[{"jcr:title":"Blockchain, tokenização e Drex despertam interesse cada vez maior do mercado","cq:tags_0":"tipos-de-conteudo:newsletters","cq:tags_1":"area-de-conhecimento:tecnologia"},{"richText":"Painelista do evento Blockchain.Rio 2024, o professor Adriano Neves chamou a atenção também para os smart contracts, que executam automaticamente regras, obrigações e penalidades estabelecidas pelas partes em um contrato ","authorDate":"12/08/2024 11h18","author":"Bruno Toranzo","madeBy":"Por","title":"Blockchain, tokenização e Drex despertam interesse cada vez maior do mercado","variant":"imagecolor"},{"containerType":"containerTwo"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"targetId":"compartilhar1","text":"Confira mais em:","tooltipText":"Link copiado com sucesso."},{"text":"O professor do Insper Adriano Neves deu palestra durante o evento Blockchain.Rio 2024, um dos maiores do país em tecnologia, tendo recebido 14 mil visitantes na edição deste ano. Ele abordou os impactos transformadores das tecnologias de blockchain, metaverso e inteligência artificial nos negócios e na sociedade. “O mercado está se interessando mais por esses assuntos, talvez por reflexo do Drex. Várias empresas já estão criando seus próprios tokens”, disse o professor. “As pessoas querem entender mais sobre como podem acessar essas inovações e o que devem fazer para que estejam capacitadas a trabalhar com essas possibilidades trazidas pela tecnologia.” Em julho, o Banco Central iniciou a segunda fase do Piloto Drex, etapa de testes para viabilizar as operações com a moeda digital brasileira. Ainda não há data definida para o lançamento do Drex, embora exista a expectativa de que isso possa ocorrer no próximo ano ou em 2026. Em um primeiro momento, será possível transacionar títulos públicos federais — a versão tokenizada deles. A tokenização ocorre por meio da tecnologia blockchain e dos smart contracts ou contratos inteligentes. A infraestrutura de blockchain vai permitir benefícios como maior segurança e velocidade nas transações, além de custo de liquidação reduzido dos investimentos. “As cláusulas estabelecidas no smart contract são executadas automaticamente, sem que precisem de intervenção humana. As regras de um negócio são definidas por meio de códigos de computador ou algoritmos específicos, que as executam quando cumprida determinada condição. Esses contratos ficam armazenados em uma rede blockchain”, explicou Neves. Como não há intermediários, já que o contrato executa automaticamente as regras, obrigações e penalidades estabelecidas, essa tecnologia ainda carece de regulamentação, motivo pelo qual sua validade pode ser questionada na Justiça. “Os tribunais estão se dividindo entre aceitar ou não a execução automática própria dos contratos inteligentes. Essa é uma questão relevante para o direito digital, uma área em ascensão que demandará cada vez mais profissionais qualificados”, completou.  "},{"subtitle":"Conheça o curso de educação executiva para entender como essa tecnologia pode ser aplicada no ambiente de negócios","themes_0":"area-de-conhecimento:economia/mercado-financeiro","title":"Blockchain para Negócios","variant":"image","buttonText":"Confira","buttonLinkUrl":"https://ee.insper.edu.br/cursos/financas/blockchain-para-negocios/"},{"text":"Transformação da experiência financeira Para essa nova realidade que se apresenta, as instituições financeiras, na avaliação do professor, vão precisar se preparar para trabalhar com o Drex. “Elas já estão inseridas nesse processo por meio da sua participação na plataforma de testes. Muito provável, no futuro, depois de lançado oficialmente o Drex, quando o correntista for consultar seu saldo, ele também poderá ter e ver uma parte do valor depositado em real digital, não apenas aquele em papel moeda”, exemplificou. Os depósitos no banco poderão, portanto, serem apresentados como real tokenizado, ou seja, transformados em uma representação digital. Sendo assim, o saldo em papel moeda convertido em tokens poderá ser usado para fazer transações no ambiente digital, começando, conforme o planejamento do BC, pelo investimento nos títulos da dívida pública federal. Na linguagem técnica, o Drex ou real digital é uma CBDC (Central Bank Digital Currency), que, diferentemente das criptomoedas, conta com uma autoridade reguladora central — no Brasil, o Banco Central —, a fim de garantir segurança para as transações realizadas nesse ambiente. “Essa tecnologia precisa ser conhecida pelos alunos, especialmente por aqueles dos cursos de direito, finanças, economia e tecnologia, já que eles estarão daqui a alguns anos atuando nesse novo cenário. Com esse conhecimento, eles saberão o melhor caminho para geração de valor em suas empresas e seus respectivos projetos”, afirmou. Por fim, na avaliação de Neves, os mecanismos de governança devem ser adotados por todos os envolvidos no ecossistema de uso de uma rede blockchain para garantir sua conformidade com a legislação vigente. “Isso passa, no caso dos contratos inteligentes, por assegurar que as cláusulas foram bem redigidas, estando de acordo com o compliance das organizações, e que os códigos estejam realmente funcionando para efetivar automaticamente as regras estabelecidas”, destacou o professor, que disse ter sentido falta no evento de maior discussão sobre esse assunto.  "},{"linkIcon1":"icon-insper-fi-rs-document","linkIcon2":"icon-insper-fi-rs-document","linkText1":"Desbravando a blockchain: os desafios dos “smart contracts”","linkText2":"Blockchain e a convergência situacional no Brasil","madeBy":"Por","title":"Leia também","variant":"nobackground","buttonText":"+ conteúdos","linkUrl1":"https://www.insper.edu.br/pt/noticias/2023/6/desbravando-a-blockchain--os-desafios-dos--smart-contracts-","linkUrl2":"https://www.insper.edu.br/pt/noticias/2022/8/blockchain-e-a-convergencia-situacional-no-brasil"},{"jcr:title":"transparente / botao vermelho / tag amarelo"},{"buttonBackgroundColor":"rgb(229,5,5)","themeName":"transparente / botao vermelho / tag amarelo"}]