[{"jcr:title":"Jornalismo a Quente: a importância do correspondente estrangeiro","cq:tags_0":"tipos-de-evento:webinar"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"typeView":"vertical","title":"Próximos eventos"},{"jcr:title":"Jornalismo a Quente: a importância do correspondente estrangeiro"},{"speakers":"Moisés Rabinovici 58 anos de jornalismo, 20 como correspondente no Oriente Médio, EUA e França (Grupo Estado e Época); 11 como diretor de jornal; três como âncora de TV, seis prêmios Esso coletivos; e criador do Museu da Corrupção. Autor do livro Escritos com a Pele, que está sendo lançado este mês. Lourival Sant’Anna Repórter internacional há 30 anos. Fez reportagens em 70 países, combinando texto, foto, vídeo e rádio. É colunista do Estadão, comentarista da CBN, repórter freelancer da Exame. Autor do livro Minha Guerra contra o Medo: o que o risco de morte ensina sobre a vida, lançado em julho. Luciana Coelho Colunista e editora do núcleo Cidades da Folha de S.Paulo, onde trabalha desde 2002. Foi editora de Mundo, editora-adjunta de Mercado e, por quatro anos, correspondente nos EUA e na Europa pela Folha. Carlos Eduardo Lins da Silva Professor do Insper. Foi correspondente da Folha em Washington. Autor do livro Correspondente Internacional.","contentDescription":"Recepção Encerramento","address":"Sala Luiz Martins de Souza Dantas - 2º andar- Insper","form":"CPF: * Nome completo: * E-mail: * Celular com DDD: * Grau de Relacionamento: * Aluno(a) do Insper Alumni graduação (ex-aluno) do Insper Alumni pós-graduação (ex-aluno) do Insper Candidato(a) aos programas de ensino do Insper Professor(a) do Insper Doador (a) do Insper Colaborador(a) do Insper Empresa/instituição: CAPTCHA Comments This field is for validation purposes and should be left unchanged.","entry":"Rua Quatá, 300 - Vila Olímpia","webinarTitle":"Jornalismo a Quente: a importância do correspondente estrangeiro","parkingLot":"Rua Uberabinha, s/n - Vila Olímpia","eventDescription":"Neste momento, em que a economia, a política, a ciência e a cultura em cada sociedade dependem, como jamais antes, do que acontece além das fronteiras nacionais e a interdependência entre os países, em todos os aspectos, é mais evidente e relevante do que nunca, a importância do correspondente estrangeiro dos grandes meios de comunicação deveria ter se tornado igualmente ostensiva. Esta deveria ser sua era de ouro. No entanto, este também é o período em que veículos tradicionais do jornalismo ocidental enfrentam dilemas estruturais sem precedentes e dificuldades financeiras que constrangem muito sua capacidade de manter repórteres permanentemente em cidades distantes de sua sede para atender a uma demanda do público que é menos intensa do que a existente por informação sobre assuntos nacionais, os quais são cobertos sem as despesas que a correspondência internacional exige. O início do século 21, quando a globalização chega ao apogeu, é assim, contraditoriamente, o período em que a necessidade da atuação dessa categoria de jornalista é, em princípio, mais urgente e justificável, mas também em que ela se tem contraído como raramente antes, devido à impossibilidade de as empresas darem conta de seus elevados custos. Quais as perspectivas para essa função nos próximos anos? Para discutir o assunto, o Insper reuniu  Moisés Rabinovici (EBC), Lourival Sant’Anna (Estadão/CBN),  Luciana Coelho (Folha) e  Carlos Eduardo Lins da Silva  (Insper) como mediador do debate."}]