[{"jcr:title":"Insper utiliza tecnologia da Nvidia para aprimorar seus cursos de Computação"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Insper utiliza tecnologia da Nvidia para aprimorar seus cursos de Computação","jcr:description":"Uma das soluções adotadas, a virtualização de GPUs, possibilita que os estudantes tenham maior capacidade computacional em suas máquinas domésticas"},{"subtitle":"Uma das soluções adotadas, a virtualização de GPUs, possibilita que os estudantes tenham maior capacidade computacional em suas máquinas domésticas","author":"Ernesto Yoshida","title":"Insper utiliza tecnologia da Nvidia para aprimorar seus cursos de Computação","content":"Uma das soluções adotadas, a virtualização de GPUs, possibilita que os estudantes tenham maior capacidade computacional em suas máquinas domésticas   Para ampliar a capacidade de processamento à disposição dos alunos em suas casas, o Insper desenvolveu uma solução inovadora utilizando a tecnologia da Nvidia Enterprise já existente em máquinas do laboratório de supercomputação da escola. Essa solução é fruto de um trabalho conjunto de professores e alunos do Insper, com o apoio da própria Nvidia, empresa com sede em Santa Clara, na Califórnia, que inventou a GPU (unidade de processamento gráfico) e redefiniu a computação gráfica moderna, a computação de alto desempenho e a inteligência artificial. A parceria do Insper com a divisão Enterprise da Nvidia, já antiga, cresceu para atender a novas demandas. Alguns cursos necessitam de alto volume de processamento de dados, envolvendo técnicas de machine learning e inteligência artificial, entre outras. Para que todos os alunos tivessem acesso ao alto poder computacional, foram obtidas pela escola licenças de vGPU do tipo [vCS (Nvidia Virtual Compute Server)](https://www.nvidia.com/pt-br/data-center/virtual-compute-server/) para o uso remoto das 8 GPUs [Nvidia V100](https://www.nvidia.com/en-us/data-center/v100/) . O uso da plataforma de virtualização de GPU se mostrou essencial a todos os alunos, como observaram os professores do Insper, principalmente porque nem todos os estudantes têm acesso a máquinas de alto desempenho fora da instituição, o que dificultava a aprendizagem. “Durante as aulas, era preciso criar uma fila de espera para oferecer individualmente aos alunos o recurso de processamento da placa gráfica. Solucionamos o problema implementando uma tecnologia capaz de virtualizar a GPU e entregar alta capacidade computacional de forma padronizada a todos os estudantes ao mesmo tempo, sem filas ou esperas. Pioneiros nessa solução, somos o primeiro instituto no Brasil a utilizar esta arquitetura”, afirma o engenheiro Tiago Demay, responsável técnico pelo laboratório de redes e supercomputação da Insper. “Nós iniciamos essa jornada de valorização da tecnologia em nossos cursos há seis anos, quando implantamos nosso curso de [Engenharia da Computação](https://www.insper.edu.br/graduacao/engenharia/engenharia-de-computacao/) . E agora um novo patamar será alcançado com o curso de [Ciência da Computação](https://www.insper.edu.br/graduacao/ciencia-da-computacao/) . Essa é uma área crescente em demanda no País e no mundo”, afirma Demay. As licenças de [vCS (Nvidia Virtual Compute Server)](https://www.nvidia.com/pt-br/data-center/virtual-compute-server/)  possibilitam que todos os usuários da infraestrutura de desktop virtual possam aproveitar o poder de uma GPU. Com o equipamento, é possível que uma carga de trabalho de treinamento de deep learning , por exemplo, execute determinados projetos até 50 vezes mais rapidamente que um servidor com apenas CPUs. Entre os principais benefícios de utilizar várias GPUs virtuais ao mesmo tempo estão: otimização de tempo, mais fluidez, segurança e ainda poder ser utilizado em praticamente qualquer lugar. “É muito importante para a Nvidia possibilitar que os alunos do Insper tenham acesso a esse poder computacional por meio da nossa tecnologia. Sabemos o quanto um ensino de qualidade é fundamental e poder incentivar e guiar esses jovens em suas carreiras é inspirador. Buscamos sempre manter parcerias com instituições de ensino para formar profissionais cada vez preparados e com mais conhecimento das tecnologias e inovações do momento”, afirma Marcio Aguiar, diretor da divisão Enterprise da Nvidia para América Latina. “O uso da virtualização proporcionada permite aos alunos explorar diversos cenários de cargas de trabalho computacional, possibilitando a avaliação do sizing necessário para suas demandas”, ressalta o pesquisador e professor [André Filipe de Moraes Batista](https://www.insper.edu.br/pesquisa-e-conhecimento/docentes-pesquisadores/andre-filipe-de-moraes-batista/) , coordenador técnico do [Centro de Ciência de Dados do Insper.](https://www.insper.edu.br/pesquisa-e-conhecimento/centro-de-ciencia-de-dados/)   Vantagens para os alunos O aluno Pedro Paulo Mendonça, do curso de Engenharia de Computação, foi um dos estudantes que se beneficiaram com a tecnologia da companhia. “Sou de outra cidade e tive que utilizar os recursos da solução da Nvidia Enterprise remotamente”, diz ele. O Insper ofereceu máquinas virtuais para que estudantes como Mendonça pudessem rodar alguns códigos de busca de paralelismo em GPU (algoritmos de programação empregados dependendo da quantidade de dados a processar). “Particularmente, com a minha placa de vídeo local, eu teria uma eficiência muito baixa para rodar esses códigos, esperando cerca de duas ou três horas para obter resultados. Já com a infraestrutura que o Insper nos proporcionou, utilizando os recursos das Nvidia Tesla V100, consegui obter resultados em um ou dois minutos.” [Outro projeto](https://www.insper.edu.br/noticias/estudantes-desenvolvem-software-para-auxiliar-pessoas-com-deficiencia-visual/) que o aluno está realizando, ao lado dos colegas Pedro Vero Fontes, Rafael Almada e Gabriela Caruso, é um processamento e reconhecimento de imagens com uso de machine learning para poder auxiliar na vida de pessoas que têm deficiência visual severa. “O principal benefício obtido, sem dúvida, foi o tempo de processamento, que facilitou muito as descobertas durante o projeto e nos permitiu mensurar o impacto do hardware durante o desenvolvimento de diferentes tipos de aplicações”, afirma Mendonça. O software desenvolvido pelos alunos atua como se fosse um assistente pessoal para pessoas com deficiência visual, por meio do reconhecimento de imagens por câmeras. Esse dispositivo vai identificar e falar para o usuário sobre as coisas que estão a sua volta, ler textos etc. Para fazer isso de forma personalizada, é necessário treinar redes neurais (de inteligência artificial) com uma infinidade de imagens “tagueadas” com seus nomes, ou seja, o que cada uma representa: seja um carro, seja uma moto ou uma faixa de pedestre, entre outros. Além de Mendonça, a estudante Gabriela Caruso é mais uma que se favoreceu da tecnologia e usou a virtualização da Nvidia para realizar projetos da faculdade. “Utilizei a ciência da companhia para a disciplina de Supercomputação do sétimo semestre de Engenharia da Computação. Nessa disciplina, criamos implementações eficientes para diversos problemas computacionais difíceis, além da utilização de recursos multicore e paralelismo em GPU”, diz. Gabriela ressalta também que, sem a GPU da Nvidia, não conseguiria utilizar seu computador para uma das disciplinas do curso e, consequentemente, finalizar seus trabalhos. Atualmente, as virtualizações de GPU são utilizadas por aproximadamente 64 alunos de disciplinas específicas do Insper, os quais necessitam de alto poder de desempenho, como machine learning , supercomputação e computação em nuvem. “É maravilhoso ver como a tecnologia que desenvolvemos na Nvidia está possibilitando que essas mentes ávidas por conhecimento possam trazer à realidade não só o necessário para iniciar suas carreiras e obter seus diplomas, mas também projetos que irão melhorar a vida de muita gente”, diz Marcel Saraiva, gerente de contas sênior para indústrias de saúde e finanças da divisão Enterprise da Nvidia. “A genialidade das pessoas, muitas vezes, só precisa de uma pequena ajuda para florescer.”"}]