[{"jcr:title":"Livro sobre Economia Azul, baseado em curso de formação executiva do Insper, será lançado em seminário no Rio de Janeiro","cq:tags_0":"area-de-conhecimento:economia","cq:tags_1":"area-de-conhecimento:políticas-públicas/sustentabilidade","cq:tags_2":"centro-de-conhecimento:laborat-rio-arq--futuro-de-cidades"},{"richText":"O evento, no dia 3 de setembro, contará com especialistas nacionais e internacionais, incluindo alguns dos autores da obra, como Tomas Alvim, Antonio Pinaud e Renato Regazzi","authorDate":"28/08/2025 09h48","author":"Bruno Toranzo","madeBy":"Por","tag":"centro-de-conhecimento:laborat-rio-arq--futuro-de-cidades","title":"Livro sobre Economia Azul, baseado em curso de formação executiva do Insper, será lançado em seminário no Rio de Janeiro","variant":"imagecolor"},{"jcr:title":"transparente - turquesa - vermelho"},{"themeName":"transparente - turquesa - vermelho"},{"containerType":"containerTwo"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"text":"O livro  Economia Azul e Cidades: uma introdução , produzido pelo Centro de Estudos das Cidades – Laboratório Arq.Futuro do Insper a partir do [curso de educação executiva ](https://ee.insper.edu.br/cursos/cidades/economia-azul-e-cidades/) que oferece na escola, será lançado no dia 3 de setembro durante o “Seminário Internacional da Economia do Mar Cidades Costeiras”, que acontecerá na cidade de Maricá, no Rio de Janeiro, com a presença de diversos especialistas nacionais e internacionais. A obra reúne reflexões sobre a chamada “Economia Azul”, o conjunto de atividades produtivas exercidas em regiões que têm mares, rios, lagunas, lagoas, lagos e águas subterrâneas como recurso ou meio, caracterizadas pela preocupação com a sustentabilidade. Anualmente, em todo o mundo, a Economia Azul movimenta algo em torno de US$ 1,5 trilhão em áreas como aquicultura, transporte, energia offshore, biotecnologia e turismo. Há enorme potencial a ser explorado no Brasil, considerando que 17 dos 26 estados são litorâneos e que a imensa maioria da população reside em cidades. Os seguintes autores participaram da obra: Tomas Alvim, Marisa Moreira Salles, Renato Regazzi, Antonio Pinaud, Élcio Batista, Mauricio Bouskela, Sérgio Avelleda, Hannah Arcuschin Machado, Paulo Saldiva, Kátia Mello, Ricardo Balestreri, Robson Carneiro, Mathias Mangels e Rinaldo Gama. “Destaco o pioneirismo desta obra, que trata dos impactos da nova economia nas cidades e em seu entorno, explorando os caminhos da sustentabilidade, da inovação e do desenvolvimento urbano. Recebemos, inclusive, o convite para o lançamento internacional do livro em Barcelona, como parte da programação do Tomorrow.Blue Economy World Congress em novembro”, diz Pinaud. Segundo o especialista, a obra tem como mérito demonstrar a relevância de promover a convergência de políticas sociais, urbanas e ambientais para aproveitar todo o potencial da Economia Azul. “Para garantir essa convergência, existe a certificação Selo Azul – Cidades Costeiras, da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Rio de Janeiro (Facerj), cujos requisitos são detalhados no livro. Seu objetivo é reconhecer e certificar prefeituras que desenvolvem políticas públicas voltadas para a Economia Azul”, explica. Por meio dessa certificação, os municípios podem acompanhar seus programas e avaliar os seus resultados por meio dos indicadores do Índice da Economia Azul e Cidades, que abrange os 443 municípios costeiros do Brasil. Entre os 20 requisitos indispensáveis para obter essa certificação estão o fomento à Economia Azul, com incentivo a áreas como pesca, aquicultura, turismo, esportes, gastronomia, comércio, lazer, transporte marítimo sustentável, energia, portos e defesa; e a preservação dos ecossistemas costeiros, com atenção aos mangues, à vegetação nativa, aos recifes de corais e às áreas de estuário, fundamentais para a conservação da biodiversidade e a mitigação das mudanças climáticas. Além disso, a certificação exige a adoção de práticas de turismo responsável; o estímulo à economia da praia, desenvolvendo atividades com quiosqueiros, catadores e empreendedores dos esportes e nos ramos da gastronomia, do comércio e de eventos vinculados às praias; a utilização de práticas de construção sustentável; e a formação de executivos para atuar na Economia Azul. “Há, ainda, outros requisitos igualmente importantes, como o amparo à literacia oceânica, com as prefeituras providenciando para isso programas de educação, cultura e conscientização marítima e ambiental junto à população local e aos turistas”, afirma Pinaud. Para ele, as cidades precisam não apenas proteger seus recursos naturais, mas também criar oportunidades de trabalho para suas respectivas populações, com os benefícios que isso acarreta. “A preservação depende da geração de riqueza para a população local no contexto da Economia Azul, que possibilita a exploração sustentável de diversas atividades produtivas.” Para Tomas Alvim, coordenador-geral do Centro de Estudos das Cidades – Laboratório Arq. Futuro do Insper, a obra que será lançada, da qual é um dos organizadores, tem grande relevância porque propõe uma abordagem que integra a Economia Azul ao planejamento urbano. “Isso quer dizer que a Economia Azul incorpora sua visão de convergência das políticas sociais e ambientais à escala da cidade para corrigir as assimetrias ou desigualdades urbanas do espaço terrestre. O desafio, portanto, é aproveitar a Economia Azul para reduzir essas assimetrias que ainda permanecem nas nossas cidades”, conclui."},{"fileName":"Capa livro_Economia Azul.jpeg"},{"text":"ECONOMIA AZUL E CIDADES: UMA INTRODUÇÃO Organizado por Tomas Alvim e Rinaldo Gama BEĨ Editora 152 páginas"}]