[{"jcr:title":"Networking corporativo: como estabelecer uma rede de contatos profissionais sólida?"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Networking corporativo: como estabelecer uma rede de contatos profissionais sólida?","jcr:description":"Valentin Manfrin, alumnus de MBA Executivo, fala sobra a importância do networking para a sua carreira"},{"subtitle":"Valentin Manfrin, alumnus de MBA Executivo, fala sobra a importância do networking para a sua carreira","author":"Elaine","title":"Networking corporativo: como estabelecer uma rede de contatos profissionais sólida?","content":"Saiba como ter um networking corporativo sólido com as dicas a seguir Há um senso comum sobre a importância de se formar um bom networking para conquistar aquela sonhada vaga de emprego, redirecionar uma carreira, obter uma recolocação no mercado de trabalho, fechar negócios ou encontrar parceiros. Até que ponto isso é verdade? Os recrutadores garantem que o networking é essencial na trajetória de um profissional, independentemente se recém-formado ou mais experiente. Contudo, a importância do networking vai muito além dos objetivos citados no início do texto. O compartilhamento de experiências, o fomento de debates inspiradores, as soluções para problemas corporativos e os entraves da gestão de negócios são alguns pontos atrativos que decorrem de um networking de excelência. Para construir uma rede de contatos produtiva assim, é preciso muito mais que adicionar contatos de interesse. Afinal, depois de passar mais de um ano desde o início da pandemia da covid-19, o aumento da interação remota e do home office provocaram uma série de problemas físicos, cognitivos, emocionais e comportamentais, em maior ou menor grau, com a superexposição no ambiente virtual. Resultado: nem todos estão tão abertos para contatos iniciais com desconhecidos — ou, digamos, com conhecidos não tão próximos assim. Não é só o Linkedin Quando se trata de fazer networking profissional, a primeira rede social que lembramos é o Linkedin. Embora não seja a única, é certamente a mais usada e conhecida mundialmente. Para se ter uma ideia, nada menos do que 130 pessoas se inscrevem na plataforma a cada minuto, totalizando 750 milhões de usuários no mundo. Destes, 51 milhões são brasileiros — colocando o Brasil em quarto lugar, atrás dos Estados Unidos, Índia e China. Ao contrário do Tik Tok ou Snapchat, voltados para o entretenimento, o Linkedin surgiu focado no mundo dos negócios e ganhou outras funcionalidades inovadoras com o passar do tempo. O networking seria uma das funções mais atraentes da plataforma ao facilitar a conexão com organizações e também com executivos dos mais variados perfis. “É preciso cuidado para não se tornar abusivo nas interações pelas redes sociais. Claro que vale a pena acionar sua rede no LinkedIn quando for necessário, mas tem de haver um vínculo com a outra pessoa para que o relacionamento flua”, afirma a coordenadora executiva de Pessoas do Insper, Renice Pombani Ton. “Para a relação dar certo, como em todas as interações interpessoais, precisamos ter empatia, trocas e conexão, o que nem sempre é possível apenas pelo envio e recebimento de mensagens”, completa Renice, que também faz um alerta. “ Networking não significa pedir algo, e sim compartilhar conhecimentos e experiências. Você estar por perto, contribuindo, ajudando, aprendendo e ensinando ao mesmo tempo. Ou seja, ter algo a oferecer.” Etiqueta online Na falta de um “guia de etiqueta” para dar início às conexões saudáveis e produtivas ou um “guia de marketing pessoal” para orientar os usuários, a recomendação é adotar, no ambiente virtual, a postura que você teria com um desconhecido num ambiente físico formal. Outra possibilidade para formar um networking sólido é aproveitar eventos que reúnam participantes com um mesmo interesse em comum, como lives ou webinars corporativos, hubs ou grupos em diversos formatos. A área de Carreiras e Desenvolvimento Profissional do Insper, por exemplo, incentivou o networking entre seus alunos dos cursos de pós-graduação lato sensu com encontros mensais online e no formato híbrido para contornar o distanciamento social imposto pelo novo coronavírus. “Os temas foram definidos pelos próprios alunos e as coordenações dos cursos, favorecendo o ‘encontro’ de pessoas no mesmo momento de carreira e que viviam desafios pessoais e profissionais semelhantes”, diz Renice. Executivo tem mais de 20 mil contatos “Ao longo da minha carreira, eu diria que de 70% a 80% dos meus novos empregos vieram da indicação de outras pessoas”, diz [Valentin Manfrin](https://www.linkedin.com/in/valentinmanfrin/) , diretor geral e fundador da [Plugiin](https://plugiin.com.br/) . A história do argentino Manfrin no Brasil começou em 2005, quando ele veio ao país para trabalhar na logística da Louis Vuitton. Graduado em engenharia industrial, em 2007 entrou no [MBA Executivo do Insper](https://www.insper.edu.br/pos-graduacao/mba/mba-executivo/) . “O que mais gostei dessa época foi o networking ”, afirma Manfrin, que chegou a São Paulo sem conhecer ninguém. “Estudei com o vice-presidente da Cisco para América Latina, Laércio Albuquerque, que teve aulas de espanhol com a minha esposa e também a indicou como professora para vários outros executivos”, relembra.  “Até hoje, ainda temos um grupo com umas 25 pessoas do MBA que conversa pelo WhatsApp. Nos encontrávamos e fazíamos churrasco todos os anos, o que infelizmente foi interrompido por conta da pandemia.” Manfrin é bem ativo no networking e tem mais de 23 mil contatos no LinkedIn. “Sempre gostei de fazer networking . Pelo menos duas vezes ao mês, me encontro pessoalmente com as pessoas. Além disso, mando convites para desconhecidos e mensagens com frequência.” Hoje, com empresa própria de serviços de tecnologia online , Manfrin está 100% focado em ampliar seu networking para captar clientes para a Plugiin. “Contratei uma agência para cuidar do Instagram, mas o LinkedIn continua comigo porque gosto. O Instagram não é o meu público, mas é importante ter presença em todas as redes socias. Quando preciso de mais informações sobre uma empresa ou alguém, vou diretamente no LinkedIn, que me abre um mundo de contatos diretos.” A seguir, veja mais 5 dicas para se conectar com profissionais do mercado: 1) Como ter um networking profissional sólido? Dedicação é um dos primeiros requerimentos para formar uma boa rede de contatos. No mundo virtual, não é somente ser adicionado a uma rede de uma pessoa, mas se comprometer com a tarefa em si, que é ampliar seus contatos profissionais. Acredite, isso envolve muito trabalho e dedicação! Já no mundo híbrido, aproveite os momentos presenciais para estreitar relações genuínas, agindo naturalmente, como em congressos, reuniões, palestras e até mesmo no momento do cafezinho. 2) Como fazer o primeiro contato? No virtual, escreva mensagens pessoais e explique por que gostaria de manter uma conexão. Lembre-se que a primeira impressão é a que fica. Use o bom senso! Seja educado e simpático na medida certa e sem excessos. Não se desanime se não obtiver retorno imediato: algumas pessoas vão te responder, e outras não. 3) Como utilizar o Linkedin de forma eficiente? Se está procurando uma vaga de emprego ou uma recolocação, conecte-se diretamente com os recrutadores que estão na plataforma ou com as agências recrutadoras. Saliente os cursos realizados recentemente ou a graduação ou pós-graduação que está frequentando. Indique que gostaria de ser contatado caso tenha uma vaga com seu perfil no futuro, o que reforça seu interesse. 4) Há outras redes sociais profissionais? Avalie se o Linkedin é realmente a melhor plataforma para sua área de atuação e suas habilidades. O [AngelList](https://angel.co/) , por exemplo, é indicada para profissionais de vários níveis procurados pelas startups e o [Xing](https://www.xing.com/) é direcionada para quem fala alemão e quer um emprego na Alemanha, Áustria ou Suíça. 5) Há outro modo de fazer networking ? Grupos que se encontram com regularidade, seja de forma remota ou híbrida, têm mais chances de formar um networking sólido. As graduações e pós-graduações são ambientes propícios para ampliar seus contatos, porque agregam em um mesmo local, durante o mesmo período, pessoas com histórico pessoal e profissional diversificado. Há também os diretórios acadêmicos e comunidades alumni das próprias escolas onde o networking pode ser extremamente prolífero. Além disso, vale a pena participar ativamente de associações de classe e organizações sem fins lucrativos, como, por exemplo, a Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), IBEF (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças), FNQ (Fundação Nacional da Qualidade), PMI (Project Management Institute), ETHOS, AMCHAM e associações setoriais (Anfavea, Abit, ABIQUIM), entre outras. [Conheça todos os nossos cursos de Graduação, Pós-graduação e Educação Executiva](https://www.insper.edu.br/cursos/)  "}]