Marianna Breda (ADM 2012), conta sobre sua experiência trabalhando na Mattel do México

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Com apenas 3 anos de formada na graduação, Marianna Breda (ADM 2012), conta como está sendo sua recente experiência trabalhando na Mattel do México. Confira a entrevista abaixo.

 

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Como foi sua trajetória na Mattel? E o que te motivou a entrar na empresa?

Comecei a trabalhar na Mattel em 2012 como estagiária de Recursos Humanos. Na época, eu não tinha muito certeza se essa era a área que eu gostaria de trabalhar pelo resto da minha vida, mas me identifiquei tanto com a empresa que resolvi aceitar o desafio. Para ser muito sincera, me surpreendi com a área! Como trabalhava com áreas de desenvolvimento organizacional, comunicação interna e compensação e benefícios, acabei tendo contato com muitas pessoas tanto da empresa quanto de fora dela. No ano seguinte, virei trainee e, como uma das ações deste programa era a rotação em outras áreas, acabei indo para Marketing, onde fui alocada para trabalhar com Fisher-Price, marca de bebês de 0 a 3 anos e depois passei por outras marcas também. Tudo isso foi me fazendo crescer, conhecer mais do mercado de brinquedos, dos consumidores brasileiros, de análise de portfólio e de preços, seleção de linha, etc. No início deste ano, houve uma série de mudanças estruturais na empresa e a área na qual trabalho foi transferida para o México, onde fui convidada a trabalhar. E, bom, aqui estou eu!

 

marianna_breda3Quais são suas expectativas para este desafio, de trabalhar em outro país? Você já visava uma carreira internacional desde o princípio?

Durante a faculdade, eu sempre pensei em passar um tempo fora do Brasil depois de formada. Eu já tinha feito intercâmbio, mas achava que para o currículo seria interessante ter uma experiência a mais. Hoje vejo que morar fora vai muito além disso: você aprende a lidar com outra cultura, outra realidade, outro tipo de comida, outra língua. Aprende a cuidar da própria vida, a ser mais independente e até mais paciente (hahaha). aos poucos a gente vai se adaptando, e conhecendo outras pessoas que estão em situação semelhante. Um ponto muito positivo na minha transferência para cá foi o fato de eu não estar sozinha, vieram outros brasileiros junto comigo. Hoje, somos um grupo de 7 pessoas que temos uma realidade muito parecida, já que trabalhamos na mesma empresa, somos estrangeiros e estamos longe das nossas famílias. Saímos com frequência, sempre estamos querendo conhecer algo novo. Somos quase como uma família! Então essa seria a minha atual expectativa para este desafio: continuar aprendendo, crescendo, aproveitando as oportunidades e trabalhando bastante.

 

marianna_breda1Conte algumas curiosidades das diferenças da cultura corporativa no México e no Brasil.

Apesar de estar aqui no México há apenas 4 meses, tem 2 diferenças que me chamaram muito a atenção (não posso generalizar pois não conheço a realidade de outras empresas). A primeira é que os brasileiros, de modo geral, são muito mais práticos, vêm com uma ideia e já partem para a execução. Com isso, as respostas para o mercado muitas vezes acabam sendo mais rápidas. Aqui no México, por outro lado, o processo de análise tende a ser mais longo e demorado, mas também mais profundo.

A segunda diferença que eu tenho percebido é a relação entre vida profissional e vida pessoal. Os brasileiros procuram um maior equilíbrio, saem para almoçar com mais regularidade, tentam entrar e sair no horário correto, aproveitam o final de semana para se desligar completamente do trabalho. Já aqui, há um foco maior na carreira. É um pessoal muito jovem, muitos não têm filhos, querem aprender e crescer, o que muitas vezes implica dias mais intensos e reuniões no horário do almoço.

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