[{"jcr:title":"Inovação na saúde requer habilidades individuais e de grupo","cq:tags_0":"centro-de-conhecimento:hub-de-inova--o-e-empreendedorismo-paulo-cunha"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Inovação na saúde requer habilidades individuais e de grupo","jcr:description":"As pessoas precisam saber inventar e liderar e as empresas devem estar abertas ao desafio, diz Blade Kotelly, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts"},{"subtitle":"As pessoas precisam saber inventar e liderar e as empresas devem estar abertas ao desafio, diz Blade Kotelly, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts","author":"Ernesto Yoshida","title":"Inovação na saúde requer habilidades individuais e de grupo","content":"[ ](https://www.youtube.com/watch?v=72NjlW3UBvg) As pessoas precisam saber inventar e liderar e as empresas devem estar abertas ao desafio, diz Blade Kotelly, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts   Leandro Steiw   O setor de saúde não precisa inventar a roda em busca de inovação. Basta aplicar o que todos os casos de sucesso já fizeram, independentemente da área. Professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Blade Kotelly apresentou um panorama da inovação na sessão “ [Innovation is Health](https://youtu.be/72NjlW3UBvg) ”, do Seminário Internacional de Inovação, organizado pelo Hub de Inovação Paulo Cunha do Insper. Kotelly acredita que a cultura da inovação tem três níveis, sendo dois individuais e um de grupo. No nível particular, todos precisam ter habilidades de invenção e de liderança, mesmo que não tão aprofundadas, mas suficientes para saber assumir o processo e ter confiança nele. O terceiro nível envolve a crença compartilhada de que a organização está aberta ao desafio, disposta a ser questionada e dar feedback aos colaboradores e buscar soluções. As pessoas que, no dia a dia, esperam ser desafiadas reagem normalmente à linguagem da inovação. Alguns podem ser inventores, mas não inovadores, observou Kotelly. Os primeiros são talentosos e fornecem novas ideias, mas não conseguem mobilizar quem está em volta porque não sabem liderar. Frequentemente, conseguem implantar os seus projetos se trabalharem sozinhos, feito loucos, por horas a fio. Não é disso que as organizações precisam. Por sua vez, quem é apenas um líder hábil também é perigoso para a empresa, pois pode matar a inovação antes que ela aconteça. O líder que não sabe inventar é ótimo em organização e modelagem de coisas erradas e pouco eficazes. Professor de design thinking e experiência do usuário, Kotelly disse que, felizmente, é possível complementar as carências em nível individual. “Qualquer pessoa pode aprender a ser empreendedor”, afirmou. “Não há um único perfil. As pessoas têm certas habilidades, assim como, na Apple, Steve Jobs tinha Steve Wozniak.” Como manter a inovação nos trilhos? “Procure e celebre as pequenas vitórias”, recomendou o professor. “Falávamos para quatro pessoas, agora para cinco? É uma pequena vitória. Aprendemos algo com isso? Outra pequena vitória. Crie oportunidades para ter essas vitórias. Elas mantêm a motivação.”"}]