[{"jcr:title":"Profissionais ligados ao Insper assumem cargos estratégicos no governo federal"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Profissionais ligados ao Insper assumem cargos estratégicos no governo federal","jcr:description":"Pesquisadores, professores e outros parceiros da escola levam seu conhecimento e sua experiência à nova gestão em Brasília"},{"subtitle":"Pesquisadores, professores e outros parceiros da escola levam seu conhecimento e sua experiência à nova gestão em Brasília","author":"Ernesto Yoshida","title":"Profissionais ligados ao Insper assumem cargos estratégicos no governo federal","content":"Pesquisadores, professores e outros parceiros da escola levam seu conhecimento e sua experiência à nova gestão em Brasília     Diversos nomes ligados ao Insper foram convidados a assumir importantes cargos no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A lista inclui professores, pesquisadores, ex-docentes e ex-alunos, com formações e experiências diversificadas. O economista Sergio Firpo assumiu como secretário de Monitoramento e Avaliação para o Aperfeiçoamento de Políticas Públicas, órgão ligado ao Ministério do Planejamento e Orçamento, comandado por Simone Tebet. Firpo é professor titular da Cátedra Instituto Unibanco do Insper, que pesquisa temas referentes a educação e ensino médio no Brasil. Ph.D em Economia pela Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, Firpo tem como interesses de pesquisa microeconometria, avaliação de políticas, economia do trabalho, economia do desenvolvimento e economia política empírica. A avaliação é uma das fases do ciclo de políticas públicas, gerando informações e evidências que ajudam no planejamento, desenho, implementação e monitoramento de projetos na área. Sergio Firpo, secretário de Monitoramento e Avaliação para o Aperfeiçoamento de Políticas Pública   Izabela Corrêa , que foi professora de Gestão Pública do Insper, foi escolhida como a nova secretária de Integridade Pública da Controladoria-Geral da União (CGU). Ela é doutora em Governo pela London School of Economics, na Inglaterra, e mestre em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais. Sua linha de pesquisa está focada em governança e integridade no serviço público e, mais recentemente, em burocracia e corrupção. Servidora pública federal no Banco Central, onde foi chefe-adjunta, também já trabalhou como coordenadora de Transparência e Integridade na CGU. A CGU tem um Plano de Integridade que identifica e avalia riscos à credibilidade e imparcialidade do órgão, alinhado às recomendações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Segundo a instituição, integridade pública refere-se ao alinhamento consistente e à adesão de valores, princípios e normas éticas comuns para sustentar e priorizar o interesse público sobre os interesses privados no setor público. Sobre seus desafios no novo cargo, Izabela comentou: “Nossos desafios incluem fortalecer a integridade pública nas organizações do executivo federal em prol de uma administração mais eficiente, mais participativa, mais justa e menos vulnerável à corrupção. Na nossa Secretaria vamos fortalecer alguns dos mecanismos de defesa do interesse público. Em relação à transparência ativa, por exemplo, vamos fazer valer regras que deixaram de ser respeitadas, vamos aprimorar os incentivos ao uso de dados abertos e vamos avançar na disponibilidade de informações e dados relevantes para diversos setores da sociedade. Seremos também diligentes em resgatar iniciativas e avançar projetos para um governo aberto”.   Cristina Kiomi Mori, secretária-executiva do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos   O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos foi uma das novas pastas criadas pelo novo governo, tendo à frente a economista Esther Dweck. A nova ministra anunciou Cristina Kiomi Mori como secretária-executiva da pasta. Conhecida como Kiki Mori, ela foi professora nos cursos de pós-graduação em Gestão Pública no Insper. Doutora em Política Social pela Universidade de Brasília, Kiki é graduada em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, com mestrado em Jornalismo, pela Universidade de São Paulo. Kiki atuou como secretária-adjunta de Gestão do município de São Paulo na administração do então prefeito Fernando Haddad e, no governo federal, como diretora de Programa na Assessoria Especial para Modernização da Gestão do Gabinete do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (2012-2015). Ela resumiu assim o seu objetivo no novo cargo: “Temos um grande desafio de reorganizar a estrutura e os meios do governo da maneira mais eficiente possível para ampliar as capacidades estatais de propiciar a entrega de políticas públicas necessárias ao resgate da dignidade do povo brasileiro, combatendo as iniquidades e o racismo, e valorizando a saúde e a vida das pessoas”. O economista Bernard Appy , conselheiro do Centro de Gestão e Políticas Públicas do Insper, foi escolhido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como secretário especial de Reforma Tributária. Entre 2003 e 2008, Appy comandou a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda e a Secretaria Extraordinária de Reformas Econômico-Fiscais no governo Lula. Appy dirige o Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e foi coautor de uma das principais sugestões de reforma tributária discutidas nos últimos anos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) 45. Parte do texto foi aproveitada em outra PEC, a 110. A expectativa é que Appy tenha um papel fundamental para destravar o andamento da proposta, que atualmente tramita no Senado.   Bernard Appy, secretário especial de Reforma Tributária   Um dos integrantes da equipe de Appy é o pesquisador do Insper Leonardo de Andrade Rezende Alvim . Doutorando em Direito Tributário pela Universidade Federal de Minas Gerais e mestre em Direito Público pela PUC-Minas, Alvim exerceu o cargo de coordenador-geral de assuntos tributários da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, um dos órgãos de direção superior da Advocacia-Geral da União, em Brasília. A ex-aluna Fernanda Pacobahyba , que cursou o Master em Gestão Pública no Insper, foi nomeada como nova presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão responsável pela compra de livros pelo governo federal. Doutora em Direito Tributário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Fernanda é professora dos cursos de pós-graduação da Universidade de Fortaleza e do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários. Auditora fiscal jurídica da Receita Estadual do Ceará, ela ocupava desde janeiro de 2019 o cargo de secretária da Fazenda do Ceará — foi a primeira mulher a exercer essa função em 183 anos de história da instituição.  "}]