[{"jcr:title":"Programa Lidera: alunas de tecnologia do Insper atuam em ambientes reais de startups solucionado desafios","cq:tags_0":"centro-de-conhecimento:hub-de-inova--o-e-empreendedorismo-paulo-cunha","cq:tags_1":"area-de-conhecimento:tecnologia","cq:tags_2":"area-de-conhecimento:engenharia","cq:tags_3":"area-de-conhecimento:ciência-da-computação"},{"richText":"Iniciativa do Women in Action está na segunda edição e já alocou oito estudantes em imersão monitorada de quatro meses","authorDate":"22/07/2025 09h57","author":"Michele Loureiro","madeBy":"Por","tag":"centro-de-conhecimento:hub-de-inova--o-e-empreendedorismo-paulo-cunha","title":"Programa Lidera: alunas de tecnologia do Insper atuam em ambientes reais de startups solucionado desafios","variant":"image"},{"jcr:title":"transparente - turquesa - vermelho"},{"themeName":"transparente - turquesa - vermelho"},{"containerType":"containerTwo"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"text":"Para promover a colaboração entre a comunidade Insper e startups parceiras, oito alunas da instituição já participaram do Programa Lidera, uma iniciativa do  [Women in Action](https://www.insper.edu.br/pt/hub/women-in-action) , do [ ](https://hub.insper.edu.br/) [Hub de Inovação e Empreendedorismo Paulo Cunha](https://hub.insper.edu.br/) , que visa fomentar a presença de mulheres em cursos e carreiras de tecnologia e posições de liderança.   Atualmente na segunda edição, o programa permite que alunas selecionadas dos cursos de [ ](https://www.insper.edu.br/content/insper-portal/pt/cursos/graduacao/ciencia-da-computacao.html) [Ciência da Computação](https://www.insper.edu.br/content/insper-portal/pt/cursos/graduacao/ciencia-da-computacao.html)  e de  [Engenharia](https://www.insper.edu.br/content/insper-portal/pt/cursos/graduacao/engenharia/engenharia-de-computacao.html)  tenham acesso ao dia a dia de empresas que trabalham com tecnologia. Para Ana Carolina de Magalhães, professora de Engenharia do Insper, o objetivo principal é que haja contribuição mútua entre os envolvidos. “Queremos inspirar e formar jovens talentos femininos para ajudar a desenvolver um ecossistema no qual a igualdade de gênero embase um futuro mais inovador e justo”, diz.    Segundo ela, o foco da iniciativa é a inclusão e diversificação do setor de tecnologia, dando a oportunidade para que essas alunas estejam dentro do ambiente real das startups desde a graduação, recebendo mentoria e treinamento prático em um ambiente de aprendizado e crescimento profissional.   A duração dos ciclos de cada edição é de três a quatro meses, com a participação em projetos de tecnologia reais, de curta duração, que sejam do interesse das startups e compatíveis com o perfil das estudantes dos cursos. “As alunas vão desenvolver habilidades técnicas, muitas das quais não tiveram contato profundo durante o curso de graduação, mas que são bastante utilizadas no ambiente corporativo”, explica a docente. “Além disso, no programa, elas irão desenvolver habilidades sociais, principalmente de comunicação e organização, que são importantes para todas as carreiras”, completa.   A seleção é feita com base no casamento das necessidades das startups com as habilidades das alunas. É realizada uma chamada para as empresas, que submetem um projeto de base tecnológica e o perfil necessário para o desenvolvimento do projeto. Vale destacar que a startup não precisa necessariamente pertencer ao setor de tecnologia, mas o projeto proposto deve ser centrado na área para que as iniciativas estejam alinhadas com os objetivos do programa.   Após a seleção inicial dos projetos propostos, as alunas se inscrevem e indicam o interesse nas frentes disponíveis. É feito então um processo de combinação criteriosa, no qual o perfil buscado pela startup é alinhado com as habilidades das alunas e é feita a atribuição do projeto."},{"jcr:title":"A aluna Beatriz Rodrigues de Freitas","alt":"A aluna Beatriz Rodrigues de Freitas"},{"text":"    Criando um agente para Whatsapp   Beatriz Rodrigues de Freitas, aluna do oitavo semestre de Engenharia de Computação, é uma das alunas da segunda edição do programa e atua na startup ZapCircle desde abril deste ano. A empresa está desenvolvendo um agente de IA para comunidades com uso integrado ao WhatsApp. “A ideia é que cada grupo de usuários possa personalizar esse agente mudando interfaces como nome e o linguajar. A ferramenta pode ser usada para gerar newsletters para aquele grupo, resumir ou destacar pontos importantes das conversas e responder a perguntas com base no que foi falado anteriormente”, explica Beatriz.   Para ela, a experiência tem sido enriquecedora. “Estou usando uma ferramenta que nunca tinha usado, o n8n, então já é um aprendizado. Ver como eles estão desenvolvendo a ideia é bem interessante e trouxe uma noção melhor de como funciona esse processo”, diz a aluna, que dedica cerca de 10 horas de trabalho remoto por semana ao projeto e participa de reuniões constantes com representantes da empresa.   Beatriz diz que a oportunidade de acompanhar a dinâmica da startup e ver como aplicar o que aprende na faculdade em situações reais é o mais significativo. “É uma oportunidade de expandir o que vemos durante o curso, além de fazer novos contatos profissionais”, afirma.       Construção de dashboard   Ellen Coutinho Lião da Silva, do oitavo semestre de Engenharia de Computação, é uma das alunas da primeira edição do programa e atuou com a startup MABE Bio, uma greentech que desenvolve novos materiais, como bolsas, a partir de plantas. A empresa, que tem como cofundadoras Rachel Maranhão e Marina Belintani, fez seu segundo projeto em parceria com o Insper. O primeiro foi relacionado ao trabalho de resolução de problemas, com a obtenção de resultados que contribuíram para a efetivação de alguns alunos participantes do programa.   “De setembro de 2024 até janeiro de 2025, fiquei responsável por fazer o primeiro dashboard da empresa. A demanda era facilitar a gestão trazendo um mapeamento visual dos principais indicadores de vendas e investimentos”, diz Ellen. Outra tarefa foi automatizar a obtenção de relatórios mensais e anuais aos investidores, o que permite que os colaboradores possam alocar o tempo em tarefas mais relevantes ao crescimento da startup.   Ellen relata que se reunia semanalmente com uma das sócias da startup para alinhar os entregáveis. “Isso me fez aprender sobre comunicação e carga de trabalho, além de refletir sobre temas do mundo dos negócios, como quais indicadores são relevantes e por quê. Isso me acrescentou enquanto profissional de tecnologia”, afirma.   Para a aluna, de 21 anos, a experiência no programa está alinhada com suas ambições profissionais. “Tenho planos de seguir na área de engenharia de dados e sinto que essa primeira experiência na MABE Bio dialoga com esse caminho. Minha principal preocupação durante o trabalho era não gerar gráficos apenas por gerar, mas garantir que sua visualização agregasse valor ao cotidiano das sócias”, diz. Ela também já realizou dois estágios de férias, na startup Litti e no banco Morgan Stanley.  "},{"jcr:title":"A aluna Ellen Coutinho Lião da Silva","fileName":"Ellen Coutinho Lião da Silva (3).jpeg","alt":"Ellen Coutinho Lião da Silva, do curso de Engenharia de Computação"}]