[{"jcr:title":"Prêmio Women in Action reconhece mulheres que promovem inovação e impacto social","cq:tags_0":"tipos-de-conteudo:acontece-no-insper","cq:tags_1":"centro-de-conhecimento:hub-de-inova--o-e-empreendedorismo-paulo-cunha/women-in-action"},{"richText":"Evento do Insper contou com 81 projetos inscritos e marcou evolução do programa Women in Tech, que foca no protagonismo feminino","authorDate":"05/05/2025 13h47","author":"Michele Loureiro","madeBy":"Por","tag":"centro-de-conhecimento:hub-de-inova--o-e-empreendedorismo-paulo-cunha","title":"Prêmio Women in Action reconhece mulheres que promovem inovação e impacto social","variant":"imagecolor"},{"jcr:title":"transparente - turquesa - vermelho"},{"themeName":"transparente - turquesa - vermelho"},{"containerType":"containerTwo"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"text":"Para reconhecer e celebrar mulheres que inspiram e abrem caminhos, o Insper realizou a primeira edição do  [Prêmio Women in Action](https://www.insper.edu.br/pt/eventos/2025/04/premio-women-in-action) , iniciativa do programa Women in Tech. Foram inscritos 81 projetos, de 13 estados brasileiros, liderados por mulheres que promovem inovação, impacto social e protagonismo feminino. Durante a  [cerimônia de premiação](https://www.youtube.com/live/iDwhmxQ0eac) , realizada em abril na sede da escola, em São Paulo, os melhores trabalhos foram avaliados por 53 jurados em três categorias: Inovação Tecnológica, Inovação Social e Women in Tech.    A ideia central foi destacar projetos que utilizam tecnologia de forma inovadora para resolver problemas, promovendo avanços significativos em suas áreas de atuação, além de mapear iniciativas que geram mudanças positivas na sociedade, abordando questões sociais críticas e gerando bem-estar comunitário. A última categoria foi dedicada às alunas do Insper envolvidas nos projetos do Women in Tech, destacando a participação feminina nas áreas de tecnologia e de engenharia. As premiações variaram de R$ 5 mil a R$ 20 mil.   Onze projetos foram finalistas e as ideias foram brevemente apresentadas para a plateia. Na categoria de Inovação Social, que teve cinco cases finalistas, a premiada foi Giovanna Machado, pelo Programa Futuras Cientistas. Voltado para meninas e professoras de escolas públicas para incentivar o ingresso nas áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), o programa possui contornos nacionais e tem como objetivo democratizar o acesso ao conhecimento e estimular o interesse de estudantes mulheres em áreas predominantemente masculinas. “Sou filha de escola pública e poder aproximar meninas e professoras do sonho de ser cientista é gratificante. Comecei com 15 meninas e hoje são 470 distribuídas pelo país”, disse a premiada. De todas as participantes do projeto, 70% ingressam em universidades, a maioria em instituições públicas. Além disso, 87% escolhem as áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática para seguir carreira. “Meu sonho é que com esse apoio do Insper o programa vire uma política pública”, afirmou Giovanna.   Na categoria de Inovação Tecnológica, que também contou com cinco finalistas, a premiada foi Estefânia Vangelie Ramos Campos, fundadora da startup NanoGrow, que criou uma tecnologia de encapsulamento para potencializar bioestimulantes e aumentar a produtividade agrícola. “Ainda há muito protagonismo masculino nessa área, mas eu queria mudar isso e causar impacto. Fundei a startup em 2022, com dois sócios, e hoje usamos a nanotecnologia para reduzir o impacto dos agroquímicos e aumentar a produção de alimentos”, disse Estefânia.   A aluna do Insper Camila Junqueira de Almeida Ferreira Lopes foi a vencedora da categoria Women in Tech, com o projeto Hubot, um robô que auxilia em diversas tarefas e interage com visitantes no  [Hub de Inovação e Empreendedorismo Paulo Cunha](https://hub.insper.edu.br/)  do Insper. “Além de automatizar processos, esse projeto pode ajudar a atrair mais visitantes para a escola e, consequentemente, chamar mais atenção de empresas e dar maior visibilidade para a inovação”, afirmou Camila.       Novo momento: Women in Action   A premiação foi finalizada com o convite para um coquetel, onde os convidados interagiram e fizeram networking. Para Tania Haddad, que assumiu a presidência do Conselho Deliberativo do Insper em 2024 — a primeira mulher a ocupar esse posto —, a premiação é um passo importante para reunir pessoas dispostas a serem agentes de transformação e marca um novo momento do programa Women in Tech, iniciado há três anos na instituição.    “O projeto nasceu de uma inquietação em endereçar essa questão da baixa presença feminina nos programas de engenharia do Insper. No começo eram rodas de conversas, encontros, conexões e eventos, mas entendemos que se esses esforços não fossem feitos de forma transversal, os resultados não apareceriam conforme o desejado na agenda”, explicou Tania. Por isso, em 2024 foi implementado um comitê consultivo, composto por pessoas de diferentes áreas da escola, que mensalmente discutem ações para a ampliação da presença feminina. “Daí criamos o Women in Action, uma nova era que reúne as necessidades de todas as áreas do Insper.”   Tania relatou que os avanços nos últimos anos foram importantes e que atualmente 60% das posições da escola de gestão são ocupadas por mulheres, além de outras lideranças femininas e da existência do Núcleo de Estudo de Gênero, que contribui com insights para elaboração de políticas públicas e empresariais para ajudar a transformar outras realidades. “Ainda há um longo caminho, mas a evolução do programa, abraçando mais áreas, vai ajudar nesse avanço”, disse.   Carolina Fouad, coordenadora responsável pelo programa Women in Action do Insper, destacou que a iniciativa trabalha para facilitar o acesso a oportunidades de desenvolvimento de carreira, aumentar a participação feminina em cursos de tecnologia, fomentar a mentoria de mulheres e promover a visibilidade de nomes inspiradores. “Desde 2021, mais de 1.500 mulheres já  se conectaram com a nossa rede e participaram de nossas atividades”, disse Carolina.   Para Priscila Claro, diretora da Graduação do Insper, um dos grandes desafios é a redução das desigualdades com um todo. “O problema vai além das áreas de tecnologias. Na Graduação, por exemplo, 60% dos alunos são homens e há uma necessidade de atrair e reter mulheres para nossa escola. Por isso, essa expansão do projeto vai trabalhar para mudar essa realidade”, afirmou Priscila. "}]