O headhunter Daniel Faria (MBA 2010) conta sobre sua participação na Feira Rede de Talentos

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa

No dia 28 de maio, o Núcleo de Carreiras realizou mais uma edição da Feira Rede de Talentos, um evento exclusivo para a Comunidade Alumni. Com a participação de headhunters, Consultorias de RH e coaches, os alumni conversaram com estes profissionais sobre carreira e oportunidades profissionais. Dentre as empresas parceiras, tivemos a participação do alumnus Daniel Faria (MBA 2010), sócio-fundador da Valuing HR Solutions, que contou um pouco sobre sua experiência no evento e sua trajetória profissional. Confira!

 

Como foi participar do evento Feira Rede de Talentos como recrutador?

Achei o evento inovador, principalmente quando falamos em trazer os ex-alunos de volta para a Escola e proporcionar para eles uma interação com o mercado de trabalho. A seleção dos headhunters e das consultorias foi bem diversificada, e achei a muito interessante a interação com os ex-alunos e o tipo de dúvida que eles tinham. Não eram apenas dúvidas sobre o mercado e posições abertas, mas também dúvidas relacionadas à carreira.

Hoje estamos vivendo um momento de transição, com um mercado mais dinâmico, novos tipos de empresa contratando, como, por exemplo, o Facebook, muitas posições sumindo e outras sendo criadas. Vejo que a grande maioria que se forma hoje em dia entra no mercado de trabalho seguindo a onda das carreiras tradicionais, sem nem ter conhecimento das novas possibilidades existentes no mercado. O evento foi muito interessante neste aspecto, pois deu a oportunidade para os alumni explorarem um pouco mais essas possibilidades, e terem opiniões de profissionais que vivem isso no dia a dia.

 

foto_headhunterComo headhunter, como você vê os alunos e alumni do Insper?

O profissional formado pelo Insper está entre os melhores quando o assunto é visão de negócio, numa média geral ele está no topo das melhores faculdades. Geralmente sai com algumas habilidades que muitas outras faculdades não conseguem formar. A facilidade de usar ferramentas práticas para o dia a dia no mundo corporativo é uma delas, mas principalmente a visão mais realista de negócio, quando falamos de visão estratégica, por exemplo. Acho que o Insper tem como principal diferencial a formação de pessoas com mais habilidades de aplicar a teoria à prática, e a Escola está sempre na linha de frente quando os clientes pedem formação acadêmica como requisito.

 

Como foi sua trajetória profissional?

Em termos de conceito, falando da minha carreira, desde o princípio ela foi muito norteada pelo fato de eu ser um tomador de riscos, buscando sempre meu desenvolvimento pessoal/profissional e de aprendizado, de querer ganhar o máximo de experiência possível. Sou formado em administração por uma universidade na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, onde fui fazer intercâmbio desde a High School e jogar tênis. Lá comecei a estagiar na Coca Cola, cheguei a ser efetivado, mas tive que voltar depois de pouco tempo por causa da dificuldade de renovação de visto após o atentado de 11 de setembro. Quando voltei para o Brasil, trabalhei por um tempo na tesouraria da Alstom e depois recebi uma proposta para trabalhar na área financeira de uma empresa familiar de seguro saúde, a Bluelife na época. Depois que a empresa foi vendida, fui chamado para trabalhar na Michael Page, e assim eu saí do mundo de finanças para recrutar talentos e ser um desenvolvedor de negócios. Trabalhei lá por quatro anos, e em 2009, eu e meus sócios resolvemos montar nossa própria consultoria, a Valuing. Estruturamos o negócio, onde fiquei por quase dois anos, quando recebi uma proposta da Marks Sattin (multinacional britânica) para implantar a operação de uma startup de recrutamento aqui no Brasil. Depois de meses avaliando a proposta decidi apostar nisto, pois acreditei que essa oportunidade me traria uma bagagem que eu ainda não tinha e seria muito rica para meu crescimento profissional. Implementei o projeto aqui no Brasil, mas no meio do caminho o fundo de Private Equity por trás da Marks Sattin, precisou redirecionar o business mundialmente. Conversando com meus antigos sócios, surgiu o convite para voltar para a Valuing para atuar com um projeto bastante ambicioso, onde estou há mais de 2 anos.

 

E como o MBA contribuiu para sua carreira?

Comecei o MBA na época que trabalhava na Michael Page e logo em seguida iniciei o projeto de criação da Valuing. O curso me deu ferramentas importantes para aplicar no meu dia a dia, desde finanças corporativas, até montar um Business Plan e fazer um Valuation para entender se o negócio pode ser rentável ou não, que foram fundamentais nesse momento de criação da nossa própria consultoria. Além disso, também me ajudou a formatar o modelo estratégico para a minha companhia, tive matérias que me deram ferramentas para melhorar os processos da operação da minha empresa e até uma matéria que me auxilia ainda hoje na gestão de pessoas.

Conheça mais sobre a Valuing no site www.valuing.com.br

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