[{"jcr:title":"Insper celebra 10 anos de Engenharia","cq:tags_0":"area-de-conhecimento:ciência-da-computação","cq:tags_1":"area-de-conhecimento:tecnologia","cq:tags_2":"programas:graduacao"},{"richText":"Mais de 500 profissionais formados, reconhecimento internacional e uma metodologia que revolucionou o ensino da área no país","authorDate":"03/09/2025 11h17","madeBy":"Por","tag":"programas:graduacao","title":"Engenharias do Insper celebram uma década de inovação e impacto","variant":"imagecolor"},{"jcr:title":"amarelo / preto / vermelho"},{"themeName":"amarelo / preto / vermelho"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"text":"Em 2025, as [Engenharias do Insper](https://www.insper.edu.br/pt/cursos/graduacao/engenharia) celebram uma década marcada por inovação pedagógica, excelência acadêmica e impacto na formação de engenheiros no Brasil. O que começou como um sonho audacioso em 2012 se consolidou como referência nacional e internacional, formando mais de 500 profissionais que hoje lideram transformações em empresas e desenvolvem novos negócios em diversos setores da economia. A ideia surgiu a partir da observação de modelos educacionais inovadores. Claudio Haddad, fundador do Insper, lembra: “Um dos membros do nosso conselho, Howard Stevenson, chamou nossa atenção para o Olin College of Engineering, que havia iniciado em Boston um curso com um método inteiramente diferente. Nosso curso de Engenharia se baseou muito no modelo de Olin, adaptado às características brasileiras. Foi um curso inteiramente inovador para o nosso país.” Vicente Falconi, um dos doadores do Insper, recorda-se da visita que fez à Olin na época. “Gostei muito da escola, achei que ela representava uma proposta realmente revolucionária”, relata. Ao ver a grade curricular que estava sendo desenhada para o novo curso do Insper, sua reação foi imediata: “Ah, me deu vontade de começar de novo. Para mim, é disparado o melhor curso de Engenharia do Brasil”. Desde o início, o objetivo era claro: ir além dos modelos tradicionais. “Nós sempre pensamos que poderíamos adicionar os nossos [cursos de Administração](https://www.insper.edu.br/pt/cursos/graduacao/administracao) e [Economia](https://www.insper.edu.br/pt/cursos/graduacao/economia) para gerar mais valor”, explica Haddad. O projeto visava desenvolver profissionais com competências como liderança, trabalho em equipe e espírito empreendedor. Construindo as bases (2013-2015) A concretização do projeto exigiu investimentos significativos. Em 2013, o Insper captou R$ 84,5 milhões por meio de doações de empresários e empresas como BTG Pactual, Camargo Corrêa, Fundação Bradesco, Fundação Lemann, Gerdau, Grupo Ultra, Itaú-Unibanco e Votorantim, superando a meta inicial de R$ 80 milhões. “Contamos com uma generosidade imensa dos nossos doadores, pessoas que acreditaram no projeto desde o início”, recorda-se Carolina da Costa, ex-vice-presidente da Graduação do Insper. “Na hora de fazer as coisas acontecerem, todo mundo vestiu a camisa e deu o seu melhor para que aquilo realmente virasse realidade.” Em 2014, os cursos de [ Engenharia Mecânica](https://www.insper.edu.br/pt/cursos/graduacao/engenharia/engenharia-mecanica) , [Mecatrônica](https://www.insper.edu.br/pt/cursos/graduacao/engenharia/engenharia-mecatronica) e [de Computação](https://www.insper.edu.br/pt/cursos/graduacao/engenharia/engenharia-de-computacao) receberam aprovação do MEC, pavimentando o caminho para o início das atividades no ano seguinte. O processo seletivo de 2015 já refletia a filosofia inovadora da escola, dividindo-se em duas fases: provas tradicionais e dinâmicas baseadas no modelo do Olin College, um ensino centrado em projetos interdisciplinares e resolução de problemas reais, integrando teoria, prática e colaboração desde o primeiro semestre. Marcos Lisboa, presidente do Insper à época da implantação do curso, lembra o impacto dessa iniciativa pioneira: “Foi um esforço coletivo. Acho que todos nós nos surpreendemos muito com o resultado. Nós sonhávamos grande? Pois é. O resultado foi maior do que imaginávamos”. Primeiros passos e reconhecimento (2016-2019) Os primeiros anos foram marcados por conquistas importantes. Em 2016, surgiram as primeiras organizações estudantis das Engenharias: Fox Baja, Smash e Desafio de Design, demonstrando o protagonismo dos alunos desde o início. O MIT Teaching Lab, lançado no mesmo ano, estabeleceu uma parceria com o Massachusetts Institute of Technology para projetos complexos orientados por estudantes do Insper e do MIT. Em 2017, foram inaugurados [novos laboratórios especializados](https://www.insper.edu.br/pt/campus/laboratorios) — Automação e Controle, Pneumática e Hidráulica e Oficina Baja. Naquele ano, três alunos — Felipe Buniac, Matheus Dias Marotzke e Luca R. Noto — venceram a L’Oréal Brandstorm, competição global que reuniu mais de 8 mil equipes. O ano de 2018 foi especialmente significativo, com o Insper sendo reconhecido pelo MIT como uma das instituições que inovam na educação em engenharia. Foi também quando teve início o Projeto Final de Engenharia (PFE), que propõe o desenvolvimento de soluções para empresas parceiras. Em 2019, os cursos de Engenharia Mecânica e de Computação receberam nota máxima na avaliação do MEC, consolidando o reconhecimento da qualidade do ensino. O mesmo ano marcou a inauguração do novo prédio com oito laboratórios modernos, a formatura das três primeiras turmas e a criação do [Hub de Inovação e Empreendedorismo Paulo Cunha](https://www.insper.edu.br/pt/hub) . Transformação e adaptação (2020-2024) O ano de 2020 representou um grande desafio com o início da pandemia, mas também foi um momento de reafirmação do espírito inovador da instituição. O [Fab Lab](https://www.insper.edu.br/pt/campus/laboratorios/fab-lab) produziu protetores faciais ( face shields ) para profissionais da saúde, e os cursos se adaptaram rapidamente ao ensino remoto, mantendo a qualidade das experiências educacionais. Nos anos seguintes, o Insper fortaleceu sua atuação internacional com parcerias estratégicas, como o acordo de cooperação científica e tecnológica com o A.C. Camargo Cancer Center em 2021 e com a [Universidade de Illinois em Urbana-Champaign (UIUC)](https://www.insper.edu.br/pt/quem-somos/internacional/parceria-com-a-universidade-de-illinois) em 2022. Em 2023, a [acreditação da ABET](https://www.insper.edu.br/pt/conteudos/tecnologia/cursos-de-engenharia-do-insper-recebem-acreditacao-internacional-da-abet) representou um marco histórico. A organização, que acredita mais de 4.500 programas em 895 faculdades e universidades em 40 países, atesta cursos que atendem aos padrões para formar profissionais preparados para áreas técnicas inovadoras. “Essa conquista representa mais um reforço de como os cursos de Engenharia do Insper estão alinhados com as práticas mais modernas de educação e com as últimas tendências de mercado”, afirma Guilherme Martins, presidente do Insper. Em 2024, o Projeto Final de Engenharia evoluiu para o [modelo Capstone](https://www.insper.edu.br/pt/hub/capstone) , agora integrando alunos de [Ciência da Computação](https://www.insper.edu.br/pt/cursos/graduacao/ciencia-da-computacao) e ampliando o escopo dos projetos. O professor Luciano Soares, coordenador acadêmico da atividade, ressalta: “É um projeto que exige muito. Muitas vezes, nem os próprios orientadores sabem ao certo onde ele vai dar, porque são projetos de fronteira”. Até o primeiro semestre de 2025, foram recebidas 475 propostas de projetos, das quais 197 foram executadas. “Recebemos muito mais propostas do que conseguimos assumir. Isso mostra o quanto as empresas valorizam o que estamos construindo aqui”, diz Soares. O diferencial pedagógico O que torna as Engenharias do Insper únicas é sua abordagem pedagógica inovadora. Como explica Priscila Claro, diretora de Graduação: “Queríamos ir além dos modelos tradicionais, nos quais se aprende mais sobre teoria do que prática. Com o currículo desenhado por professores altamente qualificados, inspirados pelas melhores práticas globais, nossos cursos são baseados em dilemas reais e estruturados em projetos desde primeiro dia de aula”. Vinicius Licks, coordenador do curso de Engenharia Mecatrônica, destaca: “Nosso diferencial é a abordagem prática. Desde o início, os alunos aprendem por meio de projetos e desafios reais. Conceitos teóricos, como controle, são imediatamente aplicados em situações concretas, como controlar um motor ou um robô — o que torna o aprendizado mais relevante e motivador”. Carlos Valente, coordenador de Engenharia Mecânica, complementa: “O engenheiro formado pelo Insper tem boa formação teórica e consegue aplicá-la em problemas práticos, porque foi extensivamente treinado a integrar essas duas frentes ao longo de todo o curso. Incorpora ferramentas computacionais avançadas, mas as concilia com competências humanas”. Graziela Tonin, coordenadora de Engenharia de Computação, reforça os diferenciais da proposta: “O Insper oferece uma proposta pedagógica alinhada às melhores práticas internacionais, fazendo parcerias com instituições que figuram entre as melhores do mundo. O resultado são profissionais completos, capazes não só de se destacar no mercado, mas também de liderar transformações positivas, contribuindo efetivamente para o desenvolvimento do Brasil e impactando positivamente o mundo”. João Fernando Gomes de Oliveira, membro do [Conselho Deliberativo](https://www.insper.edu.br/pt/quem-somos/governanca/conselho-deliberativo) , sintetiza o espírito que norteia as Engenharias do Insper até hoje: “O mundo tecnológico muda tão rápido que não adianta você ter conhecimento acumulado. O que adianta mesmo é ter capacidade, vontade e disposição de aprender a aprender”. Impacto dos formados Os engenheiros formados pelo Insper demonstram na prática o sucesso da metodologia. Daniela Bento, aluna da primeira turma de [Engenharia Mecatrônica](https://www.insper.edu.br/pt/cursos/graduacao/engenharia/engenharia-mecatronica) , ressalta o diferencial prático. “Desde o início da graduação, o curso de Engenharia do Insper me desafiou com projetos inovadores que não se vê em faculdades tradicionais. Isso me deu uma base sólida para o mercado de trabalho e a confiança de que consigo enfrentar qualquer desafio”, diz. Por sua vez, Matheus Marotzke, da primeira turma de Engenharia de Computação, relata: “Converti em negócio todos os projetos que construí no Insper e que me deram alguma liberdade de escolha do escopo. Se era um sistema de software, transformava esse sistema num aplicativo que tinha demanda, usuário, uma dor. Como estudante, treinei as ferramentas de empreendedorismo até chegar perto de estar pronto para empreender”. Marotzke é hoje sócio da Boldr, uma empresa de sistemas de gestão energética residencial com sede na Inglaterra. Rachel Rehlinger, aluna da primeira turma de Mecânica e que hoje lidera uma equipe de pesquisa em uma startup de biotecnologia em Boston, afirma: “Desde o primeiro semestre, nós colocávamos a mão na massa. Fizemos chopeira, coração artificial, pulmão artificial. Foi divertido e, ao mesmo tempo, desafiador”. Mesmo fora do Brasil, ela mantém uma conexão afetiva com o Insper, acompanhando as notícias e, quando no Brasil, visitando o campus. “É uma relação que marcou minha vida. O Insper me deu base, confiança e um senso de propósito que levo comigo até hoje.” O futuro continua Em 2025, além de celebrar uma década de realizações, o Insper expande sua oferta com o lançamento do [curso de Engenharia de Produção](https://www.insper.edu.br/pt/cursos/graduacao/engenharia/engenharia-de-producao) , aprovado pelo MEC e com primeira turma prevista para 2026. O currículo do novo curso tem foco em projetos aplicados a serviços, alinhado à transformação da economia brasileira, que tem exigido novas competências diante do crescimento do setor de serviços. A ideia é preparar profissionais para desenhar produtos, serviços e processos, além de apoiar decisões operacionais e logísticas com base em modelos analíticos e ferramentas de simulação, sempre considerando os impactos ambientais, sociais e econômicos. “Com a formação que vamos oferecer, o engenheiro de produção será um empreendedor”, diz Guilherme Martins. “Formaremos um profissional que inova e provoca as estruturas organizacionais.” Com mais de 500 profissionais formados — sendo 117 bolsistas —, reconhecimento internacional, parcerias com instituições de ponta e uma proposta pedagógica centrada em desafios reais, as Engenharias do Insper se consolidam como referência em inovação e excelência no ensino. Priscila Claro conclui: “Em 10 anos, nossas Engenharias não apenas ganharam o reconhecimento nacional, como também as acreditações internacionais. E o reconhecimento não para por aí. Nossos alunos e alunas têm liderado áreas em empresas e desenvolvido novos negócios, gerando inovações em diversos setores da economia. Muita história, muitas conquistas e muita felicidade. E esse é apenas o começo.”"},{"title":"Graduação Insper","buttonText":"+ engenharias"},{"linkIcon":"icon-insper-return-arrow","linkText":"Engenharia de Computação"},{"linkIcon":"icon-insper-return-arrow","linkText":"Engenharia de Produção"},{"linkIcon":"icon-insper-return-arrow","linkText":"Engenharia Mecânica"},{"linkIcon":"icon-insper-return-arrow","linkText":"Engenharia Mecatrônica"},{"jcr:title":"transparente / botao vermelho / tag amarelo"},{"buttonBackgroundColor":"rgb(229,5,5)","themeName":"transparente / botao vermelho / tag amarelo"}]