fui esforçado. E acho que o Insper potencializou muito isso em mim”, diz ele. A experiência no Insper não apenas o preparou academicamente, mas também o inspira a ajudar outros jovens de sua cidade natal a terem as mesmas oportunidades. “O Insper me fez querer ajudar o próximo. Quero me formar, me estruturar bem e retribuir tudo o que recebi até agora”, afirma. Quando se formar, Rodrigo deseja trabalhar com automação industrial, especialmente em empresas de automobilismo, onde robôs automatizam processos. “Todos aqueles robôs que pegam o carro de uma esteira e colocam em outra, fazendo toda a automatização do processo, me fascinam.”   Celina Vieira de Melo , de 24 anos, vai para o 9º semestre de [Engenharia Mecânica](https://www.insper.edu.br/graduacao/engenharia/engenharia-mecanica/) , também com uma bolsa integral. Sua trajetória educacional começou em Fortaleza, onde fez o ensino médio no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), após concluir o ensino fundamental numa escola do Sesc. “Escolhi o curso técnico de mecânica industrial no IFCE porque gostava muito de física na época”, conta Celina. Ela ganhou uma bolsa para um curso preparatório em Fortaleza após participar de uma Olimpíada de Física, o que ampliou suas oportunidades e a ajudou a se preparar melhor para os vestibulares. Celina conheceu o Insper por meio de sua irmã, Gisele, que também estuda no Insper, como bolsista do curso de Engenharia Mecatrônica. “Minha irmã me arrastou para o ‘Momento Insper’ em Fortaleza, e não tinha como não gostar”, relembra. Celina tentou o vestibular do Insper três vezes antes de conseguir a bolsa. O que mais a atraiu na escola foi a possibilidade de trabalhar com projetos práticos. “No quinto semestre, fizemos uma miniturbina eólica. Tivemos de projetá-la do zero, fazer todos os cálculos de dimensionamento e criar um protótipo funcional”, explica Celina. O programa de bolsa foi crucial para que ela e sua irmã pudessem estudar no Insper e viver em São Paulo. “Se eu não tivesse conseguido a bolsa, minha vida seria bem diferente”, afirma Celina. No Insper, ela já participou de diversos estágios no período de férias, explorando áreas como o mercado financeiro e a indústria. “Quero trabalhar no setor industrial, mas também considero outras áreas. A possibilidade de job rotation em um programa de trainee me interessa, para conhecer um pouco de cada área”, diz ela. Celina planeja fazer intercâmbio no próximo semestre e destaca a relação próxima com os professores do Insper como uma das características mais valiosas da instituição. “Criamos um vínculo muito forte com os professores, que estão sempre presentes para aconselhar e orientar nos projetos.”   Guilherme Rosada , de 28 anos, está prestes a iniciar o 10º semestre de [Engenharia de Computação](https://www.insper.edu.br/graduacao/engenharia/engenharia-de-computacao/) no Insper. Natural de Limeira, no interior de São Paulo, ele se preparou intensamente para entrar no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), estudando em Fortaleza e São José dos Campos. “Sempre quis fazer o melhor que podia, o melhor que havia disponível”, comenta Guilherme sobre seu interesse inicial pela engenharia aeronáutica. Durante sua preparação, ele descobriu o Insper por meio de amigos e ficou encantado com o foco no empreendedorismo da instituição. “Quando conversei com essa amiga, ela mostrou que o empreendedorismo está no DNA do Insper. Então, aliava engenharia com empreendedorismo e eu achei incrível”, relembra. Inicialmente inscrito para Engenharia Mecânica, ele acabou optando por Engenharia de Computação ao se apaixonar pela programação. “A primeira vez que criei um código foi no primeiro semestre e gostei bastante. Gosto muito de criar coisas”, diz Guilherme, ressaltando que a rapidez em obter resultados com a programação foi decisiva para se inclinar para a Engenharia de Computação. Durante sua trajetória no Insper, o aluno tem procurado aproveitar ao máximo as oportunidades que aparecem. “Logo no primeiro semestre, tivemos uma matéria de empreendedorismo chamada Natureza do Design. Foi muito empolgante”, relembra. Ele também participou ativamente da Liga de Empreendedores, onde recebeu mentorias valiosas e desenvolveu projetos inovadores. Obter uma bolsa integral foi essencial para Guilherme, pois sua família não tinha condições de arcar com os custos. “Meus pais estavam passando por dificuldades financeiras, então eu tinha zero chances de fazer faculdade se não fosse pelo Programa de Bolsas”, afirma, com gratidão. Agora, ele se prepara para um intercâmbio na Universidade do Porto, em Portugal — será sua primeira viagem ao exterior. “Sempre sonhei em fazer intercâmbio e ter uma experiência cultural e pesquisei todas as oportunidades de intercâmbio oferecidas pelo Insper. Quando vi as disciplinas que a Universidade do Porto oferecia, especialmente na área de engenharia de software, fiquei muito interessado”, conta. “Já gostava muito de arquitetura de software e de propor soluções tecnológicas para desafios de negócios. Então, tudo combinou: o desejo de fazer intercâmbio, a matéria específica de que gosto, e a oportunidade se encaixou perfeitamente.”"}]