[{"jcr:title":"Aluna do Insper explora a computação quântica no programa de verão da Universidade de Illinois","cq:tags_0":"area-de-conhecimento:tecnologia","cq:tags_1":"area-de-conhecimento:ciência-da-computação","cq:tags_2":"tipos-de-conteudo:acontece-no-insper/internacional","cq:tags_3":"tipos-de-conteudo:acontece-no-insper/parcerias","cq:tags_4":"programas:graduacao","cq:tags_5":"tipos-de-conteudo:pesquisa-na-graduação"},{"richText":"O estudo de algoritmos quânticos reforçou a curiosidade de Carolina Amorim pelo mundo da tecnologia e sua convicção na escolha do curso de Ciência da Computação","authorDate":"13/10/2026 09h55","author":"Leandro Steiw","madeBy":"Por","tag":"area-de-conhecimento:ciência-da-computação","title":"Aluna do Insper explora a computação quântica no programa de verão da Universidade de Illinois","variant":"imagecolor"},{"jcr:title":"transparente - turquesa - vermelho"},{"themeName":"transparente - turquesa - vermelho"},{"containerType":"containerTwo"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"text":"Os primeiros dois anos no Insper reservaram algumas boas surpresas para a aluna Carolina Oliveira Amorim, que mora em São Paulo desde que iniciou o curso de  [Ciência da Computação](https://www.insper.edu.br/pt/cursos/graduacao/ciencia-da-computacao) , em 2025. Natural de Salvador, na Bahia, ela voltou recentemente do programa de verão em pesquisa da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, nos Estados Unidos. Para a temporada de julho e agosto de 2026, o Insper selecionou 10 estudantes dos cursos de graduação em Ciência da Computação e  [Engenharia de Computação](https://www.insper.edu.br/pt/cursos/graduacao/engenharia/engenharia-de-computacao) . Carolina estudou algoritmos quânticos de fatoração com o professor [Fernando Granha Jeronimo](https://siebelschool.illinois.edu/about/people/faculty/granha) , da Escola de Computação e Ciência de Dados Siebel. Durante o programa, manteve contato com docentes e alunos de doutorado e mestrado. “A experiência foi muito gratificante e enriquecedora para a minha formação pessoal e profissional”, diz ela. “Foi legal ter acesso à pesquisa em computação quântica e a toda a infraestrutura de laboratórios da faculdade em Illinois. Conheci pessoas e projetos muito importantes na área, como a professora Nancy Amato, diretora da Siebel.” Em Illinois, essa primeira experiência com pesquisa científica abriu novos horizontes para Carolina, principalmente no estudo da computação quântica – tema de uma disciplina eletiva oferecida aos alunos de Ciência da Computação e Engenharia de Computação do Insper. “A computação quântica é um tema relativamente novo, principalmente no Brasil, então eu não tinha tanto no meu radar quanto agora”, afirma a estudante. “Além disso, o próprio ambiente da pesquisa acadêmica é muito inspirador e abriu os meus olhos para outras atividades que estão acontecendo na computação, como os trabalhos em inteligência artificial.” Ao mesmo tempo em que começa a considerar uma pós-graduação e um intercâmbio após a graduação, Carolina acredita que o programa de verão reforçou sua confiança nas escolhas que já havia feito. A principal é a opção pelo curso de Ciência da Computação e pelo Insper, que lhe proporcionou oportunidades de interagir com profissionais renomados e explorar diferentes temas em pouco menos de dois anos. Soma-se a isso o estímulo extra que os dias em Illinois deram à sua curiosidade pelo mundo da tecnologia. Os 10 estudantes do Insper que participaram do programa de verão em 2026 tinham rotinas variadas, mas encontraram tempo para explorar o campus e a região nos fins de semana. Em uma das pausas para turismo, todos se reuniram em Chicago, a cidade mais populosa de Illinois. “O grupo sentiu bastante a diferença no estilo de vida, porque Urbana-Champaign é um local muito seguro, onde a gente ia andando para tudo”, recorda Carolina. “O clima de verão estava uma delícia também, então a gente podia passear, fazer esportes, sair para correr e ir para a academia, cuja infraestrutura incluía até uma piscina.” Em São Paulo, Carolina está acostumada a praticar corrida e fazer musculação, e conseguiu manter essa rotina durante a temporada nos Estados Unidos. Ela conta: “A gente combinava de ir todos juntos para aquela academia gigantesca, de quatro andares. E a corrida também ficava muito fácil, porque é um ambiente arborizado e calmo, com ruas que facilitavam a prática de ciclismo, por exemplo. Tinha até uma colega nossa que era jogadora de tênis e combinava com alguns professores da faculdade de treinar nas quadras do campus”. O período coincidiu ainda com as festividades do Quatro de Julho, feriado que celebra a independência dos Estados Unidos. “Fomos ver os fogos, fazer um churrasco e observar os diversos costumes locais”, diz Carolina. Entre as atividades de pesquisa e lazer, ela também aproveitou para conhecer os prédios, laboratórios e bibliotecas que encontrou pelo caminho. “Acho que a gente conseguiu explorar muito bem a cidade e a infraestrutura da faculdade”, afirma ela.  "}]