[{"jcr:title":"Perspectivas para o Avanço da Infraestrutura Brasileira: Políticas Públicas e Regulação"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Perspectivas para o Avanço da Infraestrutura Brasileira: Políticas Públicas e Regulação","jcr:description":"Debates sobre relatório anual da Infra2038 e estudo produzido pelo Insper sobre regulação da infraestrutura de transporte e mobilidade no Brasil"},{"subtitle":"Debates sobre relatório anual da Infra2038 e estudo produzido pelo Insper sobre regulação da infraestrutura de transporte e mobilidade no Brasil","author":"Elaine","title":"Perspectivas para o Avanço da Infraestrutura Brasileira: Políticas Públicas e Regulação","content":"Debates tiveram como base os estudos desenvolvidos pelo Infra2038 , em seu relatório anual, e pelo Insper , que detalhou as percepções sobre a regulação da infraestrutura de transporte e mobilidade no Brasil. No dia 27 de novembro, promovemos o evento Perspectivas para o Avanço da Infraestrutura Brasileira: Políticas Públicas e Regulação com o objetivo de discutir as principais proposições de políticas públicas para ajudar a transformar a realidade brasileira, abordando aspectos regulatórios, financiamento de projetos de infraestrutura e oportunidades de investimento. “Propomos, hoje, uma discussão qualificada, com base em evidências, sobre um dos temas mais importantes da agenda positiva brasileira, com expectativa de transformação no futuro próximo e com impacto potencial muito grande”, disse Paulo Furquim, Professor Senior Fellow e coordenador do Centro de Regulação e Democracia do Insper. Carlos Nunes, coordenador geral do Infra 2038, apresentou as características do movimento, surgido no encontro anual de líderes da Fundação Lemann de 2017. “Nossa visão é colocar o Brasil, até 2038, entre os 20 primeiros países no pilar de infraestrutura do ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial. Estamos na 78ª posição e ainda temos um longo caminho pela frente.” Relatório Infra 19 – Acompanhamento da Infraestrutura Brasileira O [Relatório Infra 19 – Acompanhamento da Infraestrutura Brasileira](https://159146a3-f37e-4128-a17e-52af8299c800.filesusr.com/ugd/63fe2f_ee9db30e3c1145439ca8c804434176c6.pdf) foi apresentado por Frederico Turolla, membro do Infra 2038 e responsável técnico pelo relatório. Dividida em três partes, a publicação analisa a situação atual, mostrando como está o Brasil no ranking do Fórum Econômico Mundial, mapeia o cenário setor a setor e mede estoques de infraestrutura necessária para nosso país chegar entre os 20 primeiros do ranking. “Investimentos adicionais na ordem dos 3 trilhões de reais nos próximos 19 anos, além do que já seria realizado em um cenário tradicional, embasados tanto em avanços setoriais quanto em políticas transversais, fariam o estoque de infraestrutura brasileiro ir dos atuais 36% do PIB para 51,9% em 2038. Esse salto espetacular permitiria, ao Brasil, constar entre as 20 primeiras nações do mundo no pilar de infraestrutura do ranking global de competitividade em 2038”, concluiu Frederico. Percepções sobre a Regulação da Infraestrutura de Transporte e Mobilidade no Brasil Patrícia Valente, Pesquisadora do Centro de Regulação e Democracia do Insper, apresentou o estudo [Percepções sobre a Regulação da Infraestrutura de Transporte e Mobilidade no Brasil. ](/content/dam/insper-portal/legacy-media/2019/12/INSPER_Paper_PercepçoesRegulacaoInfraTransportes_vdiscussão.pdf) Produzido pelo Insper no âmbito do Centro de Regulação e Democracia em parceria com o Jota, o estudo propôs captar as percepções dos atores do ambiente regulatório sobre o tema. A pesquisa foi realizada entre setembro e novembro de 2018 por meio de entrevistas e questionários com 36 representantes dos setores de aeroportos, rodovias e metrô, nos eixos de mercado, estado e órgãos de controle. Entre as revelações do estudo, estão divergências de percepções dos players sobre a qualidade da área técnica; usuários e interesses identificados como principais fundamentos das decisões regulatórias e desconfiança mútua entre os atores; e a ida ao Judiciário com o propósito de deslocar a discussão regulatória para outro fórum. “As propostas sugeridas em nosso estudo para essas constatações são o fortalecimento das áreas técnicas por meio da implementação de ferramentas regulatórias como AIR e investimento em capacitação; envolvimento dos órgãos de controle no processo de sabatina dos dirigentes das agências e dos usuários nos principais temas setoriais; e o incentivo do uso de mecanismos alternativos de solução de conflitos e o estímulo da redução da judicialização dentre as agências”, ressaltou Patrícia. Debates O evento também promoveu dois debates para analisar os resultados dos estudos. O primeiro, com foco em Políticas Públicas, foi mediado por Roberto Caetano, Editor da Revista Exame, e reuniu Diogo Mac Cord, Secretário de desenvolvimento da infraestrutura no Ministério da Economia; Armando Castellar, Coordenador de Economia aplicada do Instituto Brasileiro de Economia; Thadeu Abicalil, Profissional Sênior no New Development Bank; e Frederico Turolla. O segundo debate aprofundou questões sobre Regulação e Modelagem. Com mediação de Dimmi Amora, Editor-chefe da Agência Infra, os diálogos contaram com a participação de Alessandro Horta, Sócio Fundador da Vinci Partners; Helcio Tokeshi, Diretor da IG4 Capital; Ana Beatriz Monteiro, Especialista líder em transporte da Inter-American Development Bank; e Karla Bertocco, ex-Diretora do Banco Nacional de Desenvolvimento. [ Acompanhe o evento na íntegra ](https://livestream.com/insper/infraestruturabrasileira)"}]