[{"jcr:title":"Diversidade em pauta no Insper"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Diversidade em pauta no Insper","jcr:description":"Comissão da Diversidade promoveu uma série de debates para a construção de uma sociedade mais justa e equânime"},{"subtitle":"Comissão da Diversidade promoveu uma série de debates para a construção de uma sociedade mais justa e equânime","author":"Elaine","title":"Diversidade em pauta no Insper","content":"Comissão da Diversidade promoveu uma série de debates para a construção de uma sociedade mais justa e equânime. Saiba mais como tudo aconteceu. De 9 a 13 de dezembro, a Comissão da Diversidade Insper promoveu uma série de debates para discutir temas como: o que é diversidade; construção de uma sociedade mais justa e equânime; aumento da presença feminina na liderança; identidade no campo profissional e Libras. “Nossa motivação principal para realizar a série de debates foi poder colocar em pauta, na escola, algumas temáticas que entendemos importantes de serem debatidas. A academia tem evoluído muito em seu olhar sobre Diversidade e Inclusão e, hoje, temos base mais do que o suficiente para repensar narrativas ultrapassadas. Tirar da marginalidade esses temas causa um movimento estrutural e multiplicador de cultura e de comportamentos”, conta Ricardo Jerônimo Mota, coordenador da Comissão de Diversidade do Insper. Reflexão sobre o que é diversidade As atividades iniciaram no dia 9/12 com uma roda de conversa conduzida por Carolina Gouveia, da equipe de Criação e Comunicação. “O objetivo dessa ação é ouvir a opinião dos participantes para encontrar formas de tornar a sociedade mais justa e equânime. A pluralidade do pensamento é um valor essencial para o Insper, por isso estimulamos a participação de todos para construirmos soluções mais ricas”, contou Carolina. Para estimular o debate, foram propostas dinâmicas como a classificação de folhas de diferentes formas e tamanhos, com o objetivo de promover a percepção da dificuldade de encontrar um rótulo comum para categorizá-las e a identificação de que cada folha possui sua singularidade; e a divisão dos participantes em três grupos, que compartilharam entre si suas respostas às questões: O que é diversidade? Como eu atuo para promover diversidade? Como acolher diversidade? Aumento da presença feminina na liderança – Panorama Mulher 2019. No dia 10/12, Fernando Ribeiro Leite Neto, docente-pesquisador do Insper, apresentou os resultados da pesquisa Panorama Mulher 2019. O estudo, realizado por meio de parceria entre o Centro de Estudo de Negócios do Insper e a Talenses, com o apoio institucional da ONU Mulheres, traz um comparativo histórico do lugar das mulheres nos cargos de liderança em organizações, além de recortes inéditos sobre a intersecção de raça e efeitos de políticas internas de diversidade e equidade de gênero nas empresas em operação no Brasil. Entre os principais dados, a pesquisa aponta que 19% dos cargos de liderança nas empresas brasileiras são ocupados por mulheres. “A barreira para a ascensão das mulheres está no cargo da presidência”, apontou Fernando, ao ressaltar dados que apontam 26% das posições de diretoria sendo ocupadas por mulheres, 23% na vice-presidência, 16% nos conselhos e apenas 13% na presidência. A pesquisa ainda traz conclusões como o aumento em quatro vezes da possibilidade de presença feminina no conselho e em cerca de duas vezes e meia nas vice-presidências e diretorias quando a presidência é exercida por uma mulher; a apresentação de políticas mais igualitárias de gênero e de um maior número de mulheres em cargos de liderança em empresas de capital fechado, com administração familiar e menor número de funcionários; e o desafio em relação à promoção de diversidade racial. [Acesse a íntegra do Panorama Mulher 2019](http://online.fliphtml5.com/gbcem/bczq/) Exercendo a sua identidade no campo profissional O mercado de trabalho, hoje, está buscando se encontrar com os novos anseios e exercícios de identidade do mundo contemporâneo. Para entendermos melhor como se dá, para o indivíduo, o processo de transição no trabalho para inserir a sua identidade de gênero e como as empresas podem aprender com esse processo, recebemos, no dia 11/12, Alessandro Oliveira de Souza, RH na Natura, e Adda Lygia Rissope, estudante de Moda da Universidade Federal do Piauí. Estudante de psicologia, Alessandro atua na área de RH da Natura e se identifica como não-binária. Ela nos contou sobre o seu processo de transição, as descobertas, os desafios enfrentados e as lições aprendidas. “A identidade no campo profissional passa por dar liberdade para as pessoas serem quem elas são”, ressaltou. A experiência de vida como mulher trans foi abordada por Adda, que ressaltou a importância de políticas de reconhecimento como dispositivos cruciais no reconhecimento da formação de identidade. “Nós existimos através de nosso nome. A ausência de reconhecimento abre espaço para a instituição de violências”. Carta para Além dos Muros No dia 12/12, foi realizada a exibição do documentário  Carta para Além dos Muros , dirigido por André Canto. O filme mostra a cronologia da epidemia de HIV no país por meio de relatos de especialistas e ativistas de diversas gerações e é conduzido por uma narrativa inspirada no trabalho de Caio Fernando de Abreu. O longa reúne depoimentos de mais de 30 pessoas que fazem parte dessa história, como o médico e escritor Drauzio Varella, a mãe do cantor Cazuza, Lucinha Araújo, os ex-ministros da Saúde José Serra e José Gomes Temporão. Aulão de Libras Vinícius dos Santos Pereira, da Biblioteca Telles, ministrou no dia 13/12 um aulão de Libras. Os participantes puderam conhecer e praticar cumprimentos, saudações e principais termos do dia a dia. “Importante ressaltar que nem todos os surdos usam Libras como meio de comunicação. Por isso, pergunte sempre à pessoa como ela se sente mais confortável, se utilizando a língua de sinais ou falando em português de forma mais pausada”, disse Vinícius."}]