[{"jcr:title":"Oportunidades que transformam: como três alunos bolsistas do Insper ampliaram suas perspectivas no Febraban Tech","cq:tags_0":"tipos-de-conteudo:acontece-no-insper/programa-de-bolsas","cq:tags_1":"tipos-de-conteudo:acontece-no-insper/institucional","cq:tags_2":"tipos-de-conteudo:acontece-no-insper/parcerias","cq:tags_3":"programas:graduacao"},{"richText":"Evento foi palco para aprendizados, conexões e descobertas que só foram possíveis graças a uma parceria institucional que ajuda a aproximar os alunos do mercado","authorDate":"10/07/2025 16h15","madeBy":"Por","tag":"tipos-de-conteudo:acontece-no-insper/programa-de-bolsas","title":"Oportunidades que transformam: como três alunos bolsistas do Insper ampliaram suas perspectivas no Febraban Tech","variant":"imagecolor"},{"jcr:title":"transparente - turquesa - vermelho"},{"themeName":"transparente - turquesa - vermelho"},{"containerType":"containerTwo"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"jcr:title":"A aluna Brena Lopes Ferro, do curso de Engenharia de Computação","fileName":"Brena Lopes Ferro_aluna bolsista_Febraban Tech.png","alt":"A aluna Brena Lopes Ferro no Febraban Tech"},{"text":"  O  [Febraban Tech 2025](https://febrabantech.febraban.org.br/home) , maior evento de inovação e tecnologia para o setor financeiro, reuniu milhares de profissionais, empresas e estudantes entre os dias 10 e 12 de junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Graças a uma parceria entre a Febraban e o  [Programa de Bolsas](https://www.insper.edu.br/pt/transformacao/programa-de-bolsas) , estudantes bolsistas do Insper puderam participar gratuitamente desse importante evento. Na bagagem, os estudantes trouxeram muito mais do que brindes: saíram com contatos, inspirações concretas para projetos acadêmicos e, sobretudo, a certeza de que as oportunidades oferecidas pelos parceiros da escola ajudam a moldar suas trajetórias profissionais.   Um aspecto fundamental dessas parcerias é a democratização do acesso a eventos de alto nível. “Não teria como pagar do meu bolso”, diz a aluna  Brena Lopes Ferro , 19 anos, que está iniciando o 2º. semestre do curso de Engenharia de Computação. “Esses eventos normalmente são para pessoas que já estão trabalhando no mercado. Poder ir agora, logo no início da faculdade, é uma oportunidade única.”   Natural de Curitiba, Brena mergulhou no universo das fintechs logo no início da graduação, integrando a entidade estudantil  [Insper Fintech](https://www.instagram.com/insperfintech/?hl=pt-br) . Durante o Febraban Tech, aproveitou para estabelecer conexões estratégicas com profissionais do mercado. “Conversei com um analista do Instituto Claro que me deu dicas sobre vários cursos gratuitos e certificações, além de deixar seu contato direto”, relata. “Também tive conversas enriquecedoras com o pessoal da consultoria PwC sobre APIs e integração de sistemas — conceitos que eu havia estudado teoricamente, mas que ganharam contexto real por meio dessas conversas.”   Adrielle Gabriel Santana , 19 anos, que está iniciando o 2º. semestre de Ciência da Computação e é natural de Feira de Santana (BA), também participou do Febraban Tech e voltou com novas ideias, contatos importantes e um olhar mais claro sobre o futuro. “Entrei em contato com áreas que eu nem sabia que existiam e conversei com profissionais que fazem o que eu sonho em fazer”, conta.   Durante os três dias de evento, Adrielle circulou entre estandes de empresas nacionais e internacionais, participou de ativações com robôs e quizzes, assistiu a palestras com CEOs e CTOs de grandes bancos e conversou com profissionais de diversas áreas. “O que mais me marcou foi essa troca direta. Perguntava se tinha alguém da área de desenvolvimento e já começava a conversar, entender a rotina, tirar dúvidas.”   A descoberta mais significativa foi conhecer empresas que estavam completamente fora do seu radar. “Conheci, por exemplo, a Elastic Solutions, que desenvolve um projeto open source com um robô que mapeia vídeos. Se eu não tivesse ido, talvez nunca tivesse ouvido falar desse projeto”, revela Adrielle."},{"jcr:title":"Adrielle Gabriel Santana, do curso de Ciência da Computação","alt":"Adrielle Gabriel Santana, do curso de Ciência da Computação"},{"text":"    Felipe Serra Silva , 25 anos, que vai iniciar o 3º semestre de Engenharia de Computação, viu no Febraban Tech uma oportunidade valiosa de construir networking e ampliar horizontes. “Quando eu me formar, outras dezenas de alunos terão o mesmo diploma. O diferencial vai ser o que cada um fez durante a graduação — os contatos, os projetos, a bagagem prática”, afirma Felipe, que é de Goiânia.   Durante o evento, ele estabeleceu conexões com profissionais de empresas como a consultoria Atos e a AWS (plataforma de serviços de computação em nuvem da Amazon). “O pessoal era muito receptivo”, conta. “O funcionário da Atos que nos atendeu chegou a nos convidar para jogar basquete e disse que, se precisássemos de estágio, era para entrar em contato com ele.” Felipe já coloca em prática o que aprendeu sobre networking. Atualmente, faz estágio em uma empresa de educação em Curitiba, posição que conseguiu por meio de indicação.    Todos os três estudantes destacam como a participação no Febraban Tech vai ajudar a moldar suas escolhas acadêmicas e profissionais. Brena ganhou clareza sobre a aplicação prática de conceitos teóricos, Adrielle descobriu áreas e empresas que não conhecia, e Felipe validou sua estratégia de construção de carreira por meio de networking e experiências diversificadas.   “Enquanto ainda sou aluno, quero experimentar o máximo de áreas possíveis”, diz Felipe. “É na graduação que a gente pode errar, testar, descobrir o que realmente quer. Não estou apenas pensando no currículo, estou tentando me conhecer também.”    Brena, por sua vez, destaca uma palestra sobre inteligência artificial no setor financeiro que assistiu durante o Febraban Tech. “Achei que seriam mudanças que levariam anos para acontecer, mas já estão sendo implementadas. Isso muda completamente minha percepção sobre o que priorizar na faculdade.” Além do aprendizado técnico, a estudante reforça o impacto pessoal da experiência. “Esses eventos nos colocam em contato direto com pessoas que realmente fazem acontecer. É diferente de estudar teoria. A gente enxerga o que pode vir a ser nosso futuro — e não é um futuro distante.”     Empreender com propósito Tanto Felipe quanto Brena já demonstram interesse claro em empreender — e não por vaidade, mas por propósito. Felipe desenvolve com outros colegas do Insper um projeto na área da saúde; Brena participou do desenvolvimento de uma solução voltada para crianças com deficiência, em parceria com a  [AACD](https://www.insper.edu.br/pt/conteudos/engenharia/como-estudantes-de-engenharia-do-insper-testam-solucoes-para-problemas-reais-desde-o-primeiro-semestre) . “Mais do que criar um produto, eu queria impactar a vida daquelas crianças. Isso me deu ainda mais vontade de empreender com propósito”, diz ela.   Adrielle, por sua vez, está explorando as possibilidades, mas já tem planos: quer começar pela parte técnica — especialmente front-end e design — e, mais adiante, liderar equipes. Enquanto isso, participa de iniciativas como o projeto  [Pertencer](https://www.instagram.com/pertencer_edu/) , ajudando novos candidatos ao vestibular do Insper. “É uma forma de devolver um pouco do que estou recebendo”, afirma.  "},{"jcr:title":"Felipe Serra Silva, aluno de Engenharia de Computação","alt":"Felipe Serra Silva"}]