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Insper Instituto de Ensino e Pesquisa

Pioneiros da Graduação em Engenharia preparam-se para o mercado de trabalho

Alunos participarão de Feira de Recrutamento e do Projeto Final de Engenharia (PFE): iniciativa que traz experiência profissional com empresas parceiras como IBM, Embraer e Motorola

A primeira turma de Engenharia, também conhecida como pioneira, inicia neste semestre a reta final da graduação e prepara-se para o primeiro contato com o mercado de trabalho. Para aproximá-los das empresas nos próximos semestres, iniciaremos as atividades com o Projeto Final de Engenharia (PFE),  em que os alunos terão a oportunidade de desenvolver soluções para problemas reais de empresas parcerias. O evento de imersão com alunos, que aconteceu no dia 17 de agosto, contou com a presença de representantes das empresas selecionadas.

Para chegar à imersão, nos meses de maio e junho, foram realizadas atividades preparatórias para que os pioneiros pudessem encontrar profissionais das empresas, esclarecer dúvidas sobre o mercado de trabalho, entender como atuam os engenheiros dentro das organizações, além de escolher projetos que combinassem com suas aspirações.

Doze empresas de diferentes setores participam do PFE deste ano. Companhias como IBM,  Embraer, Pollux e Motorola, por exemplo, enviaram mais de 30 projetos para desenvolvimento. As turmas serão divididas em grupos e atuarão como consultores, sempre contando com o acompanhamento de um professor orientador para criar soluções e vencer os desafios.

 

“A ideia é que, ao final do projeto, eles consigam apresentar um protótipo inovador que a empresa possa utilizar futuramente”, explica Carolina Fouad, gestora do Núcleo de Carreiras.

 

Os estudantes dos cursos de Engenharia de Computação, Mecânica e Mecatrônica podem trabalhar juntos em um mesmo projeto, desde que ele não tenha foco em uma única área específica, potencializando o aprendizado ao ampliar a visão dos futuros profissionais de forma integrada.

”O projeto traz uma experiência estratégica e única para os alunos. Eles atuam como especialistas, apoiados por orientadores, e vivenciam uma experiência profissional que, como estagiários, ainda não alcançariam”, destaca Fouad.

O PFE é voltado para todos os cursos de Engenharia do Insper e desenvolvido nos 8º e 9º semestres para que o 10º fique totalmente livre para estágios.

Além do Projeto Final de Engenharia, preparamos para os alunos a primeira Feira de Recrutamento dedicada às engenharias, que acontecerá ainda neste semestre. Receberemos cerca de 30 empresas parceiras com o objetivo de aproximá-los de oportunidades de estágio.


Insper nas redações

Para contribuir com o debate público, iniciamos uma série de encontros nas redações de importantes veículos brasileiros

A iniciativa faz parte do projeto Insper nas Redações, que reúne jornalistas e porta-vozes da escola para conversas sobre temas atuais e relevantes para a sociedade.

O primeiro encontro aconteceu na redação do jornal Valor Econômico, com a presença de Marcos Lisboa, Carlos Melo, Ricardo Paes de Barros e os editores do jornal. O tema abordado foi a crise política e econômica do país.

Em agosto, o bate-papo será na sucursal da BBC no Brasil e contará com a participação dos professores Naercio Menezes Filho e Sérgio Lazzarini.

Em setembro, teremos a nova rodada com o Valor Econômico, com o tema: desigualdade de oportunidades. Outros veículos, como O Globo/Época – cujas redações foram unificadas – também já confirmaram interesse.

Com o projeto, queremos reforçar nosso papel de fontes confiáveis e apoiar a imprensa na compreensão aprofundada de temas complexos. Nas próximas edições do Impacto Insper, compartilharemos a repercussão dos próximos encontros.


Projetos em andamento

A Comissão Própria de Avaliação (CPA) forma grupos de trabalho para tratar temas prioritários para a escola

Desde o começo de 2018, os membros da CPA foram divididos em quatro grupos de trabalho para conseguir atender de forma estruturada e efetiva as demandas e prioridades da escola.

Órgão de autoavaliação institucional e independente, a CPA contribui para o planejamento e evolução da escola, identificando oportunidades de aprimoramento, propondo ações de melhoria, avaliando periodicamente os resultados obtidos e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).

Para entender melhor a forma de trabalho e as prioridades destes quatro grupos, além dos desafios e da importância da Comissão, conversamos com Débora Mallet, coordenadora geral da CPA. Confira a entrevista:

Como surgiu a ideia de dividir os trabalhos da CPA em quatro grupos, com diferentes focos?

A CPA conta com sete membros titulares, que representam a comissão nas reuniões oficiais com o MEC, e um grupo de suplentes. Todos trabalham em conjunto para acompanhar os requisitos legais exigidos pelo MEC e para atender a uma série de demandas que a escola propôs a si mesma.

Quando nosso grupo iniciou os trabalhos, no final do segundo semestre de 2017, passamos por um período de adaptação em que estudamos a melhor forma de atuar, para que conseguíssemos atender a todas as nossas demandas. Distribuímos estas pendências pelo período de três anos, definindo as prioridades de cada ano, e dividimos nossos membros em quatro grupos, conforme os principais focos da CPA para 2018.

 

Quais são os focos destes grupos e como está o andamento do trabalho?

Os focos de cada um dos grupos de trabalho em 2018 são: eixos perenes e análise dos dados dos cursos de Graduação, Iniciação Científica e Tecnológica/Pesquisa, acreditações internacionais (AACSB International, Association of MBAs e Equis) e internacionalização da escola.

Os grupos desenvolvem seus trabalhos paralelamente e a CPA se reúne mensalmente para analisar se conseguimos cumprir o que nos propusemos. Para isso, cada grupo apresenta seus avanços e são feitos balanços sobre os acertos e as dificuldades relacionadas a cada tema. A partir daí, a cada três meses a CPA reporta estas análises para o Comitê Executivo, para que a escola possa tomar as melhores decisões. Também apresentamos relatórios anuais, para todos estejam cientes dos nossos avanços.

 

Por que a atuação da CPA é importante para o Insper?

Nosso foco e principal preocupação é a melhora contínua do Insper. Temos o compromisso de olhar para o que é feito hoje e pensar em como a escola pode ser melhor no futuro. Para isso, acreditamos que nosso olhar avaliativo se posiciona como o olhar do próprio MEC e das acreditações dentro da escola.

O trabalho vai além de acompanhar se os parâmetros propostos, pelo MEC, pelas acreditações ou pelo próprio Insper, estão sendo cumpridos. Inclui verificar se isso está sendo feito de forma adequada e recomendar melhorias, estimular discussões e avanços. Dispomos de indicadores claros de onde queremos chegar e, por meio destas documentações, acompanhamos se tudo está progredindo conforme o previsto.

Nossa comissão se destaca pelo caráter institucional e transcende os interesses de um grupo, a partir do momento em garantimos a representatividade de todos os setores entre nossos membros: alunos, docentes, funcionários e sociedade civil.

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Conheça mais sobre o Insper, uma instituição de ensino e pesquisa sem fins lucrativos, que atua nas áreas de Negócios, Economia, Direito e Engenharia.

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