[{"jcr:title":"Os desafios do Laboratório Arq.Futuro como novo centro de conhecimento do Insper","cq:tags_0":"area-de-conhecimento:políticas-públicas/urbanismo","cq:tags_1":"centro-de-conhecimento:laborat-rio-arq--futuro-de-cidades"},{"richText":" A mudança vai contribuir para a consolidação dos princípios de múlti e interdisciplinaridade, atuação a partir de dados e evidências e diálogo com pessoas de diferentes territórios","authorDate":"10/09/2024 13h37","author":"Leandro Steiw","madeBy":"Por","tag":"centro-de-conhecimento:laborat-rio-arq--futuro-de-cidades","title":"Os desafios do Laboratório Arq.Futuro como novo centro de conhecimento do Insper","variant":"image"},{"containerType":"containerTwo"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"targetId":"compartilhar1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Debate promovido pelo Centro de Estudos das Cidades no Insper","fileName":"Debate_Arq.Futuro (53826498641_6feed4516e_o.jpg).jpg","alt":"Debate promovido pelo Centro de Estudos das Cidades no Insper"},{"text":"  Como parte da reorganização dos centros e núcleos do Insper, o Laboratório Arq.Futuro de Cidades teve mudanças estruturais e de governança. O agora denominado Centro de Estudos das Cidades – Laboratório Arq.Futuro do Insper tornou-se um dos quatro centros que abrigam todos os núcleos de pesquisa da escola, juntamente com o Centro de Gestão e Políticas Públicas (CGPP), o Centro de Regulação e Democracia (CRD) e o Centro de Estudos em Negócios. Tomas Alvim responde pela coordenação-geral, Adriano Borges Costa, pela coordenação acadêmica, e Paulina Achurra, pela coordenação institucional.   As atividades dos até então 10 núcleos do Laboratório estão concentradas em cinco núcleos: Arquitetura e Cidades; Economia Urbana, Cidades Inteligentes e Big Data; Habitação, Real Estate e Regulação; Mobilidade Urbana; e Urbanismo Social e Segurança Pública. Iniciativas em saúde urbana e em mulheres e territórios, questões que anteriormente eram tratadas em núcleos do Laboratório, a partir da reestruturação ficaram vinculadas ao CGPP, com a participação de pesquisadores do Arq.Futuro.   De acordo com Alvim, o movimento amplia a ideia de múlti e interdisciplinaridade do Laboratório, à medida que esses princípios se consolidam e o tema da cidade incorpora-se a outras áreas de conhecimento do Insper. “É muito positivo que essa experiência urbana passe a estar integrada e a dialogar com outros centros que tratam de temas da cidade, de certa forma, mais deslocados do território ou menos aprofundados nas questões territoriais”, diz Alvim. “A intenção é que esse diálogo ganhe mais consistência e recorrência com esses pesquisadores atuando em dois ou mais núcleos ou em dois centros ao mesmo tempo.”   A transformação de um laboratório em centro de pesquisa em apenas cinco anos de existência é uma grande conquista, avalia Alvim. Ele lembra que o Laboratório Arq.Futuro nasceu como projeto experimental para testar, dentro da academia, formas de atuação e promoção da ideia de cidade. Por isso, após a reestruturação, o Centro de Estudos da Cidade – Laboratório Arq.Futuro do Insper manteve a denominação original no nome. “Queremos atuar com a dinâmica de laboratório, mantendo a forma de funcionamento e de endereçamento dos desafios urbanos, porque entendemos que essa é uma das vantagens do Centro de Estudos das Cidades", explica Alvim.   Costa também ressalta o percurso do Arq.Futuro desde 2019. “O grande desafio era trazer as cidades para o debate dentro do Insper e incentivar a escola a se posicionar como um ator relevante em relação ao debate sobre cidades e como controlamos as melhores políticas urbanas”, afirma ele. “E, nessa trajetória, o Laboratório se consolidou como um grupo de pessoas e atividades e projetos importantes dentro do Insper. O estabelecimento do Laboratório como centro de conhecimento é um reconhecimento da nossa efetividade em fazer a cidade se refletir dentro do Insper.”   Para Paulina Achurra, também, a reorganização do Laboratório como um dos quatro centros confirma a importância que o tema da cidade deve ter na agenda e no processo educacional dos alunos do Insper, independentemente da área, e dos esforços que temos que fazer como sociedade para resolver os inúmeros desafios urbanos. “Já reconhecemos as desigualdades no retrato das várias cidades dentro de uma mesma cidade, onde o verde não está distribuído homogeneamente e a saúde não é da mesma qualidade, entre outros problemas”, diz Paulina. “Mas também sabemos dos desafios que virão daqui para frente, com aceleração das mudanças climáticas, que vai afetar a todos que vivem nas cidades. Isso mostra que a escola entende e está muito sintonizada com a realidade atual.”   Um detalhe marcante na consolidação do Laboratório, observa Adriano Borges Costa, é que o Insper não é uma escola de arquitetura e urbanismo — logo, aprofundar internamente a discussão sobre as cidades significa dialogar com os setores nas quais o Insper já faz pesquisa e atua em conhecimento e extensão. “Significa considerar as cidades a partir do olhar da gestão, das políticas públicas, da economia urbana, do direito urbanístico e de soluções que as engenharias podem trazer para os desafios das nossas cidades”, pontua Costa. “Encontrar rebatimento entre as áreas de conhecimento da escola e suas implicações para a cidade foi um desafio que o Laboratório se colocou desde sempre e que foi muito efetivo ao conseguir trazer pessoas e o debate para dentro do Insper.”   A cidade é um campo multidisciplinar que exige uma variedade de visões, soluções e disciplinas para enfrentar os desafios contemporâneos. Precisamente por não ser uma escola de urbanismo, o Insper pôde contribuir para o debate a partir da sua perspectiva transversal e multidisciplinar. Paulina explica que a coordenação institucional pretende tornar essa iniciativa cada vez mais transversal. “A cidade é um tema que todas as áreas do conhecimento deveriam conhecer, e isso deve se refletir na experiência dos alunos dos diferentes cursos de graduação em sua passagem pelo Insper. A matéria já é oferecida em disciplinas eletivas, mas a meta é torná-la mais abrangente e transversal na graduação. E, ao mesmo tempo, temos pesquisadores de primeira linha no Insper; logo, queremos motivá-los a aplicar seu conhecimento também nas nossas cidades.”"},{"subtitle":"A interdisciplinaridade está na base desta plataforma para o ensino e a pesquisa sobre o meio urbano","themes_0":"centro-de-conhecimento:","title":"Centro de Estudos das Cidades - Laboratório Arq.Futuro","variant":"image","buttonText":"Confira","buttonLinkUrl":"https://www.insper.edu.br/pt/pesquisa/centro-de-estudos-das-cidades"},{"text":"Costa lembra que, se o Laboratório conseguiu se posicionar como ator relevante em cinco anos de existência, muito se deve aos cursos de educação executiva de curta duração, como também à Pós-graduação em Urbanismo Social — Gestão Urbana, Políticas Públicas e Sociedade, lançada em 2021 em parceria com o Itaú Cultural. Em suas quatro edições, o programa de pós-graduação lato sensu não só qualificou pessoas em temas de gestão urbana, políticas públicas e sociedade, como também aproximou gestores públicos, líderes de movimentos sociais, empresários, profissionais da iniciativa privada e uma diversidade de atores de diferentes territórios nas cidades. O Laboratório Arq.Futuro prepara-se para aumentar a sua representatividade na produção de conhecimento aplicado, produção acadêmica stricto sensu e estudos técnicos, que darão maior robustez para as suas atividades de pesquisa. “O desafio que me foi proposto como coordenador acadêmico é criar maiores capacidades dentro do laboratório de fazer pesquisa de forma geral”, afirma Costa. “Isso abrange duas frentes de pesquisa. Uma mais acadêmica — com o objetivo de contribuir para algum campo de conhecimento, publicando artigos científicos, dialogando com o campo acadêmico mais amplo e que, de alguma forma, contribui para o conhecimento sobre cidades — e outra que produza conhecimento em estudos técnicos, engajado para incidir em políticas públicas. As duas frentes são sinérgicas e devem caminhar juntas.” Costa complementa: “O nosso objetivo principal é que atores que atuam para a transformação das cidades e atores de diversas realidades sociais, em diversos territórios das cidades, adotem políticas mais inovadoras e efetivas para construir cidades mais justas e sustentáveis. Para atingir esse objetivo, entendemos que o nosso eixo de produção de conhecimento deve se voltar para uma pesquisa robusta e sólida academicamente, mas, ao mesmo tempo, uma pesquisa engajada com os problemas reais das cidades e com as políticas públicas”. Três componentes que organizam a estratégia como centro de conhecimento do Insper estão presentes na teoria da mudança do Laboratório, explica Costa: produção a partir de dados e evidências, atuação transversal e multidisciplinar e construção a partir do diálogo com pessoas de diferentes grupos sociais e diferentes territórios da cidade. “Tudo isso já estava presente no nosso dia a dia, porém essa reformulação veio no momento de consolidarmos algumas estratégias de atuação, e essas três frentes são importantes tanto nos nossos campos de ensino e pesquisa como no engajamento com a sociedade”, conclui Costa.  "},{"linkIcon1":"icon-insper-fi-rs-document","linkIcon2":"icon-insper-fi-rs-document","linkText1":"As cidades como motor de oportunidades ou armadilha da pobreza","linkText2":"Estudo sobre saúde na capital paulista marca início da parceria do Insper com a Umane","madeBy":"Por","title":"Leia também","variant":"nobackground","buttonText":"+ conteúdos","linkUrl1":"https://www.insper.edu.br/pt/conteudos/politicas-publicas/as-cidades-como-motor-de-oportunidades-ou-armadilha-da-pobreza","linkUrl2":"https://www.insper.edu.br/pt/conteudos/politicas-publicas/estudo-sobre-saude-na-capital-paulista-marca-inicio-da-parceria-do-insper-com-a-umane"},{"jcr:title":"transparente / botao vermelho / tag amarelo"},{"buttonBackgroundColor":"rgb(229,5,5)","themeName":"transparente / botao vermelho / tag amarelo"}]