[{"jcr:title":"Startups buscam soluções para os desafios da gestão pública no Brasil"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Startups buscam soluções para os desafios da gestão pública no Brasil","jcr:description":"Mais da metade das govtechs do país adota o Software as a Service como modelo de negócios e quase um terço encontra-se no estágio inicial de crescimento, aponta pesquisa"},{"subtitle":"Mais da metade das govtechs do país adota o Software as a Service como modelo de negócios e quase um terço encontra-se no estágio inicial de crescimento, aponta pesquisa","author":"Ernesto Yoshida","title":"Startups buscam soluções para os desafios da gestão pública no Brasil","content":"Mais da metade das govtechs do país adota o Software as a Service como modelo de negócios e quase um terço encontra-se no estágio inicial de crescimento, aponta pesquisa   Bernardo Vianna   O Brasil, de acordo com o Banco Mundial, está entre os 10 países do mundo mais bem preparados para desenvolver soluções tecnológicas para os desafios da gestão pública. O [Índice de Maturidade GovTech](https://www.insper.edu.br/noticias/mundo-com-mais-pessoas-conectadas-abre-espaco-para-digitalizacao-da-gestao-publica/) (GTMI, na sigla em inglês) avalia o suporte a sistemas governamentais, a entrega dos serviços, o engajamento dos cidadãos e o ambiente de fomento às govtechs — startups que têm os governos como seus clientes e que buscam oferecer formas de melhorar a gestão das políticas públicas em áreas como educação, saúde e segurança.     Para melhor compreender o universo da govtechs , o hub de inovação [BrazilLAB](https://brazillab.org.br/) , cujo objetivo é conectar startups e o poder público, partiu das informações disponíveis na base de dados da [Associação Brasileira de Startups](https://abstartups.com.br/) para identificar e entrevistar as empresas tecnológicas brasileiras com modelo de negócios B2G — business to government . Embora apenas 40 das companhias nesse universo tenham explícito o foco no serviço governamental, a pesquisa identificou mais de 700 startups voltadas à educação, mais de 400 na área de saúde e mais de 200 em logística e mobilidade urbana, além de dezenas de outras focadas em áreas como meio ambiente ou segurança e defesa. “Todas essas áreas têm um significativo potencial de atuação junto a governos e, portanto, potencial para fornecer serviços aos governos, se tornando govtechs ”, avaliou a pesquisa.     De acordo com a pesquisa do BrazilLAB, um “ponto comum destacado por todos os entrevistados foi a necessidade de alteração da mentalidade dos gestores públicos, pois […] a grande maioria desconhece a própria existência de soluções tecnológicas inovadoras capazes de revolucionar a prestação dos serviços públicos”. A pesquisa levantou, ainda, o grau de maturidade das govtechs brasileiras e observou que quase um terço delas encontra-se no estágio de tração, ou seja, de início de crescimento. O estágio seguinte é o de ganho de escala, no qual 11% das govtechs brasileiras se encontram. Já em relação ao modelo de negócios adotado, a pesquisa verificou que mais da metade das startups que têm governos como clientes operam no modelo de Software as a Service (SaaS), o que significa que oferecem serviços de software executados na nuvem e cobram por essa utilização remota da aplicação, não por sua venda direta.    "}]