[{"jcr:title":"IMPACTO | Elas em destaque"},{"targetId":"id-share-1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"jcr:title":"IMPACTO | Elas em destaque"},{"author":"Insper","title":"IMPACTO | Elas em destaque","content":"Edição 12   “São 30 anos de Constituição e cerca de 100 ementas. Nenhuma delas foi submetida à consulta popular, seja plebiscito ou referendo. Todas ilegítimas, porque não tivemos participação da população, que é o poder constituinte”, avalia a procuradora. Para assistir na íntegra a primeira aula magna com a procuradora do Estado de São Paulo, Maria Garcia,  [clique aqui](https://livestream.com/insper/Aula-Magna-LLC) Direito no Insper traz grandes juristas brasileiras para as aulas magnas As três principais juristas brasileiras, Maria Garcia, Paula Forgioni e Adriana de Faria, serão as responsáveis por conduzir as aulas magnas dos programas da Pós-graduação Lato Sensu de Direito. Em seus encontros com os alunos, as profissionais abordarão diferentes temas envolvendo a Constituição Federal do Brasil, que completa 30 anos em outubro. “Elas virão para mostrar como conciliamos a constituição brasileira com os dias atuais e como isso pode ser debatido em sala de aula”, adianta o coordenador do Insper Direito, Rodrigo Rebouças. Em abril, os alunos de LL.M. do Insper, que atuam no mercado financeiro e de capitais, terão aula magna com a advogada e professora Paula Forgioni sobre a “A Constituição Federal de 1988 e os atuais desafios da livre iniciativa”. Em julho, a doutora em Direito Constitucional Adriana de Faria conduzirá a aula inaugural das turmas de final de semana de LL.M. do Insper. O tema será “O ativismo judicial pós-Constituição Federal de 1988 e os reflexos no mundo empresarial”. A procuradora do Estado de São Paulo (IPESP) e uma das pioneiras em Direito Constitucional no país, Maria Garcia, esteve no Insper em 29 de janeiro para a aula magna de LL.C. em Direito Empresarial. O tema do encontro foi “A Constituição Federal de 1988 e os desafios da sua interpretação para o século XXI”."}]