[{"jcr:title":"Núcleo de Negócios Familiares promove debate sobre temas relacionados à família empresária"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Núcleo de Negócios Familiares promove debate sobre temas relacionados à família empresária","jcr:description":"Sucessão de gerações, governança da empresa, da sociedade e da família, conflito e gestão de expectativas entre ou intra gerações foram alguns dos assuntos colocados em discussão"},{"subtitle":"Sucessão de gerações, governança da empresa, da sociedade e da família, conflito e gestão de expectativas entre ou intra gerações foram alguns dos assuntos colocados em discussão","author":"Elaine","title":"Núcleo de Negócios Familiares promove debate sobre temas relacionados à família empresária","content":"Sucessão de gerações , governança da empresa , da sociedade e da família , conflito e gestão de expectativas entre ou intra gerações foram alguns dos assuntos colocados em discussão No dia 28 de agosto, Aline Porto e Thiago Penido, membros do [Núcleo de Negócios Familiares do Insper](/pesquisa-e-conhecimento/centro-de-estudos-em-negocios/negocios-familiares/) , promoveram uma discussão sobre temas e assuntos que embora façam parte da essência das empresas familiares, são muitas vezes pouco discutidos. No evento intitulado As questões sobre empresas familiares que você sempre quis saber, e nunca teve oportunidade de perguntar , foram abordados temas como a sucessão de gerações, governança da empresa, da sociedade e da família, conflito e gestão de expectativas entre ou intra gerações, entre outros relacionados à família empresária e seus desafios de perpetuidade e convívio. Na abertura do evento, Aline provocou os participantes com uma indagação: seria verdadeira a crença de que as empresas familiares tendem a morrer conforme passam as gerações? “Isso é verdade, mas deve ser relativizado. Cerca de 30% das empresas familiares sobrevivem à 2ª geração e de 10% a 15% seguem após a 3ª geração. Porém, um estudo feito com mais de 25 mil empresas públicas entre 1950 e 2009 mostra que elas duram, em média, 15 anos. Ou seja, não passam da 1ª geração”, explicou Aline, demonstrando que o problema da longevidade atinge as empresas em geral, não só as familiares. Foram ressaltados os fatores que resultam na força da empresa familiar, como propósitos mais claros e ligados a valores; capital de longo prazo; reputação que ajuda a criar relação de confiança com clientes, parceiros e comunidade; respostas rápidas a mudanças nas condições de mercado; e engajamento dos donos. Os temas que normalmente preocupam as empresas familiares foram apresentados por Thiago Penido. “Elas são a estratégia e decisões de longo prazo, continuidade e sucessão, governança e modelo de gestão, saber lidar com conflitos e desenvolvimento das próximas gestões”, ressaltou Thiago. Na sequência, foi aberta a seção de perguntas, onde os participantes tiveram a oportunidade de discutir assuntos como a superação de barreiras entre gerações em caso de mudança de escopo da empresa, necessidade de alinhamento de prioridades e engajamento e conciliação entre herdeiros."}]