[{"jcr:title":"Gestão de pessoas: desafios e tendências","cq:tags_0":"tipos-de-conteudo:insper-conhecimento"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"typeView":"vertical"},{"jcr:title":"Gestão de pessoas: desafios e tendências","jcr:description":"Profissionais precisam se adaptar a novas formas de fazer antigas tarefas"},{"subtitle":"Profissionais precisam se adaptar a novas formas de fazer antigas tarefas","status":"publish","slug":"gestao-de-pessoas-desafios-e-tendencias","title":"Gestão de pessoas: desafios e tendências","content":"Se em outros tempos a maior responsabilidade da área de Gestão de Pessoas era treinar e desenvolver os colaboradores, hoje os desafios são muito mais complexos. A digitalização e a correta comunicação entre os colaboradores são alguns dos desafios que precisam ser superados até mesmo para garantir a longevidade dos negócios. Um dos maiores ativos das empresas são as pessoas. No entanto, a adesão de novas tecnologias está tomando um espaço cada vez maior na força de trabalho e isso traz grandes desafios, levando os profissionais a se adaptarem a novas formas de fazer antigas tarefas. Se por um lado a tecnologia traz vantagens à medida que diminui o tempo de entrega e moderniza os processos, por outro torna-se um elemento desafiador para as pessoas que trabalharam na era pré-modernização. Para isso, é necessário maior investimento na capacitação dos profissionais. Será preciso, daqui para frente, incorporar a antiga geração, não-tecnológica, em um mundo mais tecnológico. Portanto, a tendência é que se invista mais na adaptabilidade dessa geração. “É vantajoso usar a tecnologia para diminuir o tempo de entrega e modernizar os sistemas, por exemplo, mas também é desafiador, principalmente para os profissionais que trabalham antes dessa modernização acontecer. A adaptabilidade é um desafio e por isso mesmo algo que deve ser priorizado”, destaca [Leni Hidalgo](https://www.insper.edu.br/professores/pesquisadores/leni-hidalgo/) , professora adjunta nos programas de graduação e educação executiva do Insper. Para a professora é preciso envolver toda a organização, exigindo uma mobilização da área de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas, que precisa atuar em estreita parceria com as áreas de negócios, para garantir a sustentabilidade da organização. Comunicar-se é fundamental Nesse contexto, a comunicação torna-se um pilar fundamental para a gestão de pessoas. “Tenho percebido que a comunicação é o grande tema da humanidade. Pode ser o maior facilitador ou o maior agravante nas relações e nos negócios. Como aprendemos a nos comunicar de uma forma que nos conecte genuinamente com as pessoas? Sem conexão não há gestão de pessoas, não há liderança”, analisa Gleice Marote, professora de [Teamwork Coaching nos cursos de pós-graduação do Insper](https://www.insper.edu.br/pos-graduacao/certificates/gestao-de-negocios-e-pessoas/teamwork-experience/) . Para Gleice, uma pessoa que não se comunica de forma clara e verdadeira pode até se tornar chefe, mas nunca será um líder. “As pessoas precisam se sentir ouvidas e acolhidas em suas necessidades, e isso varia de pessoa para pessoa. É fantástico se um gestor percebe isso e se desenvolve a partir dessa percepção nessa habilidade de comunicação”, explica. Aceite as diferenças Por isso, é importante fazer um diagnóstico de como a área está atuando e se está sedo feito efetivamente uma gestão dos profissionais. Para as especialistas é necessário primeiro olhar para dentro e reconhecer os próprios pensamentos, sentimentos e necessidades. Isso é essencial para aceitar o outro em suas diferenças e estabelecer uma parceria, chave para o sucesso da gestão de pessoas. Além disso, estabelecer uma comunicação autêntica e saudável; gerir conflitos de diversas ordens e facilitar o processo de adaptabilidade da mão de obra perante a tecnologia devem ser práticas implementadas em qualquer empresa para garantir a sua boa saúde comportamental."}]