[{"jcr:title":"Aluna da primeira turma de Mecatrônica, Bruna Di Bisceglie se encontrou na consultoria","cq:tags_0":"area-de-conhecimento:engenharia","cq:tags_1":"area-de-conhecimento:tecnologia","cq:tags_2":"tipos-de-conteudo:acontece-no-insper/alumni"},{"richText":"“O Insper foi decisivo para eu me destacar como uma profissional diferenciada no mercado”, diz ela, que há cinco anos vive e trabalha na Holanda","authorDate":"08/07/2025 14h53","author":"Tiago Cordeiro","madeBy":"Por","tag":"area-de-conhecimento:engenharia","title":"Aluna da primeira turma de Mecatrônica, Bruna Di Bisceglie se encontrou na consultoria","variant":"imagecolor"},{"jcr:title":"transparente - turquesa - vermelho"},{"themeName":"transparente - turquesa - vermelho"},{"containerType":"containerTwo"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"text":"Em janeiro de 2020, a paulistana  [Bruna Di Bisceglie](https://www.linkedin.com/in/bruna-di-bisceglie-964840137/)  se instalou em Amsterdã, na Holanda. Iniciava no cargo de consultora e analista de negócios da empresa de consultoria Deloitte. Um mês depois, o país começava a sofrer as consequências da pandemia da covid-19 e instaurava as medidas de cuidado sanitário. A adaptação ficou mais difícil, mas foi possível.    “Sempre quis morar fora do Brasil, e a Europa era mais atrativa. Estava na Holanda, liguei para a recrutadora da Deloitte, para me apresentar. Enviei meu currículo e o time entendeu que eu tinha o perfil de que eles precisavam.” Desde então, ela segue morando no país e está bem adaptada às diferenças culturais. “No convívio diário, a proximidade pessoal é menor, é importante entender essa diferença. Por outro lado, é um país que tende a aceitar bem os imigrantes, e o fato de a maior parte das pessoas falar inglês ajuda bastante”, diz.   Atualmente, Bruna é engagement manager na Rewire, uma companhia de consultoria de estratégia e implementação de dados e inteligência artificial (IA) em empresas. “A consultoria foi uma ótima entrada para o mercado de trabalho, foi com ela que consegui aplicar meu conhecimento e ganhar visão de mundo, das empresas e de negócios. É a atividade que me dá uma base para o dia em que eu abrir meu próprio negócio”, diz ela, que foi aluna da primeira turma de  [Engenharia Mecatrônica](https://www.insper.edu.br/pt/cursos/graduacao/engenharia/engenharia-mecatronica)  do Insper — as Engenharias do Insper  [completam dez anos](https://www.insper.edu.br/pt/conteudos/engenharia/entre-robos-e-algoritmos-a-revolucao-silenciosa-da-engenharia-mecatronica)  de existência em 2025. “O Insper foi decisivo para eu me destacar como uma profissional diferenciada no mercado”, relata ela, que hoje tem 28 anos.     Visita ao zoológico   Bruna conheceu o Insper no final do Ensino Médio, durante uma apresentação realizada na escola em que ela estudava, a Móbile, conhecida por incentivar nos alunos a autonomia, a independência, a flexibilidade e a capacidade de trabalhar em grupo.    “Eu não sabia com o que queria trabalhar. Pensava em cursar Engenharia, mas não estava segura de que iria me conectar com as abordagens mais tradicionais da graduação nessa área nas escolas mais renomadas do Brasil. Quando conheci o Insper, fiquei apaixonada. Era exatamente o que eu queria: aprender por experiência, uma prática que enraíza muito mais os conteúdos e enriquece os alunos, como pessoas e como profissionais”, diz.   Ainda assim, ela sabia que o curso estava apenas começando a ser estruturado, o que gerou certa insegurança. “Quem eliminou qualquer dúvida que eu poderia ter foi minha mãe”, relata. “Ela tinha cursado uma pós-graduação no Insper e me disse: ‘Pode confiar, porque eles jamais fariam qualquer coisa que não fosse para fazer bem-feito’.”   A jornada de formação a deixou surpresa. “Enquanto os alunos das faculdades tradicionais passam o primeiro ano virando noites para aprender matemática avançada, o Insper instigava a experiência e o entendimento de como iríamos aplicar o que estávamos aprendendo, a ponto de irmos ao zoológico para depois desenvolver projetos que simulavam os movimentos dos animais. Rapidamente percebi que estava sendo formada para expandir minha visão de mundo, com foco em ações práticas e resolver problemas reais. Foi a abordagem que mais me impactou, e que eu levo até hoje na minha vida profissional.”     Tecnologia aplicada   Ao longo da formação, a então estudante passou um mês na IÉSEG School of Management, na França, em 2017. Entre fevereiro e julho de 2018, realizou um intercâmbio, com foco em temas relacionados a cursos de MBA, na Universidade de Tel Aviv, em Israel. Também fez estágio de verão na empresa de seguros MetLife e fez estágio na empresa de energia Raizen. As experiências se somaram na mesma direção: usar dados e automatização para resolver grandes problemas empresariais. E hoje a IA é o maior meio de alcançar esses objetivos.   “Trabalhei com robótica na faculdade. Minha formação em Mecatrônica me permite conversar com as áreas de tecnologia, mas o Insper me conduziu para controlar o impulso de focar apenas nas ferramentas, sem agregar valor aos negócios. Percebi que um perfil como esse é muito procurado no mercado, inclusive aqui na Holanda”, relata.    Bruna credita esse desempenho ao perfil da escola. “Graças ao incentivo do Insper e ao modelo de formação que a escola oferece, encontrei um espaço profissionalmente e tive uma experiência acadêmica das mais satisfatórias”, diz.    “Por atuar no começo do curso, nós éramos incentivados a dialogar com os professores, oferecer feedbacks, ajudar nas atividades das turmas que vieram depois, buscar empresas para firmar parcerias e desenvolver projetos — meu trabalho de conclusão, por exemplo, foi realizado para a Embraer. O Insper foi fundamental na minha trajetória.”  "}]