[{"jcr:title":"O conhecimento desenvolve o potencial dos novos empreendedores"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"O conhecimento desenvolve o potencial dos novos empreendedores","jcr:description":"Para começar um negócio de sucesso, um dos caminhos é se conectar ao ecossistema colaborativo das startups, diz Vitor Kawamura, do Conselho Alumni"},{"subtitle":"Para começar um negócio de sucesso, um dos caminhos é se conectar ao ecossistema colaborativo das startups, diz Vitor Kawamura, do Conselho Alumni","author":"Ernesto Yoshida","title":"O conhecimento desenvolve o potencial dos novos empreendedores","content":"Para começar um negócio de sucesso, um dos caminhos é se conectar ao ecossistema colaborativo das startups, diz Vitor Kawamura, do Conselho Alumni   Leandro Steiw   Presidente do [Insper Angels](https://www.insperangels.com.br/sobre) , grupo de investidores-anjos formado e gerido por ex-alunos do Insper, Vitor Kawamura fala com naturalidade sobre o universo das startups. Mas o conhecimento que compartilha com os jovens empreendedores não nasceu pronto. “Quando entrei no Insper como bolsista, eu tinha muito pouco conhecimento e contato com startups”, diz o membro do Conselho Alumni, graduado em Administração pelo Insper, em 2012. “Só me aproximei do tema quando comecei a participar de todas as iniciativas possíveis, como entidades e eventos. Acabei me relacionando com o Centro de Empreendedorismo, estagiando lá e, desde então, sempre tive contato com o ecossistema empreendedor.” Desde aquele primeiro estágio, em 2011, Kawamura criou uma startup e foi morar no Vale do Silício, onde está o coração das Big Techs nos Estados Unidos. Trabalhou em uma startup, a iFood, como early employee  — os primeiros funcionários de uma empresa, que acompanham a evolução do negócio desde as etapas iniciais. Como era de se esperar, tornou-se investidor, por meio de uma holding de investimento em startups e grupos de investimento-anjo, e advisor , como sócio da WP Capital, uma butique financeira para startups. Hoje, com uma década de experiência, o nome de Kawamura está profundamente vinculado ao setor de startups. Parte dos esforços está representada nos cerca de 450 membros do Insper Angels, entidade criada em 2017 por um grupo de ex-alunos da escola, do qual fez parte. “Éramos um grupo que já tinha contato com investimento em startups e acreditava no potencial de reunir ex-alunos interessados em aprender sobre o tema e realizar investimento anjo”, conta Kawamura, listado duas vezes no Top 10 dos investidores anjos brasileiros pelo Startup Awards. A entidade é uma das iniciativas de educação empreendedora na qual está engajado. “Acredito que o Insper Angels permite que empreendedores financiem as suas startups, ganhando muito networking comercial e estratégico dos investidores e também gerando muitos empregos”, diz. “Sem o investimento-anjo, dificilmente as grades startups estariam aqui para contarem suas histórias de sucesso.” Nessa jornada de conhecimento, Kawamura também é professor de empreendedorismo e inovação no MBA da FIAP.   Aprender com os erros Muitos dos empreendedores ainda se baseiam no modelo “learn by doing”, ou seja, aprender fazendo, segundo Kawamura. “Todavia, é muito importante que as pessoas que tenham interesse em seguir na área de empreendedorismo também aprendam melhores práticas de mercado e também minimizem o risco do seu negócio por meio do que não deu certo em outros projetos”, diz. A lição é que “aprender com o erro dos outros é mais barato”. Diferentemente de tempos passados, ficou fácil o acesso à informação. “O melhor caminho para iniciar nessa área é se conectar ao ecossistema hipercolaborativo que existe”, diz Kawamura. “São eventos, grupos, coworkings e cursos especializados para troca de experiências e geração de networking . Trabalhar em uma startup também ajudará muito nessa visão mais direcionada e menos enviesada do mercado tradicional.” O convite para integrar o Conselho Alumni reforça os laços. “Tenho muita proximidade com o Insper e estou envolvido com várias iniciativas, principalmente as relacionadas com empreendedorismo”, diz. “Dessa forma, quando surgiu a proposta dos comitês, automaticamente acabei me envolvendo no processo de formação e continuo coordenando o Comitê Alumni de Empreendedorismo até o momento, junto com os demais coordenadores.” Para Kawamura, a graduação no Insper ajudou no conhecimento prático a ser utilizado no mercado profissional e no networking , que abriu e continua abrindo inúmeras portas de relacionamento. No futuro, os alumni se reconhecem na inevitável coincidência das oportunidades de trabalho. “Mesmo que você não tenha conhecido a outra pessoa ao longo do curso, o fato de ambos terem estudado no Insper fortalece um início de contato na atuação profissional”, diz.  "}]