[{"jcr:title":"Insper cria área para fortalecer ações de Diversidade, Equidade e Inclusão"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Insper cria área para fortalecer ações de Diversidade, Equidade e Inclusão","jcr:description":"Objetivo é implementar uma estrutura de governança que atenda às necessidades de toda a comunidade e monitore a evolução do tema"},{"subtitle":"Objetivo é implementar uma estrutura de governança que atenda às necessidades de toda a comunidade e monitore a evolução do tema","author":"Ernesto Yoshida","title":"Insper cria área para fortalecer ações de Diversidade, Equidade e Inclusão","content":"Objetivo é implementar uma estrutura de governança que atenda às necessidades de toda a comunidade e monitore a evolução do tema A analista sênior Fabiana Barreto e a professora Bruna Arruda   Michele Loureiro   Para impulsionar e reforçar as ações de diversidade, o Insper reorganizou sua estrutura e, recentemente, promoveu a criação da área de DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão), que agora engloba todas as iniciativas relacionadas ao tema. “Entendemos que era necessário criar uma área com uma equipe dedicada e exclusiva, que pudesse manter os colaboradores voluntários da comissão como aliados”, diz Renice Pombani, coordenadora executiva de Pessoas do Insper. Desde o início de 2024, a frente de diversidade está alocada dentro da Coordenação Executiva People Management, área que já era responsável pelos processos de gestão de pessoas, suporte à gestão de docentes e Student Life. “O foco é estar a serviço de todas as pessoas da nossa comunidade”, explica Renice. A formação da nova área demandou a alocação de uma equipe. [Débora Mallet](https://www.insper.edu.br/noticias/uso-de-dados-e-participacao-coletiva-para-trazer-mais-diversidade-e-inclusao/) está na gestão e Fabiana Barreto atua como analista sênior. “Temos a responsabilidade da operacionalizar a estratégia de diversidade e cumprir as metas institucionais relativas a DEI. Além disso, trabalhamos em parceria com a comissão DEI, diz Fabiana. A professora Bruna Arruda, que era coordenadora de Diversidade no Insper, assumiu o papel de embaixadora na nova configuração. A ideia é ir além dos muros da escola e colaborar para a conexão com outras instituições e organizações estudantis, entre outras oportunidades de integração. “Avaliamos a representatividade da Bruna, como mulher preta, da área de tecnologia, uma voz importante no desenho das iniciativas por causa de sua sensibilidade e referência”, explica Renice. Para a professora Bruna, seu papel é contribuir para a evolução da agenda de diversidade, equidade, inclusão e pertencimento do Insper. “Meu trabalho é promover a sensibilização e conscientização tanto da comunidade da escola quanto da comunidade externa. Todos nós temos vieses inconscientes e precisamos trazê-los  à tona para nos tornarmos pessoas melhores. Isso começa com um [onboarding de diversidade](https://www.insper.edu.br/noticias/onboarding-do-insper-para-professores-colaboradores-e-alunos-estimula-diversidade-equidade-e-inclusao/) , um treinamento para quem está começando no Insper, no qual explicamos toda a agenda e como temos trabalhado”, afirma.   Contexto O tema diversidade já é tratado como prioridade há muitos anos no Insper. Em 2015, o Insper Pessoas iniciou um projeto para a contratação de colaboradores com deficiência intelectual. O projeto segue ativo e recebeu o Selo de Direitos Humanos e Diversidade da Prefeitura de São Paulo. Em 2016, foi criada a Comissão de Acessibilidade, que ampliou o olhar para alunos, procedimentos, processos acadêmicos e infraestrutura. Essa comissão foi coordenada inicialmente por Luciana Arjona e depois por Vinicius Barqueiro. Em 2019, fruto de um projeto com colaboradores administrativos, coordenado por Ricardo Mota, surgiu a Comissão de Diversidade, que, em 2021, passou a englobar a Diversidade, Equidade e Inclusão, já sob a liderança das professoras Bruna Arruda e Allyne Andrade.   Estrutura da nova área A área de DEI conta com a Comissão de Diversidade e os Grupos de Afinidades, que serão mantidos como uma interface fundamental para que essa frente avance, ganhando capilaridade. “A governança mais ampla está sendo desenhada. Neste momento, Fabiana e Bruna estão conversando com os líderes para levantar informações, expectativas e mapear o que está em andamento e o que está no radar para acontecer. O próximo passo é desdobrarmos a agenda de 2024, alinhada ao mapa estratégico, e combinarmos a dinâmica de trabalho”, diz Renice. A área de diversidade tem a missão de colocar no ar a agenda para o tema definida institucionalmente. Para isso, na maioria das vezes, não é a executora, mas quem vai monitorar os indicadores, acompanhar resultados dos grupos e compilar as informações com uma visão integrada da escola. Por exemplo, quando se define um indicador em relação à diversidade na pesquisa de engajamento, as ações serão do Insper Pessoas junto aos gestores, mas a área de Diversidade acompanhará o desenho e o desenrolar dessa meta. O Grupo de Cultura, assim como a Comissão de Diversidade, é responsável por ajudar a realizar mudanças culturais por meio de papel consultivo sobre a agenda, atuando como termômetro do ambiente, sinalizando cuidado, propondo ações e provocando debates sobre temas importantes.   Objetivos para 2024 Para este ano, considerando o planejamento estratégico, o orçamento e recursos disponíveis, o foco da área de DEI será: Implementar a nova estrutura e definir os papéis dos stakeholders Construir um dashboard integrado da área DEI (alunos, docentes e colaboradores administrativos) Implementar uma política antiassédio e antidiscriminação Fazer a revisão do processo de sindicância, incluindo SLA (métrica de qualidade dos serviços), acolhimento e NPS (que mede a satisfação dos clientes) Monitorar os indicadores de gênero nos programas de graduação e entender a trajetória de candidato a alumni Consolidar os canais de acolhimento “O principal objetivo é que as pessoas possam ser integrais, em um ambiente cada vez mais diverso e inclusivo. O foco é fazer com que se sintam valorizadas, respeitadas e empoderadas para contribuir plenamente com seu sucesso pessoal, acadêmico e na sociedade em que estamos inseridos”, diz a professora Bruna."}]