[{"jcr:title":"Melhorias na Educação do Brasil exigem ações mais coordenadas da sociedade civil"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"Melhorias na Educação do Brasil exigem ações mais coordenadas da sociedade civil","jcr:description":"O objetivo do encontro foi estruturar esse debate e montar uma agenda de discussão que inicie uma interlocução para avançarmos com o tema"},{"subtitle":"O objetivo do encontro foi estruturar esse debate e montar uma agenda de discussão que inicie uma interlocução para avançarmos com o tema","author":"Insper","title":"Melhorias na Educação do Brasil exigem ações mais coordenadas da sociedade civil","content":"O objetivo do encontro foi estruturar esse debate e montar uma agenda de discussão que inicie uma interlocução para avançarmos com o tema Educação de qualidade como caminho para romper o ciclo de desigualdade de renda é um dos principais desafios do Brasil. O aumento de investimentos na área nos últimos anos não impactou no melhor desempenho dos estudantes e o país não deve alcançar as metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação. A sociedade civil está empenhada em reverter esse quadro. Para melhorar a qualidade de ensino , a iniciativa privada vem compartilhando conhecimento, experiência e tecnologias com os órgãos públicos, além de investir mais de R$ 1 bilhão por ano na área. Para debater esse tema, o Insper promoveu o evento [Precisamos de uma Melhor Coordenação da Sociedade Civil para uma Educação de Melhor Qualidade](/agenda-de-eventos/coordenacao-da-sociedade-civil-e-educacao/) ?, dividido em três painéis em que os especialistas abordaram: Temos um problema de Coordenação?, Quais os Desafios à Promoção da Coordenação e como Enfrentá-los? e Existem Soluções Práticas Exitosas? O encontro reuniu mais de 100 representantes das principais organizações de Educação do país para conversarem sobre a importância de uma atuação coordenada das entidades com o objetivo de aumentar a eficácia das ações desenvolvidas na área. Participaram do evento o presidente do Insper, Marcos Lisboa, Ricardo Paes de Barros, economista-chefe do Instituto Ayrton Senna e professor da [Cátedra](/catedras/) Ayrton Senna, e Sérgio Lazzarini, professor titular da [Cátedra](/catedras/) Chafi Haddad. Com abertura de Carolina da Costa, diretora da Graduação e vice-presidente do Insper, os paineis também contaram com a presença de Neca Setubal, presidente do Conselho do GIFE, Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, Wanda Engel, diretora do Instituto Synergos Brasil, Haroldo Rocha, secretário-executivo de Educação do Estado de São Paulo, Raquel Guimarães, representante do Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre o Terceiro Setor da UFPR e o economista André Portela. “ O grande objetivo do encontro de hoje é estruturar esse debate e montar uma agenda de discussão. Uma agenda que não se encerre aqui, mas seja o começo de uma interlocução para que possamos avançar com o tema. Queremos ampliar a conversa e entender como o Insper pode contribuir para o futuro da Educação no país ”, destacou Carolina da Costa na abertura do evento. Estudos relacionam o aumento da escolaridade com o desenvolvimento dos países, como ocorreu, por exemplo, na Coréia do Sul e no Chile, locais que conseguiram converter o investimento em Educação em maior renda e produtividade. “O que precisamos debater é como coordenar melhor os esforços na Educação para que sejam mais efetivos e fazer a pergunta que incomoda: o que deu errado?”, questionou Lisboa O tema foi explorado por Paes de Barros e Lazzarini no painel Quais os Desafios à Promoção da Coordenação e como Enfrentá-los?. Os especialistas defendem que a coordenação das ações das organizações da sociedade civil é o caminho para melhorar os resultados na Educação, com uma atuação mais consistente, atuando de forma complementar às políticas e ações já desenvolvidas pelo setor público. “ É importante que a ajuda das organizações da sociedade civil não opere no vazio. Um dos desafios para as organizações é criar formas de apoiar e potencializar ações já realizadas pelos governos. Deve-se primeiro examinar o que já é feito e construir a ajuda em cima disso ”, argumentou Paes de Barros. Para o economista, as ferramentas e tecnologias das organizações devem ser adaptáveis para que possam atender às diferentes realidades das instituições de ensino, substituindo o que já existe de forma construtiva. Lazzarini concorda que é importante que as iniciativas da sociedade civil sejam coordenadas entre si para que alcancem o efeito necessário. Para isso, o professor sugere quatro passos: definição do problema foco, diagnóstico das causas raízes, teoria da mudança e rodadas de co-criação para intervenções conjuntas. “É preciso caminharmos juntos para que os objetivos possam ser atingidos, alcançando resultados mais significativos”, avaliou. “ Cada vez mais temos governos – nas esferas Federal, Estadual e Municipal – preparados para receberem ajuda e que saberão cada vez mais o que precisam e como precisam. A dúvida é se a sociedade civil está preparada para atender isso e sair do atual modelo paternalista ”, concluiu Paes de Barros. Para participar dos nossos encontros, fique atento a nossa [agenda de eventos](/agenda-de-eventos/) ."}]