[{"jcr:title":"Estudo analisa o desempenho de transações de private equity e venture capital no Brasil"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Estudo analisa o desempenho de transações de private equity e venture capital no Brasil","jcr:description":"Iniciativa realizada por meio de parceria entre Insper, Spectra e ABVCAP estuda o período entre 1984 e maio de 2021"},{"subtitle":"Iniciativa realizada por meio de parceria entre Insper, Spectra e ABVCAP estuda o período entre 1984 e maio de 2021","author":"Elaine","title":"Estudo analisa o desempenho de transações de private equity e venture capital no Brasil","content":"Iniciativa realizada por meio de parceria entre Insper, Spectra e ABVCAP estuda o período entre 1984 e maio de 2021 Neste mês de novembro, o Centro de Finanças do Insper divulga o estudo [Performance of Brazilian Private Equity and Venture Capital Deals. ](/content/dam/insper-portal/legacy-media/2021/11/Performance_deals_2021.pdf) Produzida em parceria com a Spectra e a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP), a pesquisa analisa o desempenho de transações de private equity (PE) e venture capital (VC) no Brasil, realizadas e liquidadas entre 1984 e maio de 2021. A segmentação foi realizada por investimentos em teses de tecnologia (Tech) e não Tech, totalizando 682 deals , sendo 260 Tech e 422 não Tech. De acordo com Andrea Minardi, professora do Insper, entre os principais pontos trazidos pelo estudo está a constatação de que, desde 2010, o número de transações de tecnologia que tem perfil de VC vêm se tornando mais relevante no Brasil. A partir de 2012, esse número ultrapassou as das transações de empresas não tech, que têm mais o perfil de transações tradicionais de PE. Outro destaque do estudo está na observação que a desvalorização cambial impactou negativamente os resultados tanto de tech quanto de não tech. Mesmo assim, o resultado em dólares foi muito bom, com múltiplo do capital investido médio de 6,3x para Tech e 2,9x para não Tech. “Isso é relevante para investidores brasileiros, que estão aumentando alocação em PE e VC, não correm risco cambial e alcançam desempenho superior aos investidores internacionais”, diz Andrea. Entre outras análises, a pesquisa ainda aponta o aumento de outliers em VC e, de forma mais modesta, em PE e a venda para outro fundo e IPO como saídas mais rentáveis para VC e PE, respectivamente. Acesse a íntegra do estudo [Performance of Brazilian Private Equity and Venture Capital Deals. ](/content/dam/insper-portal/legacy-media/2021/11/Performance_deals_2021.pdf)"}]