[{"jcr:title":"Cantora nas horas vagas, aluna do curso de Economia preside o Insper Music"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Cantora nas horas vagas, aluna do curso de Economia preside o Insper Music","jcr:description":"Beatriz Hyde diz que a organização estudantil de música pretende não somente desenvolver as habilidades artísticas dos alunos, como também explorar o mercado na prática"},{"subtitle":"Beatriz Hyde diz que a organização estudantil de música pretende não somente desenvolver as habilidades artísticas dos alunos, como também explorar o mercado na prática","author":"Ernesto Yoshida","title":"Cantora nas horas vagas, aluna do curso de Economia preside o Insper Music","content":"Beatriz Hyde diz que a organização estudantil de música pretende não somente desenvolver as habilidades artísticas dos alunos, como também explorar o mercado na prática   Bruno Toranzo   As habilidades artísticas de Beatriz Hyde, aluna do 2º semestre do curso de Economia do Insper, chamaram a atenção da sua família desde os 5 anos de idade. Hoje com 19 anos, Beatriz, que já deu aulas de violão e de canto, é conhecida por um público muito maior do que seus familiares. Isso porque ela canta e faz sucesso em bares da Vila Madalena, bairro boêmio da capital paulista, como forma de praticar esse hobby — no momento, ela afirma não ter planos de seguir a carreira da música. “Cheguei a gravar um vídeo e mandar para a TV Globo quando eu era criança. Sempre cantei em eventos escolares e igrejas, o que inclui participações em competições de banda”, diz Beatriz. “Já cantei inclusive no bar em frente ao Insper que é muito frequentado pelos alunos.” A estudante tem uma conta no [Instagram](https://www.instagram.com/biahydemusic/) para divulgar suas apresentações. Nos vídeos publicados nessa rede social, ela canta músicas de sucesso como as da artista Rihanna, sua principal fonte de inspiração. A paixão pela música está servindo a outro propósito: o de desenvolvimento da organização estudantil Insper Music. Esse hub voltado para música, criado no segundo semestre deste ano, pretende não somente desenvolver as habilidades musicais dos alunos, como também explorar o mercado musical. Como presidente do Insper Music, Beatriz traz sua experiência com música, relacionando com os conhecimentos obtidos no curso de Economia, para inspirar outros alunos que queiram de alguma forma atuar nesse mercado. “É claro que não existem apenas artistas nesse universo. Há diversos personagens envolvidos, como gravadoras e produtoras. O Insper Music tem como objetivo mapear essas dinâmicas para demonstrar como elas funcionam. Para isso, já temos parcerias com escolas de música famosas, artistas conhecidos,   bares e restaurantes”, explica. Esses parceiros também ajudam os alunos a compreender o mercado musical na prática, por meio da aplicação dos conhecimentos obtidos no Insper Music. Desde o início, um dos objetivos traçados foi fazer com que o Insper tenha um núcleo de negócios especializado em música. O Brasil é o 11º maior mercado fonográfico do mundo, com 2,1 bilhões de reais de faturamento no ano passado, de acordo com a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês). As oportunidades vão muito além daquelas disponíveis para quem tem habilidades artísticas. No Insper Music, assim como no mercado, há igualmente necessidade de colaboradores para áreas como marketing, financeiro, RH, eventos e tecnologia, que são fundamentais para o sucesso do artista. Existem, na visão de Beatriz, algumas particularidades no perfil do profissional que deseja trabalhar nessas áreas. O mais relevante é saber lidar com diferentes perfis, já que os artistas têm essa característica voltada para a diversidade. “Por isso, nossa meta é estimular esse soft skill  entre os alunos integrantes do Insper Music”, afirma a estudante.   Questões jurídicas contratuais “No Insper Music, queremos abrir mais uma área administrativa, a de direito, para análise de contratos musicais com as gravadoras, especialmente em relação aos direitos autorais. “Estamos conversando com outras entidades dentro do Insper a fim de promover parcerias e projetos conjuntos voltados para expandir o nosso núcleo jurídico”, diz Beatriz. Esse suporte é relevante para os artistas, que, geralmente, não têm ideia de como proceder nessas questões contratuais. De um lado, está a gravadora, que tem experiência e profissionais jurídicos, e de outro, o artista, que, no início de carreira, costuma estar desassistido. Desde sua criação, o Insper Music já participou de vários eventos beneficentes do Insper, como a Campanha Transforme, voltada para a arrecadação de fundos para o programa de bolsas da instituição de ensino. “Estaremos em outros eventos como esse, assim como pretendemos fechar parcerias com entidades sociais para realizar shows beneficentes, e projetos sociais com doação de instrumentos criados pela nossa área de tecnologia em datas como Dia das Crianças e Natal”, diz Beatriz."}]