[{"jcr:title":"Brasil sobe em ranking global de inovação e fica em 49º lugar"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Brasil sobe em ranking global de inovação e fica em 49º lugar","jcr:description":"País ganhou oito posições em relação à avaliação de 2021 feita pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, que analisou indicadores de 132 nações"},{"subtitle":"País ganhou oito posições em relação à avaliação de 2021 feita pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, que analisou indicadores de 132 nações","author":"Ernesto Yoshida","title":"Brasil sobe em ranking global de inovação e fica em 49º lugar","content":"País ganhou oito posições em relação à avaliação de 2021 feita pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, que analisou indicadores de 132 nações   Bernardo Vianna   Na edição de 2023 do [Índice Global de Inovação](https://www.wipo.int/global_innovation_index/en/) , divulgado pela [Organização Mundial da Propriedade Intelectual](https://www.wipo.int/) (WIPO, na sigla em inglês), o Brasil alcançou o 49º lugar no ranking de 132 economias de todo o mundo. Com isso, o país se posiciona como o mais inovador da América Latina, avançando oito posições desde a avaliação de 2021 e ultrapassando Chile, México e Costa Rica, que estavam à frente do Brasil naquele ano. O índice considera 80 indicadores, divididos em dois grupos. O primeiro, que representa o investimento em elementos da economia que facilitam a inovação, se subdivide em cinco pilares: instituições, capital humano e pesquisa, infraestrutura, sofisticação do mercado e sofisticação empresarial. Já o segundo grupo, que mede a produção de inovação nas respectivas economias, se desdobra em dois pilares: produtos de conhecimento e tecnologia e resultados criativos. O cômputo final da avaliação desses indicadores é uma pontuação entre zero e 100 que pode ser utilizada para entender a eficiência do ambiente de inovação de um país em relação aos demais. A partir desse critério, Suíça, Suécia, Estados Unidos, Reino Unido e Cingapura se destacaram como os cinco países mais inovadores em 2023. Este é o 13º ano consecutivo em que a Suíça ocupa o topo do ranking.       As tendências globais de inovação, em 2023, têm como pano de fundo um contexto de incerteza causado por recuperação econômica lenta após a pandemia da covid-19, taxas de juros elevadas e conflitos geopolíticos, mas com a promessa de ondas de inovação e de progresso tecnológico impulsionadas pela digitalização das economias e pela adoção massiva de nova tecnologias, como a inteligência artificial. Após um rápido e expressivo aumento em 2021, os investimentos em inovação apresentaram um desempenho heterogêneo em 2022. Por um lado, as publicações científicas, as áreas de pesquisa e desenvolvimento das empresas, os negócios de capital de risco e o número de novas patentes registradas continuaram a crescer em níveis elevados. Por outro, esse crescimento foi inferior ao observado em 2021. Além disso, o valor do investimento em capital de risco diminuiu e os registros de patentes internacionais ficaram estagnadas em 2022. Apesar disso, 21 economias, entre elas o Brasil, apresentaram níveis de inovação acima do esperado para o seu grau de desenvolvimento. A maior parte dos países desse grupo encontra-se na África Subsaariana e na Ásia. Enquanto Índia e Vietnã apresentaram desempenho superior ao esperado, em termos de inovação, pelo 13º ano consecutivo, Indonésia, Uzbequistão e Paquistão participam desse grupo pelo segundo ano, enquanto o Brasil foi pela terceira vez seguida.    "}]