[{"jcr:title":"Três dicas indispensáveis para estruturar bem uma história"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Três dicas indispensáveis para estruturar bem uma história","jcr:description":"Saiba os primeiros passos para estruturar uma narrativa atraente, despertar a atenção de seu público e gerar envolvimento"},{"subtitle":"Saiba os primeiros passos para estruturar uma narrativa atraente, despertar a atenção de seu público e gerar envolvimento","author":"Elaine","title":"Três dicas indispensáveis para estruturar bem uma história","content":"Saiba os primeiros passos para estruturar uma narrativa atraente, despertar a atenção de seu público e gerar envolvimento Elaborar uma história ou propor uma discussão de forma atraente e eficiente são desafios a todos os profissionais que utilizam a escrita. Principalmente em um cenário onde o meio digital apresenta excesso de informações, a construção de conteúdos elaborados para conferir valor a produtos editoriais, em todas as plataformas, se mostra cada vez mais necessária. Como produzir uma narrativa que desperte a atenção do seu público e gere envolvimento? De acordo com Pedro Burgos, coordenador do Programa Avançado de Comunicação e Jornalismo do Insper, não basta ter uma boa ideia ou história para contar se isso não for feito com uma estrutura clara e atraente. “A criação de uma boa narrativa é fundamental para ter sucesso na difusão de uma história em qualquer mídia”, ressalta Pedro. Para iniciar a estruturação de um texto de forma eficiente, o jornalista Helio Gurovitz, professor do curso “ [Como escrever, contar histórias e discutir ideias](https://www.insper.edu.br/educacao-executiva/cursos-de-curta-duracao/politicas-publicas/como-escrever-contar-historias-e-discutir-ideias/) ”, oferecido pelo Insper, pontua três dicas básicas para trabalhar narrativas e dissertações. “Elas são as mesmas para ambas as modalidades e servem também para estruturar outros gêneros, como apresentações, vídeos ou podcasts”, explica Helio. Confira as três dicas a seguir: Pense antes, escreva depois. Nunca comece a escrever antes de fazer um roteiro com tudo o que tiver a dizer. Com começo, meio e fim – e nessa ordem. Não encha seus parágrafos de informações redundantes e ideias confusas. Procure limitar cada parágrafo a uma única ideia. Cuide para que os argumentos sejam sólidos e não falaciosos. Não faça zigue-zagues na construção do texto. Se for uma dissertação, argumentos a favor e contra a tese devem ser expostos em dois blocos distintos – e apenas dois. No caso de uma narrativa, procure conduzir a história ao desfecho, sem digressões desnecessárias que tirem o leitor do rumo.   Entre as atividades do [curso](https://www.insper.edu.br/educacao-executiva/cursos-de-curta-duracao/politicas-publicas/como-escrever-contar-historias-e-discutir-ideias/) , Helio trabalha com matérias exemplares quando o assunto é a estruturação de ideias. Entre elas, estão “ [The future of fast fashion](https://www.economist.com/business/2005/06/16/the-future-of-fast-fashion) “, da revista The Economist, que conta uma história sobre a empresa espanhola Zara; “ [Choosing a sect](https://www.nytimes.com/2007/03/04/magazine/04wwlnlede.t.html) ”, sobre muçulmanos sunitas e xiitas, do jurista Noah Feldman na revista New York Times Magazine; e “ [The body in room 348](https://www.vanityfair.com/culture/2013/05/true-crime-elegante-hotel-texas-murder) ”, da revista Vanity Fair , história de um crime misterioso num hotel do Texas solucionado pela polícia local. “Em cada um desses exemplos, o roteiro é minuciosamente decupado, para o aluno entender como construir narrativas e dissertações. A preocupação é descobrir como o texto foi estruturado pelo autor antes de começar a escrever”, observa. Sobre Helio Gurovitz Helio Gurovitz é formado em Jornalismo e Ciência da Computação pela Universidade de S.Paulo, com pós-graduação em Hipermídia pela Universidade de Westminster, em Londres. Iniciou a carreira no jornal Folha de S.Paulo, onde trabalhou nas editorias de exterior e ciência. Pertenceu durante dez anos à equipe da revista Exame, onde cobriu tecnologia e negócios. Lançou e dirigiu o suplemento de nova economia Negócios Exame e, também, o Portal Exame. Por nove anos, foi diretor de redação da revista Época e integrou o Conselho Editorial do Grupo Globo por seis anos. É hoje colunista de Época, do jornal O Estado de S.Paulo e do portal G1."}]