[{"jcr:title":"Dia Mundial Sem Carro","cq:tags_0":"tipos-de-evento:webinar"},{"jcr:title":"Grid Container Section","layout":"responsiveGrid"},{"typeView":"vertical","title":"Próximos eventos"},{"jcr:title":"Dia Mundial Sem Carro"},{"form":"       ","webinarTitle":"Dia Mundial Sem Carro","eventDescription":"No Dia Mundial sem Carro, celebrado em 22 de setembro, o Núcleo de Mobilidade Urbana do Laboratório Arq.Futuro de Cidades do Insper convida todos a refletir sobre seus percursos diários. O uso do automóvel, apesar do conforto e da privacidade que oferece, resulta em muitas externalidades negativas: um consumo energético excessivo (em geral, mais de 1 tonelada para mover uma pessoa de apenas 70kg), contaminação do ar, insegurança viária (morrem, no Brasil, cerca de 120 pessoas por dia no trânsito) e um elevado uso do espaço público. Nesse único dia do ano, queremos incentivar você a realizar sua viagem até o Insper, ou para outro destino, de um modo diferente. Que tal experimentar a caminhada, o transporte público ou ainda – por que não? – a bicicleta? Muitas vezes repetimos, mecanicamente, um hábito e não conseguimos olhar ao redor para outras alternativas. Nem sempre – aliás, em São Paulo, quase nunca – o carro é o meio mais rápido de se locomover. No dia 22 de setembro, você pode contribuir para uma cidade mais sustentável, segura e inclusiva – e, de quebra, descobrir que há outros jeitos de viajar. Se você trocar sua viagem de automóvel por outro meio, ou se já faz isso cotidianamente, convidamos você, no dia 22 de setembro, a postar nas suas redes sociais uma foto ou vídeo do seu deslocamento usando a hashtag #inspernodiasemcarro2023 para suas fotos aparecerem no Instagram do Insper. Vamos nessa? Alguns dados importantes da mobilidade urbana na capital paulista: ⅓ das viagens são feitas a pé ⅓ das viagens são feitas de transporte público Cerca de 72% das emissões de gases de efeito estufa são provenientes do transporte, sendo 91% do transporte rodoviário (e, em sua maioria, privado) em São Paulo. Desenho das vias, tempos semafóricos para pedestres, falta de travessias seguras e a quase inexistência de estruturas de proteção ao ciclista (ciclovias) são alguns dos fatores que promovem a imobilidade."}]