Giuliana Reis (ADM 2011) participou de uma etapa fundamental para o Programa de Bolsas, o processo de concessão, entrevistando candidatos à bolsa

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O que te motiva voltar a Escola e se manter presente mesmo depois de alguns anos de formada?

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Giuliana Reis (ADM 2011)

Dois aspectos são importantes para mim. O primeiro deles é que a evolução da Escola é muito rápida e visível – até por ser uma escola relativamente nova, ela cresce muito. Dá muita vontade de fazer parte desse crescimento. O segundo aspecto, e provavelmente o mais importante, é que é divertido. Você revê o pessoal dos velhos tempos, faz novas amizades, aprende o que acontece nos bastidores… Nosso trabalho hoje terá um impacto positivo por muitos anos, mas a recompensa pessoal é enorme e imediata.

 

Qual a sua motivação em apoiar o Programa de Bolsas?

Quando fui fazer meu MBA na Universidade de Chicago, percebi como lá existe essa cultura de doação. Me envolvi no fundo de lá, até chegar a ser co-presidente. Essa experiência só me trouxe coisas boas, mas uma hora veio aquele pensamento: “Peraí, por que eu estou trabalhando tanto com o fundo de Chicago, e não faço nada pelo Insper?”. Afinal, eu obviamente devo muito mais da minha carreira e formação ao Insper. Aqui é a minha casa, foi o início de tudo. Nós queremos ser uma Escola de padrões internacionais, certo? Usamos livros em inglês, temos salas de aula Harvard, etc… Por que não copiarmos também a cultura de “pay it forward” que existe lá fora? Não podemos mais querer estar entre as melhores do Brasil, temos total condição de estarmos entre as grandes do mundo – mas para isto, precisamos agir de acordo.

 

Você foi voluntária como entrevistadora no processo de concessão de bolsas do último processo seletivo. Conte um pouco sobre essa experiência e o que achou de participar.

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Giuliana e outros alumni durante o processo de concessão de bolsas

O primeiro pensamento que vinha à minha cabeça era: “nossa, que bom que não estou competindo com estas pessoas!”. Alguns deles são quase 10 anos mais novos que eu, e têm lindas histórias de vida. Avaliar tanta gente boa é cruel; infelizmente, não tem bolsa para todo mundo que precisa – mas esse é o sonho, certo? Que todo mundo que queira estudar no Insper, consiga estudar no Insper. Inteligência, garra e brilho no olho não tem classe social… Então não faz o menor sentido nos limitarmos a atrair apenas as pessoas que tenham condições financeiras. Precisamos pensar grande se quisermos crescer de verdade.

 

Qual recado você deixa para os alumni que não conhecem muito bem o programa de bolsas ou gostariam de estar mais próximos ao Insper?

Just do it. Meu envolvimento começou enquanto eu ainda estava em Chicago – um belo dia, enviei um e-mail para ri@insper.edu.br, falando algo tipo “oi, estou envolvida com o fundo aqui em Chicago e queria saber como isso funciona no Insper”. Simples assim. Qualquer doação de tempo e dinheiro, por menor que seja, já ajuda muito. Se cada um fizer sua parte, não há limites para o que possamos conquistar juntos.

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