[{"jcr:title":"Alumna se destaca na área de autorregulação do mercado financeiro"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Alumna se destaca na área de autorregulação do mercado financeiro","jcr:description":"A economista Priscilla Sorrentino credita à formação executiva no Insper parte importante de seu desenvolvimento profissional"},{"subtitle":"A economista Priscilla Sorrentino credita à formação executiva no Insper parte importante de seu desenvolvimento profissional","author":"Insper","title":"Alumna se destaca na área de autorregulação do mercado financeiro","content":"A economista Priscilla Sorrentino credita à formação executiva no Insper parte importante de seu desenvolvimento profissional   Tomaz Affonso Penner   Priscilla Sorrentino é alumna do [MBA Executivo em Finanças do Insper](https://www.insper.edu.br/pos-graduacao/mba/mba-executivo-em-financas/) , que cursou de 2011 a 2013. A economista teve uma carreira construída na área de autorregulação dos mercados financeiro e de capitais, na qual atua desde 2003. Atualmente, ela é gerente de Supervisão de Intermediação e Certificação, área responsável pelos segmentos de Ofertas Públicas, Negociação, Distribuição e Certificação na [Anbima, a Associação Brasileira dos Mercados Financeiro e de Capitais](https://www.anbima.com.br/pt_br/pagina-inicial.htm) . Priscilla credita à formação executiva no Insper parte importante de sua posição profissional atual, por ter lhe proporcionado experiências e aprendizados nas áreas de negócios e gestão, além da formação de um networking com colegas da pós-graduação. O [MBA](https://www.insper.edu.br/pos-graduacao/mba/) trouxe, ainda, contribuições importantes para suas habilidades de lideranças de projetos e pessoas, conforme ela destaca no bate-papo a seguir. Confira: Conte um pouco sobre sua carreira e sobre sua experiência no Insper. Iniciei minha trajetória profissional na supervisão de fundos de investimento, ainda muito jovem e cursando faculdade de economia. Foi a porta de entrada para o mercado financeiro e de capitais, ramo com o qual me identifiquei e soube que gostaria de seguir carreira. De supervisão de fundos de investimentos, migrei para a supervisão de ofertas públicas, segmento no qual atuo hoje como gerente. Além desse setor, com o passar dos anos, fui acumulando outras responsabilidades como gerente, sendo responsável também pela supervisão de negociação de instrumentos financeiros, certificação e distribuição de produtos de investimento. Um marco importante na minha carreira foi participar ativamente da concepção do primeiro convênio de parceria com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários, autarquia vinculada ao Ministério da Economia), cuja formalização exigia que os profissionais envolvidos fossem treinados e se mantivessem atualizados por meio de cursos. A experiência no Insper trouxe o gabarito necessário para atuação contínua na parceria com a CVM, com a qual tenho outros convênios firmados. Atualmente, você é gerente de Supervisão na Anbima. O que considera fundamental para ter chegado a essa posição? Inicialmente, a consciência de que grandes responsabilidades trazem a necessidade de estar rodeada de bons profissionais, trabalhar em equipe e ter compromisso com resultados. Individualmente, considero que foi fundamental sempre buscar desafios e me preparar para eles. A zona de conforto nunca foi um lugar que eu gostava de ficar e, portanto, sempre estava atenta e disponível às novas oportunidades. Chegar a essa posição só foi possível com o reconhecimento dos meus superiores, com o  apoio de muitos colegas que liderei, com o comprometimento e engajamento em todos os projetos onde fui envolvida e, com toda certeza, por ter estudado e me aprofundado em assuntos que eu percebia que poderiam ser os próximos passos profissionais. Quais os principais desafios de ser uma mulher atuando no mercado de capitais? Anos atrás, o principal desafio era a aceitação da atuação em um mercado predominantemente masculino. A participação de uma mulher – ainda mais se fosse jovem – não era algo comum. Por esse motivo, estar bem preparada, ter conhecimento e desenvolver um excelente trabalho passavam a ser passaporte de credibilidade e necessidade para convencer os mais conservadores de que havia espaço para nós. Felizmente, as coisas foram mudando e hoje temos diversas mulheres no mercado e muitas em papel de destaque. No entanto, sei que eu e muitas dessas mulheres precisaram desempenhar atividades de forma mais árdua para justificar o nosso espaço e comprovar a nossa competência. Como o Insper apoiou sua carreira? O Insper foi pré-requisito do meu Superintendente Geral para que eu almejasse novas posições. Quando comecei a me interessar por outros assuntos dentro da empresa, às vezes já com altas jornadas diárias, ele foi categórico em avisar que seria necessário eu ajustar minha agenda e fazer um MBA, como condição para minha trilha de carreira. Com essa sinalização, também achei importante estudar em um ambiente reconhecido pelo mercado em que atuo. Nesse momento, surgiu alguém com papel fundamental para indicar o Insper como esse ambiente reconhecido: o professor Ricardo Rocha. Minha entrada foi muito apoiada por ele, que já me conhecendo pelo trabalho que eu vinha apresentando na Anbima, recomendou o MBA executivo em Finanças. Ele não poderia ter sido mais assertivo e eu ter feito melhor escolha. Muitos assuntos trouxeram mais tecnicidade para o meu dia a dia, visão para os projetos em equipe, bem como me prepararam melhor para assumir pautas de liderança e gestão. [Quer ler mais sobre pós-graduação, MBA e o universo da educação? 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