Núcleo de Macroeconomia

Centro de Finanças e Macroeconomia

Núcleo de Private Equity e Ilíquidos

O núcleo de Private Equity e ilíquidos tem como objetivo do núcleo disseminar conhecimento sobre essa classe de ativos, assim como mostrar histórico de desempenho dos fundos e dos investimentos em empresas feitos no Brasil.   Fundos de private equity, venture capital e outros ilíquidos tem atraído cada vez mais a atenção de investidores – ao final de 2021 havia mais de US$ 3,4 trilhões disponíveis para investimentos em ativos ilíquidos por gestores de fundos ao redor do mundo.  (Bain& Co., 2022.  Global Private Equity Report). Permitem ganhos superiores a comparativos negociados em bolsa de valores e mercados de balcão, porém correm mais riscos, pois tem liquidez bem menor e maior opacidade.

Esse modelo é importante para o desenvolvimento econômico de países, pois traz inovação, eficiência, governança e profissionalização para suas empresas, e é utilizado por outros investimentos ilíquidos, como infraestrutura, imobiliário, florestas, dívidas privadas de longo prazo.

1. Private Equity e Venture Capital

Nessa seção estudamos investidores que adquirem participação acionária em empresas  geralmente fechadas.  São gestores ativos, que participam ativamente do conselho das empresas investidas, podendo impor uma nova gestão ou auxiliar a gestão corrente na implementação de uma tese de criação de valor, que é idealizada antes do investimento.   Os gestores de fundo são especializados em diferentes estágios do ciclo de vida de empresa, desde startup até empresas maduras ou em declínio, que precisam de reestruturação.   

Private Equity - Parcerias

Spectra

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Parceria coordenada pela professora Andrea Minardi com a gestora de fundos Spectra (muitas delas feitas com a Associação Brasileira de Venture Capital (ABVCAP) ou outro parceiro) para extrair o máximo de conhecimento de dados privados sobre a indústria de private equity. A parceria deu origem à série de estudos Análises Insper-Spectra.

Acesse nossas análises.

Na mídia:

Currency Impact on Brazilian Private Equity and Venture Capital Deal Performance (Global Private Capital Association)

Ártica

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Parceria coordenada pela professora Andrea Minardi com a Ártica Investimentos, que faz assessoria financeira de M&A e captação de recursos, dando origem a whitepapers feitos a partir de surveys, com o intuito de compartilhar experiências e melhores práticas com empresas que desejem ter fundos de private equity como investidores, ou passar por um processo de IPO.

Empresas investidas por fundos de Private Equity no Brasil – parceria Insper, Ártica e Endeavor – Acesse

Atraindo Investimentos de Private Equity:  O que é mais valorizado pelas gestoras. White Paper e Webinar

IPO – em elaboração – em parceria com a B3

2. Search Funds

Essa prática, que surgiu em Stanford e Harvard tem se desenvolvido no Brasil.  É uma variação do modelo de Private Equity.  Um ou dois searchers (na maior parte das vezes alunos recém formados de MBAs ) captam dinheiro com investidores para buscar uma empresa pequena ou média para investir.  Essa empresa é um tamanho geralmente ignorado por fundos de Private Equity.  Se os searchers encontrarem uma empresa que seja aprovada pelos investidores, após a aquisição assumem a posição de CEO.  Têm o objetivo de torná-la mais eficiente, aproveitar oportunidades de crescimento e criação de valor, e vendê-la com um ganho alto.  Repositório de webinars, gravações de seminários e artigos sobre essa modalidade de investimento.

Reestruturando pequenas e médias empresas através de Search Funds – Webinar 2020

O Futuro dos Search Funds no Brasil – Seminário 2019

Fundo de investimentos atrai jovens que querem crescer rápido na carreira – Folha de S. Paulo -24/04/2017 – Notícia

Jovens deixam o Google para empreender com o dinheiro dos outros – Notícia Estadão PME – 26/07/2017 – Notícia

Search Funds:  um novo modelo no mercado brasileiro de Private Equity – Seminário 2016