[{"jcr:title":"Professores do Insper são bateristas nas horas vagas"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Professores do Insper são bateristas nas horas vagas","jcr:description":"Paulo de Paiva Amaral e Alex Bottene, que lecionam Biomedical Manufacturing no curso de Engenharia, compartilham o campo de conhecimento, a turma de alunos e o hobby"},{"subtitle":"Paulo de Paiva Amaral e Alex Bottene, que lecionam Biomedical Manufacturing no curso de Engenharia, compartilham o campo de conhecimento, a turma de alunos e o hobby","author":"Ernesto Yoshida","title":"Professores do Insper são bateristas nas horas vagas","content":"Paulo de Paiva Amaral e Alex Bottene, que lecionam Biomedical Manufacturing no curso de Engenharia, compartilham o campo de conhecimento, a turma de alunos e o hobby A banda Arbusto, com Paulo de Paiva Amaral na bateria (ao centro)   Tiago Cordeiro   [Paulo de Paiva Amaral](https://www.insper.edu.br/pesquisa-e-conhecimento/docentes-pesquisadores/paulo-de-paiva-amaral/) é pesquisador nas áreas de bioengenharia, genética molecular e bioquímica. Tem mestrado pela Universidade de São Paulo e Ph.D. pela Universidade de Queensland e já atuou na Universidade de Cambridge e no Milner Therapeutics Institute, também em Cambridge. Foi professor visitante em instituições de ensino superior em Roma, Milão, Estocolmo e Uppsala. Como professor e pesquisador do Insper, atua na intersecção de biologia molecular com bioengenharia e no desenvolvimento de técnicas e ferramentas analíticas para o estudo de biomoléculas. Já [Alex Bottene](https://www.insper.edu.br/pesquisa-e-conhecimento/docentes-pesquisadores/alex-camilli-bottene/) é doutor em engenharia de produção, mestre em engenharia mecânica, com experiência em pesquisa e desenvolvimento em processos avançados de manufatura de estruturas leves. No Insper, é professor das áreas de design para manufatura, processos de fabricação, processos avançados de manufatura e gestão integrada da manufatura. Também coordena o laboratório [TechLab](https://www.insper.edu.br/techlab/) , dedicado ao ensino de métodos de fabricação da indústria. Os dois professores são responsáveis pela disciplina Biomedical Manufacturing, do curso de Engenharia. E, nas horas vagas, também têm em comum o hobby: tocar bateria. “Toquei em bandas por muitos anos e fiz alguns tours, incialmente como vocalista e depois como baterista, principalmente tocando covers e algumas músicas autorais, incluindo nas casas mais tradicionais da cena de rock de Brasília”, relata Amaral. “Hoje toco mais por diversão com minha ex-banda, chamada Arbusto.” O melhor momento da carreira como músico amador, diz ele, aconteceu durante um festival em Campo Grande (MS): “Tocamos para mais de 6 mil pessoas!”.   Alex Bottene tocando bateria em uma igreja Mão na massa Já Bottene começou a praticar em 2014, quando iniciou o doutorado. “Foi uma forma de relaxar e tentar um outro instrumento musical, já que as cordas não funcionaram. Comecei transformando o primeiro pagamento da bolsa em uma bateria eletrônica (morava em um apartamento na época) e tentando conhecer os batuques de forma autodidata”, diz Bottene. “Após uns três meses me divertindo e não tocando nenhuma música, resolvi me matricular em um curso e aprender o instrumento.” Desde então, ele vem praticando no tempo livre. “Não imagino um dia fazer isso de forma profissional, mas venho tocando em bandas de amigos para encarar a emoção de tocar em público. Como professor, acho que isso é um dos grandes aprendizados que a bateria me trouxe para a carreira”, relata Bottene, que tem dois estilos de preferência: blues e rock. Aliás, esse não é o único hobby do professor. Bottene é também padeiro — herança dos tempos em que acompanhava sua avó, dona Luiza, na cozinha. “Massas sempre foram as minhas preferidas. Acho que pelo motivo simples: causava muita bagunça e sempre rendia boas rodas de família e amigos. Até que, em 2019, no Insper, conheceu uma colega que sabia fazer pães de fermentação natural. “Ela me forneceu, em dezembro, uma isca do seu levain (o fermento natural). O coitado foi parar na casa de um outro amigo que o esqueceu e a isca morreu de fome durante o recesso de final de ano. Começou dessa forma trágica, mas logo depois consegui outra muda e iniciei nesta fase da panificação natural.” A pandemia permitiu acelerar o conhecimento. “Fiz cursos online e dois presenciais, com chefs da panificação que tinham sempre algo em comum: amavam a panificação mas eram profissionais em outras áreas. O meu caso!” Agora ele faz dois a quatro pães por fim de semana. “Desses, um é meu e o resto acaba indo para amigos, família e colegas que, sem saberem, claro, são minhas cobaias nesta nova carreira que sigo”. Bottene deixa o recado: “Se quiser aprender a fazer o seu, conta comigo!”. Alex Bottene mostrando suas habilidades na cozinha  "}]