[{"jcr:title":"Fazer pesquisa na graduação é ótimo caminho para a carreira acadêmica — e para o mercado de trabalho","cq:tags_0":"tipos-de-conteudo:pesquisa-na-graduação"},{"textShare":"Compartilhar","textFont":"Fonte:","textAuthor":"Por"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Fazer pesquisa na graduação é ótimo caminho para a carreira acadêmica — e para o mercado de trabalho","jcr:description":"Em evento, estudantes puderam conhecer mais sobre como é a atividade de pesquisa e por que se deve começar a produção científica desde a graduação"},{"cq:tags_0":"tipos-de-conteudo:pesquisa-na-graduação"},{"subtitle":"Em evento, estudantes puderam conhecer mais sobre como é a atividade de pesquisa e por que se deve começar a produção científica desde a graduação","author":"Márcio Martins Araújo","title":"Fazer pesquisa na graduação é ótimo caminho para a carreira acadêmica — e para o mercado de trabalho","content":"Em evento, estudantes puderam conhecer mais sobre como é a atividade de pesquisa e por que se deve começar a produção científica desde a graduação   Márcio Martins Araújo   Existe uma impressão de que a produção de pesquisa só é possível a estudantes a partir do momento em que ingressarem nos cursos de pós-graduação, especialmente em programas stricto sensu . Em evento realizado na última sexta-feira, 1º de setembro, o Insper promoveu um encontro com alunas e alunos da graduação para apresentar os caminhos da geração de conhecimento científico desde o início do ingresso no ensino superior. As oportunidades de fazer pesquisa de ponta no Insper são para estudantes de todos os cursos da graduação, das [Engenharias](https://www.insper.edu.br/graduacao/engenharia/) e [Ciência da Computação](https://www.insper.edu.br/graduacao/ciencia-da-computacao/) até [Administração](https://www.insper.edu.br/graduacao/administracao/) , [Direito](https://www.insper.edu.br/graduacao/direito/) e [Economia](https://www.insper.edu.br/graduacao/economia/) , e acontecem em iniciativas internas — como nos programas de [Iniciação Científica e Tecnológica](https://www.insper.edu.br/graduacao/iniciacao-cientifica-tecnologica/) e nos [centros e núcleos de pesquisa](https://www.insper.edu.br/pesquisa-e-conhecimento/) — ou em programas com instituições internacionais. “Quando entrei na graduação, eu não tinha ainda ideia de qual carreira seguir, mas ensinar sempre foi algo que tive vontade de fazer. Até queria fazer pedagogia. Acabei prestando Administração no Insper e me encantei pela pesquisa e pelos assuntos abordados em sala de aula. Concluí recentemente meu projeto de pesquisa na iniciação científica sobre História Econômica e já estou para começar o segundo projeto”, diz Maria Fernanda, aluna do 6º semestre de Administração. “Eu quero seguir a carreira acadêmica, mas muito do que estou aprendendo durante as pesquisas eu estou levando para a vida, principalmente nas melhores maneiras de entender determinados temas”, afirma. Ter uma trajetória de pesquisa na graduação não significa necessariamente que o estudante tenha de ser um pesquisador por toda vida. As habilidades analíticas e o domínio de métodos quantitativos e qualitativos desenvolvidos na produção científica são aplicáveis a qualquer carreira do mercado. “Uma qualificação acadêmica sólida de pesquisa tem valor enorme. Os setores mais sofisticados do mercado, sejam financeiros, sejam de consultoria ou de tecnologia, buscam esse tipo de profissional. Por exemplo, o Vale do Silício é um dos maiores empregadores de PhD em economia, e o trabalho desenvolvido em lugares como esse é altamente técnico”, afirma Rodrigo Soares, vice-presidente acadêmico do Insper e professor titular da [Cátedra Fundação Lemann](https://www.insper.edu.br/pesquisa-e-conhecimento/centro-de-gestao-e-politicas-publicas/catedra-fundacao-lemann/) . Joice Miagava, coordenadora da Iniciação Tecnológica do Insper, ressalta que muitos alunos da Engenharia, mesmo não pensando em seguir carreira acadêmica após a graduação, fazem parte dos projetos de pesquisa porque querem entender um pouco mais sobre como transferir o conhecimento teórico em trabalhos aplicados e também porque são movidos pela curiosidade e pelo entusiasmo à ciência. “Além disso, a produção da pesquisa é uma forma de desenvolver habilidades socioemocionais, de criar resiliência, organização de tempo e habilidade de comunicação”, diz.   Experiência internacional O Insper tem também parcerias com universidades internacionais que possibilitam aos alunos fazerem parte de programas de pesquisa e conhecerem metodologias e práticas desenvolvidas no exterior. Um dos acordos é com a [Universidade de Illinois em Urbana-Champaign](https://www.insper.edu.br/internacional/parceria-com-a-universidade-de-illinois/) , instituição que figura entre as principais nos Estados Unidos em produção de pesquisa e empregabilidade nas áreas de Engenharia e Ciência da Computação. Aluno da Engenharia Mecatrônica, [Fernando Sakabe participou em agosto de 2023 do Summer Research Program, em Illinois](https://www.insper.edu.br/noticias/os-movimentos-planejados-do-aluno-de-mecatronica-na-universidade-de-illinois/) , onde desenvolveu um projeto de realidade virtual e aumentada — redirecionando os seus estudos sobre navegação em ambientes virtuais que fez na iniciação científica do Insper. “Durante o programa em Illinois, trabalhei em um laboratório focado em algoritmo de motion planning e tive contato com os principais pesquisadores do mundo nessa área.” Fernando também pontua como foi o processo de decisão para começar a pesquisar. “Talvez muita gente se sinta insegura porque ainda não sabe qual tema vai pesquisar, o que é supernormal. Uma coisa que levo comigo é que, se ficar escolhendo por muito tempo, é capaz de acabar não pesquisando nada. Por isso, o ideal é procurar mais informações e ler artigos sobre aqueles temas que você acha que tem interesse. Quando comecei a estudar mais, percebi a beleza que tinha o tema que eu havia escolhido.” Outro acordo estratégico é com a Universidade de Chicago. O Insper é a única instituição fora do estado de Illinois, nos Estados Unidos, que envia alunos para participar do [Summer Institute in Social Research Methods (SISRM)](https://www.insper.edu.br/noticias/parceria-inedita-com-a-universidade-de-chicago-vai-levar-alunos-do-insper-aos-estados-unidos/) , parceria firmada em outubro de 2022. “No programa em Chicago, eu fiz um curso de psicologia e depois trabalhei com James Heckman, Prêmio Nobel de Economia. Foi uma experiência muito legal porque pude conhecer o funcionamento da universidade, que integra a pesquisa desde a graduação e tem uma característica multidisciplinar”, diz [David Schwartsman](https://www.insper.edu.br/noticias/aluno-de-economia-participa-de-projeto-conduzido-pelo-premio-nobel-james-heckman/) , aluno de Economia e um dos cinco estudantes que participaram do SISRM em agosto de 2023. Há também a [colaboração entre o Becker Friedman Institute for Economics (BFI) da Universidade de Chicago e o Insper](https://www.insper.edu.br/noticias/insper-e-becker-friedman-institute-for-economics-da-universidade-de-chicago-anunciam-uma-nova-colaboracao-em-pesquisa/) , que vai oferecer duas posições de pesquisa no programa de pré-doutorado. “Durante dois anos, os alunos formados no Insper trabalharão na pesquisa de um professor de Chicago. Eles não só vão aprender como funciona a pesquisa acadêmica fora do país, mas também sairão de lá com uma formação muito valorizada no mercado internacional”, diz Cristine Pinto, diretora de Pesquisa do Insper. “É também uma grande vantagem para quem quer seguir a carreira acadêmica no exterior. As universidades costumam dar atenção a quem participou desses programas no momento das aplicações para o doutorado, e ter o pre-doc deixa o aluno brasileiro em condições iguais ao de candidatos estrangeiros”, conclui Cristine. Alunos do Insper que desejarem mais informações sobre pesquisa na graduação podem enviar e-mail para [ pesquisa@insper.edu.br ](mailto:pesquisa@insper.edu.br)"}]