[{"jcr:title":"Imprensa | Número de inadimplentes sobe, mas volume de dívidas cai"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Imprensa | Número de inadimplentes sobe, mas volume de dívidas cai"},{"author":"Insper","title":"Imprensa | Número de inadimplentes sobe, mas volume de dívidas cai","content":"Fonte: [Jovem Pam Online](http://jovempan.uol.com.br/programas/jornal-jovem-pan/numero-de-inadimplentes-sobe-mas-volume-de-dividas-cai.html) – 11/4/2018 Número de inadimplentes subiu pelo sexto mês consecutivo, em março, mas o volume de dívidas teve queda, de acordo com o SPC Brasil. O levantamento indica que a quantidade de negativados no primeiro trimestre do ano ficou em 62 milhões de pessoas. As famílias ainda enfrentam dificuldades em razão do desemprego e da diminuição da renda. A economista chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, explica que o volume de dividas pode diminuir, mesmo com a inadimplência em alta “Parece um contrassenso a gente ter mais pessoas devendo e menos dívidas em atraso, mas o que acontece é que cada devedor em geral tem mais de uma dívida em atraso, sendo negativado por mais de uma empresa. Quando a gente vê o número de dívidas caindo, isso mostra que os devedores que já estão na base começam a limpar o seu balanço”, disse. “Esse início de melhora (na economia) faz com que o consumidor comece a pagar as dívidas uma por uma”. A economista Marcela Kawauti, do SPC Brasil, acredita que as dívidas devem continuar caindo, consequência das quedas da inflação e dos juros. O indicador mostra ainda que os principais inadimplentes estão na faixa etária entre 30 e 39 anos. O Sudeste concentra maior número de negativados, mas o Norte tem mais inadimplentes proporcionalmente à população. O professor de finanças do Insper, Eric Barreto, ressalta que só a retomada da economia vai ajudar a reduzir o calote. Barreto lembra que os bancos concedem menos crédito nos períodos em que a inadimplência está em alta. Mais da metade das dívidas em atraso é com bancos, comércio e contas de telefone, TV a cabo, internet, água e luz."}]