[{"jcr:title":"Os melhores países para desenvolver sistemas em nuvem"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Os melhores países para desenvolver sistemas em nuvem","jcr:description":"O Brasil aparece na 52ª posição em pesquisa do MIT que comparou ecossistemas de tecnologia em 76 países"},{"subtitle":"O Brasil aparece na 52ª posição em pesquisa do MIT que comparou ecossistemas de tecnologia em 76 países","author":"Ernesto Yoshida","title":"Os melhores países para desenvolver sistemas em nuvem","content":"O Brasil aparece na 52ª posição em pesquisa de publicação do MIT que comparou ecossistemas de tecnologia em 76 países   Bernardo Vianna   O estudo [Global Cloud Ecosystem Index](https://www.technologyreview.com/2022/04/25/1051115/global-cloud-ecosystem-index-2022/) , produzido pelo MIT Technology Review , uma revista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, classificou 76 países e territórios de acordo com o critério de quão bem seus ecossistemas de desenvolvimento tecnológico são capazes de promover a criação de novos serviços de computação em nuvem. A avaliação comparou, entre outros itens, a infraestrutura, o marco legal de cada país e as práticas digitais tanto do setor público quanto do privado que podem promover a adoção de modelos em nuvem. No cômputo geral, o Brasil aparece em 52º lugar, atrás de países como Argentina, África do Sul, México e Índia. O ranking é liderado por Cingapura, cidade-estado do sudeste asiático que se tornou hub de negócios e de inovação tecnológica, e por países do norte da Europa.     O ranking geral tem como base quatro pilares: a avaliação da infraestrutura de cada país, o grau de adoção de sistemas em nuvem nos setores público e privado, o grau de maturidade das normas de segurança de dados e a disponibilidade de profissionais qualificados que possam contribuir para o desenvolvimento de uma economia em nuvem. O primeiro desses pilares, a infraestrutura, considera variáveis como velocidade de internet, número de servidores seguros e número de data centers, além da infraestrutura de telecomunicação em si. Nesse quesito, o Brasil ocupa a 50ª posição.       O segundo pilar, que mede o grau de adoção de sistemas em nuvem, considera desde a quantidade de empresas no modelo SaaS — Software as a Service, forma de disponibilizar soluções de tecnológicas por meio da internet, oferecendo o uso de determinado software como um serviço —, até a adoção de sistemas digitais pelo poder público. Na avaliação desses critérios, o Brasil se encontra em 50º lugar.     O pilar de segurança mede o ambiente de cibersegurança em geral, mas também o grau de maturidade do regramento relacionado à proteção de dados e a efetividade dos governos em fazer cumprir tais regras. O Brasil ocupa a 45ª posição no ranking de segurança.     O último pilar de indicadores avaliados diz respeito à disponibilidade de recursos humanos para o desenvolvimento de sistemas em nuvem e inclui fatores como a quantidade de engenheiros graduados e os resultados das avaliações em Matemática de cada país. Nesse quesito, o Brasil ocupa a 56ª colocação.    "}]