[{"jcr:title":"Insper Cidades promove Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo em parceria com lideranças e instituições nacionais","cq:tags_0":"area-de-conhecimento:políticas-públicas/cop30"},{"richText":"Lançado nas vésperas da COP30 em Belém, evento se insere como gesto político e simbólico de reconhecimento do protagonismo indígena nas discussões sobre clima, território e sustentabilidade","authorDate":"30/10/2025 09h32","madeBy":"Por","tag":"area-de-conhecimento:políticas-públicas/cop30","title":"Insper Cidades promove Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo em parceria com lideranças e instituições nacionais","variant":"nobackground"},{"jcr:title":"verde - vermelho - laranja"},{"themeName":"verde - vermelho - laranja"},{"containerType":"containerTwo"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"text":"De 3 a 10 de novembro, Belém do Pará será palco da conceituação e lançamento da Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo , uma iniciativa construída em diálogo direto com os povos indígenas e que busca reposicionar os saberes ancestrais como fonte de inovação diante dos desafios do século 21. O evento é idealizado pela Escola da Cidade e pelo Instituto A Gente Transforma, com realização do [Centro de Estudos das Cidades – Laboratório Arq.Futuro do Insper (Insper Cidades)](https://www.insper.edu.br/pt/pesquisa/centro-de-estudos-das-cidades) , da Unesp Proec – Casa da Floresta Unesp Peabiru, da Associação Casa Floresta e do Coletivo Mídia Indígena, além do apoio institucional do Ministério dos Povos Indígenas (MPI).  A Bienal se consolida como um espaço de construção coletiva e cocriação entre comunidades indígenas, universidades, pesquisadores e instituições culturais. Mais que uma mostra expositiva, a Bienal propõe um processo de escuta e troca, em que a arquitetura é compreendida como expressão do território — uma síntese entre conhecimento técnico, tradição e espiritualidade. O lançamento oficial ocorrerá às vésperas da COP30, também em Belém, como parte das atividades preparatórias da conferência climática da ONU que o Brasil sediará em 2025. A Bienal se apresenta, assim, como gesto político e simbólico de reconhecimento do protagonismo indígena nas discussões sobre clima, território e sustentabilidade. Ao longo de oito dias, a programação se espalhará por diferentes espaços da cidade — entre eles a Casa Maraká, a Casa da Floresta e a Aldeia COP. Estão previstos encontros, oficinas, mostras audiovisuais e rodas de conversa com lideranças indígenas, pesquisadores, estudantes e coletivos culturais. O objetivo é consolidar a Bienal como uma plataforma internacional que conecta arte, arquitetura e meio ambiente, revelando como os saberes indígenas oferecem caminhos concretos para habitar a Terra em harmonia. Com a Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo, o Insper Cidades e seus parceiros reafirmam o compromisso com uma visão de futuro que une conhecimento, diversidade e responsabilidade ambiental — reconhecendo que o caminho para um planeta sustentável passa, necessariamente, pelo protagonismo dos povos que há milênios habitam e preservam as florestas do Brasil.  “Neste lançamento da Bienal, queremos mostrar que as práticas de urbanismo indígena não são apenas um resgate cultural, mas uma resposta contemporânea e necessária para vivermos em equilíbrio com o planeta”, diz Beatriz Vanzolini , coordenadora de ensino do Centro de Estudos das Cidades – Laboratório Arq.Futuro do Insper.    Reconhecimento e reparação O manifesto da Bienal destaca que, historicamente, os saberes e práticas construtivas dos povos indígenas foram silenciados ou desvalorizados pela academia e pela arquitetura ocidental. Ao se erguer como espaço de reconhecimento e reparação, a Bienal reivindica que essas práticas sejam compreendidas como expressões de inteligência ecológica e design regenerativo ancestral. “Os povos originários da Amazônia viveram milênios desenvolvendo formas de ocupação que cuidam da floresta ao redor. Trazer essa visão para o presente é fundamental para repensarmos o urbanismo contemporâneo em tempos de crise climática”, diz Beatriz. "O conhecimento indígena nos ensina a coexistir não apenas com as florestas, mas com todos os seres vivos, reencontrando formas de habitar a Terra baseadas no respeito e no equilíbrio.” Programação A programação oficial da Bienal começa no dia 3 de novembro, com a abertura na Casa Maraká. Entre os dias 4 e 6, o espaço recebe oficinas colaborativas e uma mostra de curtas organizada pelo Coletivo Mídia Indígena. De 7 a 9, a Casa da Floresta Unesp Peabiru sedia painéis e rodas de conversa pela manhã e oficinas à tarde. O encerramento, em 10 de novembro, acontece na Aldeia COP, com o lançamento político e simbólico da Bienal, que será apresentada ao público internacional durante a COP30. O evento é presencial, gratuito e aberto ao público. Não é necessária inscrição prévia e não haverá transmissão online. Mais informações e atualizações estão disponíveis no perfil oficial do evento, @bienalindigenacop30 , e pelo e-mail bienalindigenaarq@gmail.com ."},{"alt":"Bienal Indígena ocorrerá de 3 a 10 de novembro em Belém"},{"title":"leia também"},{"linkIcon":"icon-insper-return-arrow","linkText":"Mulheres apontam caminhos para a adaptação climática rumo à Conferência das Nações Unidas"},{"linkIcon":"icon-insper-return-arrow","linkText":"Insper e Ministério dos Povos Indígenas firmam parceria para formação de lideranças indígenas"},{"jcr:title":"transparente / vermelho / turquesa"},{"buttonBackgroundColor":"rgb(229,5,5)","themeName":"transparente / botao vermelho / tag amarelo"}]