[{"jcr:title":"Inovação na produção agrícola e impulso ao ecossistema de startups","cq:tags_0":"centro-de-conhecimento:hub-de-inova--o-e-empreendedorismo-paulo-cunha"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Inovação na produção agrícola e impulso ao ecossistema de startups","jcr:description":"Com mais de 40 mil colaboradores de diversas regiões do país e do mundo, empresa de energia Raízen utiliza abordagens de comunicação diferentes para estimular a inovação "},{"subtitle":"Com mais de 40 mil colaboradores de diversas regiões do país e do mundo, empresa de energia Raízen utiliza abordagens de comunicação diferentes para estimular a inovação ","author":"Ernesto Yoshida","title":"Inovação na produção agrícola e impulso ao ecossistema de startups","content":"Com mais de 40 mil colaboradores de diversas regiões do país e do mundo, a empresa de energia Raízen utiliza abordagens de comunicação diferentes para estimular a inovação   Marilia Lazzeri, gerente de cultura da Raízen   Bruno Toranzo   Uma cultura organizacional voltada para a inovação precisa dialogar com todos os colaboradores e, para isso ser efetivo, é preciso levar em conta os diferentes perfis de profissional. Na Raízen, empresa de energia que conta com um time de mais de 40 mil pessoas, esse desafio é enorme. “São perfis profissionais variados, pessoas de diversas regiões do Brasil e do mundo, com culturas diferentes e que usam canais de comunicação distintos”, diz Marilia Lazzeri, gerente de cultura da empresa. A Raízen é um ecossistema integrado de energia, que conta com 35 bioparques de energia — que produzem açúcar, etanol, biogás e bioenergia —, distribuição e comercialização de combustíveis da marca Shell no Brasil, na Argentina e no Paraguai e com operações de trading que comercializam produtos em todo o mundo. “A comunicação e o engajamento são diferentes nas unidades, o que demanda abordagens e linguagens distintas. Um exemplo disso é que, ao mesmo tempo em que temos pessoas 100% conectadas às nossas plataformas digitais, temos também pessoas na área agrícola que muitas vezes trabalham em locais com difícil acesso a sinal de celular”, diz Marília. Para avançar nessa agenda de inovação, a empresa investe na capacidade de se comunicar e de engajar a liderança, que deve estar comprometida com esses valores como forma de levar esse aspecto da cultura organizacional para todos. Por isso, segundo Marília, dar abertura para o time está entre as prioridades das lideranças, que permitem às equipes investir tempo para buscar soluções inovadoras. “Incentivamos o time a trazer ideias e soluções diferentes. O destaque vai para as metodologias ágeis, que já estão presentes em muitas áreas na Raízen”, afirma Marília. A executiva explica que a empresa começou inovando nos processos de produção, como na mecanização e automatização agrícolas e no acompanhamento dos veículos automotores envolvidos nesse trabalho. A colheita é totalmente mecanizada, com o monitoramento do solo feito por drones, tecnologia que faz diferença na produtividade. Já a totalidade da frota conta com dispositivos de rastreamento e câmeras, com o objetivo de prevenir acidentes. A Raízen possui capacidade instalada para moagem de 105 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, tendo cerca de 1,3 milhão de hectares de áreas agrícolas cultivadas com tecnologia de ponta e colheita mecanizada. Na safra 2021/2022, produziu 3,5 bilhões de litros de etanol, 6,2 milhões de toneladas de açúcar e 2,9 terawatt-hora de bioenergia proveniente da biomassa de cana-de-açúcar.   Ecossistema de startups Feito esse trabalho de inovação, a empresa buscou se conectar com o ecossistema de startups, por meio do Pulse, seu  hub de inovação criado em 2017. “Já temos 58 startups parceiras, com a proposta de desenvolver tecnologias para além do agronegócio, que nos apoiam no grande propósito de redefinir o futuro da energia. Aqui falamos muito sobre estarmos presentes do campo ao posto, da indústria à residência, da palavra ao algoritmo, mas sempre de pessoas para pessoas”, diz Marília. Nessa linha, o posto já está em transformação, com a oferta de cada vez mais serviços, em um contexto de novas formas de relacionamento dos consumidores com os seus carros, o que muda inclusive sua jornada de abastecimento. “Em junho de 2022, por exemplo, avançamos na agenda de eletromobilidade ao inaugurar a primeira estação de recarga elétrica, o Shell Recharge do Brasil. Nossa missão é estar presente na vida das pessoas e oferecer energia de que a sociedade precisa hoje e amanhã”, diz Marília. Dessa forma, a empresa tem ampliado seu portfólio de energias renováveis, como etanol de segunda geração, biogás, biometano e energia elétrica produzida a partir de fontes 100% limpas e renováveis, como solar, pequenas centrais hidrelétricas e aterros urbanos. A meta é ter, até 2030, 80% do Ebitda gerado por negócios e fontes renováveis. O Pulse permite que projetos sejam testados com a chancela da Raízen em áreas produtivas da empresa. Ao fazer isso, cria uma conexão entre todos os players da cadeia, como investidores, futuros talentos, formadores de opinião, universidades e startups, para criar soluções que atendam aos desafios da companhia. “O time de inovação do Pulse atua em projetos de várias áreas da Raízen aplicando as principais metodologias do mercado. Essa integração faz com que a inovação esteja incorporada em tudo que fazemos”, destaca Marília. E os colaboradores estão percebendo essa cultura inovativa. De acordo com as pesquisas internas de clima e de engajamento, a visão de longo prazo da empresa está entre as diretrizes mais bem avaliadas pelos profissionais."}]