[{"jcr:title":"A jornada do conhecimento de três alunos bolsistas"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"A jornada do conhecimento de três alunos bolsistas","jcr:description":"Estudantes relatam como o curso de Direito do Insper está transformando suas vidas e abrindo um leque de possibilidades profissionais"},{"subtitle":"Estudantes relatam como o curso de Direito do Insper está transformando suas vidas e abrindo um leque de possibilidades profissionais","author":"Ernesto Yoshida","title":"A jornada do conhecimento de três alunos bolsistas","content":"Estudantes relatam como o curso de Direito do Insper está transformando suas vidas e abrindo um leque de possibilidades profissionais     Conheça as histórias de três estudantes do curso de Direito no Insper, que compartilham suas trajetórias e experiências únicas em busca de uma formação jurídica sólida e inovadora. Giovana Vilhena Moreira, João Lucas de Gusmão Pereira e Maria Sthefanny Cavalcante, cada um com suas motivações e origens distintas, destacam como a escola tem impactado positivamente suas jornadas acadêmicas e a forma como enxergam o Direito.     Giovana Vilhena Moreira, 22 anos, aluna do 6º semestre de Direito Minha decisão de ingressar no curso de Direito no Insper foi influenciada por uma série de fatores que, em conjunto, tornaram a escola a escolha ideal para minha formação acadêmica e profissional. Antes de entrar no Insper, cheguei a frequentar duas faculdade de Direito, mas não dei continuidade. Meu primeiro contato com o Insper ocorreu por acaso, em 2020, quando visitei a escola e fiquei impressionada com sua infraestrutura. Mas, naquela época, o curso de Direito ainda não existia no Insper. Mais tarde, quando o curso foi lançado, eu logo me interessei, porque já conhecia a qualidade das instalações e os benefícios que a escola oferecia. Desde os tempos do Ensino Médio, percebi que o Direito poderia ser um caminho para realizar meu desejo de causar um impacto positivo na sociedade e, ao mesmo tempo, alcançar ascensão social. E o Insper está me ajudando nesse sentido. Quando estudei em outras faculdades, percebi, por exemplo, que o empreendedorismo não era algo muito incentivado, assim como o conhecimento em Economia.  Essa lacuna era particularmente relevante para mim, uma vez que eu estava envolvida em vários projetos que abrangiam áreas interconectadas. O Insper veio preencher essa lacuna, destacando-se por sua abordagem multidisciplinar. Em relação à minha experiência no curso até o momento, posso dizer que estou extremamente satisfeita. O que mais me encanta é a abordagem interdisciplinar. No atual semestre, estamos estudando Direito Tributário, e ter tido contato prévio com Contabilidade, algo raro nas grades de outros cursos de Direito, facilitou muito a compreensão dessa disciplina. Além disso, tivemos a oportunidade de estudar macroeconomia, microeconomia, programação e empreendedorismo, temas que enriquecem nossa formação. Outro aspecto que valorizo é a ênfase prática do curso. Participei de duas clínicas que envolvem projetos reais com empresas. Essas experiências práticas permitem que apliquemos nossos conhecimentos no mercado real e têm sido extremamente enriquecedoras. Em resumo, minha experiência no curso de Direito do Insper tem superado minhas expectativas. A combinação de metodologia de ensino, abordagem interdisciplinar, infraestrutura de pesquisa e corpo docente qualificado tornam o Insper o lugar ideal para minha formação acadêmica e profissional. Eu não consigo me ver em outro lugar.   João Lucas de Gusmão Pereira, 20 anos, aluno do 6º semestre de Direito Quando estava no Ensino Médio, meu plano era cursar Relações Internacionais. Meu sonho era ser diplomata e impactar o mundo de alguma forma. Mas tudo mudou depois de uma conversa que tive com uma advogada ao apresentar um trabalho sobre projeto de vida no Ismart (Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos). Ela viu em mim um perfil mais alinhado ao Direito e me indicou para conversar com outra advogada do Rio de Janeiro. O conselho dessa segunda advogada foi decisivo: ela me disse que Direito é carreira para resolver problemas com base nas leis. Essas palavras nunca saíram da minha cabeça. Decidi então fazer Direito. Minha motivação inicial, que era mudar o mundo, permaneceu, mas ganhou uma dimensão mais concreta com o passar dos anos. Eu cresci em São Gonçalo, mas minha conexão com a comunidade da Vila Kennedy, no Rio de Janeiro, onde nasci, também moldou minha visão. Mesmo em meio à violência, a Vila Kennedy foi para mim um local de construção e solidariedade. A proximidade e o senso de comunidade eram palpáveis, algo de que às vezes sinto falta. Hoje, minha motivação é voltar para o Rio de Janeiro e trabalhar no governo, seja na prefeitura, seja em outros órgãos, para melhorar as condições não apenas na Vila Kennedy, mas em todas as comunidades do Rio. No entanto, ainda estou explorando as diversas possibilidades do Direito, especialmente as relacionadas com pesquisa e o Direito Administrativo. Minha experiência como aluno da primeira turma de Direito do Insper tem sido excepcional. O curso desafia as fronteiras tradicionais do Direito, incentivando a integração de várias áreas, o que tem ajudado a enriquecer minha formação. As matérias não relacionadas ao Direito, como contabilidade, finanças e ciência de dados, ampliam nosso horizonte e nos mostram como o Direito está inserido nas relações sociais e econômicas. Tudo isso torna minha experiência no curso de Direito do Insper muito gratificante. Estou ansioso para continuar aprendendo e explorando as oportunidades que a escola oferece, confiante de que estou no caminho certo para realizar minha ambição de fazer a diferença e causar um impacto positivo na sociedade.     Maria Sthefanny Cavalcante, 19 anos, aluna do 4º semestre de Direito Sou de Fortaleza, Ceará, e desde cedo me inclinei para a área de Exatas. Em 2018, quando estava prestes a concluir o Ensino Fundamental, tive a oportunidade de integrar um grupo de 14 estudantes para participar de um evento na NASA, no Cabo Canaveral, na Flórida, que envolvia áreas como robótica e astronomia. Essa experiência despertou meu interesse pelas disciplinas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). Acabei recebendo uma bolsa de estudos de uma importante escola de Fortaleza para estudar na turma preparatória para o ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica). Durante dois anos, minha rotina foi dominada por disciplinas de Exatas, com pouquíssimo espaço para matérias de Humanas. Com o tempo, percebi que estava limitando minha visão ao me concentrar apenas em Matemática e Ciências, apesar de ser naturalmente comunicativa e apaixonada por disciplinas como História e Geografia. A sobrecarga causada pela repetição de conteúdo durante a pandemia me levou a repensar minha escolha. Cheguei à conclusão de que não queria passar mais cinco anos em um curso dedicando-me exclusivamente a esse conjunto de disciplinas. Decidi sair da Turma ITA e ingressar em outra turma, voltada para o Enem e outros vestibulares. Depois de concluir o Ensino Médio, descobri o Insper por meio de um amigo, que mencionou a possibilidade de obter uma bolsa de estudos. Ao pesquisar sobre o curso de Direito oferecido pelo Insper, me interessei de imediato, pois percebi que tinha uma abordagem mais voltada para a tecnologia, diferentemente dos cursos tradicionais. Decidi prestar o vestibular e fui aprovada, com bolsa integral, e me tornei a primeira mulher da minha família a ingressar em uma faculdade (tenho um irmão mais velho que cursa Engenharia na Universidade Federal do Ceará). No Insper, encontrei um ambiente que proporciona uma visão abrangente do curso de Direito, com professores altamente qualificados. Ao observar seus currículos, sinto-me inspirada a construir uma trajetória acadêmica semelhante. O curso tem sido uma experiência bastante positiva, pois ele está voltado para o mercado e para as habilidades práticas que serão efetivamente aplicadas. Se tivesse optado por estudar Direito em outra instituição, provavelmente já teria considerado abandonar o curso. Uma área que tem me interessado é a intersecção entre Direito e Tecnologia, um campo ainda novo. Atuo como monitora em Ciência de Dados aplicada ao Direito e, sempre que tenho oportunidade, converso com os professores com o objetivo de adquirir uma visão ampla e me direcionar para essa área. Quanto ao meu futuro, acredito que tenho um amplo leque de oportunidades. Muitas pessoas começam trabalhando em escritórios de advocacia após a graduação, mas estou considerando diversas possibilidades. Posso optar por me especializar ainda mais em Direito, talvez fazendo um mestrado ou doutorado. A possibilidade de atuar como professora também me atrai, pois gosto de interagir com as pessoas e contribuir para a sociedade. Meu futuro profissional está em aberto e estou animada com as diversas oportunidades que surgem por eu estar onde estou.  "}]