Indicadores e Publicações

Centro de Estudos em Negócios

Projetos, relatórios de pesquisa acadêmica, working papers e white papers, entre outros derivados de trabalhos desenvolvidos pelos pesquisadores. Conheça aqui alguns destes trabalhos.

Estudo realizado pelo CENeg em parceria com a Brightline. 
A literatura de negócios é vasta de materiais sobre conceitos de estratégia e técnicas para sua formulação. Entretanto, muito menos é visto sobre como traduzir a estratégia para resultados alcançáveis. Ainda assim, foi observado o surgimento do cargo de CSO (Chief Strategy Officer), em um processo de formalização da responsabilidade pela execução da estratégia em grandes organizações. Para essa pesquisa, foram entrevistados executivos responsáveis pela estratégia de 80 empresas com fins lucrativos com receitas acima de R$ 1 bilhão operando no Brasil. Os resultados para essa amostra discorrem sobre o perfil das empresas e do profissional, sua trajetória profissional, qualidades mais relevantes, funções e perfil da área, ferramentas mais utilizadas e a visão desses profissionais em relação ao futuro.


 

Estudo CENeg para o Ministério do Desenvolvimento Social. Criação de um manual que compõe indicadores selecionados para a gestão do Programa PCF e boas práticas de gestão de indicadores. O Projeto decorreu do programa de capacitação para gestores que atuam com a primeira infância, em Parceria com a Bernard Van Leer.

 


O IC-PMN mede a confiança do empresário de pequenos e médios negócios (com faturamento até R$ 80 milhões) na economia brasileira. Reflete as perspectivas deste grupo com relação ao futuro da economia, do seu setor e do seu próprio negócio. Os empresários das cinco regiões do país e de três ramos de atividade (comércio, serviços e indústria) respondem questões obedecendo a uma escala de 0 a 100 pontos, onde 100 representa o nível máximo de confiança. Trimestral e único no país, o indicador foi lançado em novembro de 2008 e é organizado com o apoio do Santander.

 


Este estudo tem o objetivo de mapear o funcionamento da Saúde Suplementar e identificar as principais falhas de mercado do sistema, bem como propor políticas para mitigar tais problemas.

 


O estudo analisa o impacto potencial da proposta contida no Edital 63/2018 para os emissores de moeda eletrônica e para as inovações no mercado de meios de pagamento, e, consequentemente, para a concorrência e o bem-estar do consumidor.

 


A indústria brasileira de meios de pagamento nos últimos 10 anos tem sido objeto de uma série de intervenções dos legisladores, Banco Central e sistema de defesa da concorrência brasileiro. O objetivo primordial tem sido aumentar a concorrência numa indústria que, apesar de exibir taxas de crescimento elevados, é concentrada e tem relações verticais intrincadas. A sequência de intervenções do Estado, que vão desde o fim da exclusividade entre adquirentes e bandeiras, a garantia de interoperabilidade inter e intra arranjos nos meios de pagamento até a padronização da agenda de recebíveis, ilustra a dificuldade da empreitada e a necessidade de especialização dos órgãos de Estado envolvidos. Este estudo analisa as novas relações contratuais surgidas deste cenário mutante e a evolução da taxa de intercâmbio no Brasil a partir da perspectiva de um mercado de dois lados, em que os cartões intermediam compradores e vendedores. Como medida de controle ex-post das condutas dos participantes deste mercado, identifica-se que deve ser considerada per se ilegal cobrança de taxas de desconto em bandeiras preferenciais mais elevadas quando o lojista usa serviços de outro adquirente para transacionar com cartão. Como medida estruturante, a partir da análise da literatura, torna-se desejável a adoção de medidas que facilitem a entrada de novos emissores de cartões no mercado. Mais concorrência na emissão abriria espaço para a redução do poder de barganha dos grandes emissores em relação às bandeiras, contribuindo para a redução da taxa de intercâmbio.

 


Núcleo de Empreendedorismo, Design e Estratégia

Estabelece discussões sobre a forma como o engajamento entre empresa e empreendedor (E³) ocorre no Brasil e explora o que seria possível melhorar nessa relação. A EY-Parthenon, a Endeavor e a Cátedra Insper- Endeavor pesquisaram empresas, aceleradoras, investidores e empreendedores para traçar um retrato do engajamento entre empresas e empreendedores.

 


Diante da relevância das Empresas de Alto Crescimento Persistentes (EACs), foram levantadas questões como: Quem são e quais os padrões de crescimento das EACs persistentes no Brasil?

 

 


Núcleo de Estudos em Meio Ambiente e Centros Urbanos

Estudo aprofunda o diagnóstico das invasões em duas áreas de conservação, categorizadas como Áreas de Preservação Ambiental (APAs) no Município de São Paulo e dados confirmam hipótese de aumento do número dessas invasões. São avaliadas dados de renda, acesso a serviços básicos nessas regiões, perfil de morbidades, dentre outros dados. Intuito é contribuir no diagnóstico dos impactos socioambientais, contribuindo no planejamento de políticas públicas sustentáveis e na proposição de soluções em moradia e em preservação ambiental em centros urbanos.

 


O estudo Integração dos ODS na Estratégia Empresarial – Uma contribuição da Rede Brasil do Pacto Global para a Agenda 2030 é mais um esforço no sentido de traduzir os temas da sustentabilidade para a linguagem corporativa, permitindo que o setor privado compreenda e assuma o seu papel de liderança neste contexto. Nesta edição, com uma amostra de 142 empresas da Rede, são investigadas com profundidade a presença da sustentabilidade na gestão dos negócios, possibilitando um entendimento mais claro das fortalezas e das vulnerabilidades dessas organizações e contribuindo para o direcionamento estratégico.

 

 


Núcleo de Estudos de Gênero e Diversidade

Guia de perguntas e resposta com questões relacionadas a licença maternidade. Tema que, segundo testemunhos, faz com que as mulheres sejam muitas vezes preteridas ou sujeita a perguntas abusivas nas entrevistas. Implica, ainda hoje, em indicadores mais elevados da saída das mulheres, voluntárias e involuntárias, após o nascimento dos filhos. Para trazer dados, informações e mais luz a essa questão elevando o nível do debate preparamos esse documento. A grande pergunta a ser respondida foi: mulheres realmente se afastam mais do que os homens por licença remunerada? Mas outras questões também foram abordadas como: qual o real custo para a empresa da licença maternidade? É justo comparar a saída por licença maternidade ou paternidade com saídas por doenças e acidentes de trabalho?