Maisa Diniz (ADM 2013) conta sobre sua atuação com Políticas Públicas e sobre sua participação na Mesa-Redonda: Gestão pública e cidadania ativa

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa

 

Maisa Diniz (ADM 2013), consultora da Falconi, conta sobre sua atuação com Políticas Públicas e sobre sua participação na Mesa-Redonda: Gestão pública e cidadania ativa que aconteceu em agosto aqui no Insper. Confira a entrevista abaixo.

 

Conte sobre sua carreira e a partir de qual momento o assunto “Políticas Públicas” começou a fazer parte dos seus interesses?
Meu pai é uma grande influência na minha vida, e tendo uma carreira na área pública, ele sempre compartilhou comigo seus desafios diários. Com pouco mais de 17 anos decidi cursar economia, exatamente porque os problemas políticos e sociais do Brasil me interessavam muito.
Porém, ao longo do curso percebi que estava cada vez mais próxima do mercado financeiro. E isso nunca me atraiu. Iniciando algumas seções de coaching com um grande amigo, Vinicius Kitahara, também alumnus do Insper, ficou ainda mais claro que o curso de administração estava mais próximo do meu propósito e decidi trocar de economia para administração.
Utilizar do conhecimento aprendido no Insper para, de alguma forma, melhorar a situação do nosso país é uma ideia encantadora.

 

Quais atividades que você se envolveu durante a Graduação? Chegou a fazer parte do CPP?
Sempre pratiquei esportes, então foi natural fazer parte da Atlética Insper, lá fui diretora de eventos, e recomendo fortemente a Atlética para todos os alunos. Tive experiências incríveis fazendo parte desta grande família.
Já num outro âmbito, fui assistente de pesquisa do professor Gazi Islam, com ele ajudei a desenvolver a base para uma pesquisa sobre preconceito racial no mercado de trabalho brasileiro. Por fim, fui estagiária no CEMPI, criando o Clube de Empreendedorismo Social Insper.
Não fiz parte do Centro de Políticas Públicas, mas sempre estive presente em todos os eventos.

 

Fale sobre sobre sua participação na Mesa-Redonda sobre Gestão Pública e Cidadania Ativa em Agosto.

Junto com João Melhado (ECO 2012) e Caio Tendolini (ECO 2008), a mediação foi feita pelo professor Fernando Schuler. O evento reuniu cerca de 50 alunos e ex-alunos, dentre os assuntos, discutimos a situação política do Brasil atualmente e como nós, como cidadãos ativos, podemos nos tornar ainda mais atuantes.

Acredito que eventos como esse, que provocam o engajamento dos alunos, são essenciais para garantir uma formação mais completa principalmente, por instigar o senso crítico dos alunos diante a situação pela qual estamos passando país.

 

Conte um pouco sobre sua atuação e seus projetos na Falconi.
Em 2014, atuei em um projeto público municipal, lá estive próxima de todos os processos de um negócio público, desde a geração da receita até os serviços oferecidos para a sociedade. Cheguei a visitar hospitais, escolas, enfim, foi uma experiência muito marcante, pois como consultora, pude analisar oportunidades e dar suporte para adequações junto à equipe do cliente.
Aprendi muito sobre a complexidade dos processos públicos. Por exemplo, quando um empreendedor decide comprar insumos para desenvolver a atividade do seu negócio, ele fará essa compra de acordo com seu interesse. Sendo assim, será uma tomada de decisão possivelmente simples e rápida. Já um ente público precisa iniciar um processo de licitação de acordo com o valor e especificação da compra segundo descrito em lei. Ou seja, trata-se de uma ação burocrática, altamente arriscada. E o que não faltam nos noticiários são exemplos desastrosos desse tipo de processo.
Também vale ressaltar a importância do interesse político para o desenvolvimento da gestão pública. Garantir uma liderança competente e empenhada no negócio combinada com uma estrutura partidária sólida é decisivo. Para o bem ou para o mal, política e gestão pública estão diretamente relacionadas.

 

Qual dica você pode dar aos alumni que também têm interesse em atuar com Políticas Públicas?
Eu diria é que sim, é possível. Trabalhar com um propósito é essencial. E para isso não é necessário se abdicar de um bom salário e muito menos de uma carreira sólida.
Mas a melhor resposta para essa pergunta são algumas outras perguntas:
– Você se sente representado pelos líderes do nosso país?
– Você se enxerga parte de uma sociedade?
– Você participa ativamente da política?
– Você já parou para pensar nisso?

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