[{"jcr:title":"Cresce o investimento no mundo em startups climáticas"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Cresce o investimento no mundo em startups climáticas","jcr:description":"Fundos dos Estados Unidos e da China lideram os aportes de recursos em inovação tecnológica para superar a crise climática"},{"subtitle":"Fundos dos Estados Unidos e da China lideram os aportes de recursos em inovação tecnológica para superar a crise climática","author":"Ernesto Yoshida","title":"Cresce o investimento no mundo em startups climáticas","content":"Fundos dos Estados Unidos e da China lideram os aportes de recursos em inovação tecnológica para superar a crise climática   Bernardo Vianna   O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), em seu [mais recente relatório](https://wribrasil.org.br/pt/blog/clima/6-conclusoes-do-relatorio-do-ipcc-de-2022-sobre-mitigacao-das-mudancas-climaticas) , afirma que o mundo tem apenas três anos para que o volume de gases de efeito estufa (GEEs) liberado na atmosfera pare de crescer. Do contrário, a meta de limitar o aquecimento global a 1,5ºC em comparação com os níveis pré-industriais estará fora do nosso alcance e o aprofundamento da crise climática poderá ser irreversível. Diante de tal cenário, o investimento em inovação para o desenvolvimento de tecnologias limpas em todos os setores produtivos se tornou fundamental para superarmos o desafio de frear a crise climática. Aí entram em cena as chamadas climate techs , startups dedicadas a buscar soluções tecnológicas para tornar mais sustentáveis as produções agrícola e industrial, para melhorar a gestão dos resíduos e para ampliar o uso de energia limpa no setor de logística e transporte, para citar apenas algumas entre as muitas possibilidades de aplicação de tecnologias sustentáveis.           As atuações das climate techs podem ser agrupadas em três grandes grupos: remoção ou redução de emissões de GEEs, adaptação aos impactos das mudanças climáticas e ampliação do nosso conhecimento e entendimento sobre o clima global. Desde 2005, o primeiro grupo foi o que recebeu maior volume de investimentos, em especial nos setores de produção de veículos elétricos, energia e transportes. Ao longo do mesmo período, a América do Norte e a Ásia foram as regiões onde, estima-se, a maior quantidade de recursos foi destinada à inovação em tecnologia climática. Os Estados Unidos e a China protagonizaram tais investimentos em seus respectivos continentes.        "}]