[{"jcr:title":"Laboratório realiza reunião semestral de seu Conselho Consultivo"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Laboratório realiza reunião semestral de seu Conselho Consultivo","jcr:description":"Durante o encontro, foram apresentadas três iniciativas estratégicas: o Portal de Dados Urbanos, o Observatório Nacional de Mobilidade Sustentável e o futuro Observatório de Saúde Urbana"},{"subtitle":"Durante o encontro, foram apresentadas três iniciativas estratégicas: o Portal de Dados Urbanos, o Observatório Nacional de Mobilidade Sustentável e o futuro Observatório de Saúde Urbana","author":"Ernesto Yoshida","title":"Laboratório realiza reunião semestral de seu Conselho Consultivo","content":"Durante o encontro, foram apresentadas três iniciativas estratégicas: o Portal de Dados Urbanos, o Observatório Nacional de Mobilidade Sustentável e o futuro Observatório de Saúde Urbana   No dia 6 de novembro, o Laboratório Arq.Futuro de Cidades do Insper realizou uma reunião de seu Conselho Consultivo, composto por integrantes do Brasil e do exterior, de diferentes setores. Foi o segundo encontro desde sua criação, no primeiro semestre deste ano. “O propósito da reunião é fornecer ao nosso Conselho uma visão abrangente do progresso nas atividades do Laboratório ao longo dos últimos seis meses, bem como compartilhar nossas perspectivas para o futuro”, explica Tomas Alvim, coordenador-geral do Laboratório. O Conselho Consultivo é formado por renomados especialistas, que desempenham papéis significativos em suas respectivas áreas. Sua constituição atual é esta: Alain Bertaud, arquiteto e urbanista francês (anunciado como novo membro na reunião do início do mês); o arquiteto colombiano Alejandro Echeverri, atualmente no Instituto Tecnológico de Monterrey, no México; o economista Edward Glaeser, da Universidade Harvard; o arquiteto Hashim Sarkis, reitor da Escola de Arquitetura e Planejamento do Massachusetts Institute of Technology (MIT); Marisa Moreira Salles, fundadora da BEĨ Editora e cofundadora do Laboratório Arq.Futuro de Cidades do Insper; Marta Dora Grostein, professora titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP); e o economista Rodrigo R. Soares, vice-presidente acadêmico do Insper. “Embora não tenha poder deliberativo, o Conselho proporciona uma troca valiosa de ideias, críticas e insights sobre os projetos e as propostas do Laboratório”, observa Alvim. “É uma honra um Laboratório de tamanho ainda modesto ter um Conselho dessa envergadura. A contribuição dos membros vai além do aconselhamento. A generosidade e o comprometimento de todos eles têm sido extremamente valiosos para o desenvolvimento do nosso trabalho.” Durante a reunião, que foi feita de forma online para acomodar os membros que vivem fora do Brasil, houve apresentações de três iniciativas entre as mais importantes do Laboratório em 2023. Dois dos projetos já estão em curso — o Portal de Dados Urbanos e o Observatório Nacional de Mobilidade Sustentável —, enquanto o terceiro — Observatório de Saúde Urbana — representa uma nova proposta. Todas essas iniciativas convergem em torno de um elemento comum: os dados. “Nas três iniciativas, a preocupação central reside na compreensão de que os dados, por si só, não são suficientes para o propósito do Laboratório, que busca impactar o debate e a formulação de políticas urbanas”, diz Alvim. “Em todos os casos, a pesquisa permanece como um eixo central, mas há um esforço adicional para tornar os dados acessíveis não apenas para a comunidade acadêmica como também para a população em geral.” O [Portal de Dados Urbanos](http://acessopde.datascience.insper.edu.br) — lançado oficialmente em 10 de novembro, durante a Semana de Ciência de Dados do Insper — é uma iniciativa do Laboratório Arq.Futuro em parceria com o Centro de Ciência de Dados da escola. Conforme explicou Adriano Borges Costa, professor de mobilidade e dados urbanos e coordenador-adjunto do Núcleo de Mobilidade Urbana, o portal é uma plataforma web interativa focada em data storytelling (narrativa com o uso de dados) para disseminar pesquisas específicas desenvolvidas no Insper sobre temas urbanos. O portal concentra-se especialmente em dados geográficos, oferecendo um repositório abrangente que vai além de simples armazenamento, proporcionando análises detalhadas e narrativas envolventes sobre diversas cidades. Já o [Observatório Nacional de Mobilidade Sustentável](https://www.insper.edu.br/noticias/insper-e-ccr-lancam-observatorio-nacional-de-mobilidade-sustentavel/) , criado em setembro deste ano, pretende consolidar diversas fontes para criar um banco de dados robusto sobre mobilidade urbana no Brasil, em colaboração com parceiros públicos e privados, segundo descreveu Sérgio Avelleda, coordenador do Núcleo de Mobilidade Urbana do Laboratório. O foco das pesquisas, tanto quantitativas quanto qualitativas, será em tópicos urgentes da mobilidade urbana, especialmente transporte público, segurança viária e logística urbana. O projeto obteve apoio financeiro da CCR (Companhia de Concessões Rodoviárias), principal empresa de infraestrutura de serviços de mobilidade no Brasil. Além disso, o Observatório está estabelecendo parcerias estratégicas, incluindo o Ministério das Cidades, a NTU (Associação Nacional de Operadores de Ônibus) e a ANP (Associação Nacional dos Operadores de Sistemas sobre Trilhos), visando fortalecer suas atividades e contribuir para o desenvolvimento sustentável da mobilidade urbana no Brasil. Por sua vez, o Observatório de Saúde Urbana, apresentado durante a reunião do Conselho por Paulo Saldiva, coordenador do Núcleo de Saúde Urbana do Laboratório, tem o propósito de fornecer à sociedade e aos tomadores de decisão um banco de dados robusto de sistemas de saúde pública da cidade de São Paulo, conectado a outros bancos, incluindo habitação e mobilidade urbana, para possibilitar estudos baseados precisamente em dados e evidências e impulsionar melhorias qualitativas e quantitativas nos territórios estudados. Ao estruturar um banco de dados interconectado, a ideia é permitir estudos cartográficos na capital paulista com foco em doenças não mapeadas em territórios altamente vulneráveis. O objetivo é compreender as razões para as desigualdades nos tratamentos, identificar as regiões onde determinados tratamentos são eficazes e replicá-los em outras áreas do município. Para isso, serão utilizados dados de saúde disponíveis pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e dados de mobilidade urbana e habitação disponíveis pelo Insper.  "}]