Alumnus se torna expatriado no México, pelo Grupo Ultra

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa

O alumnus João Daniel Azevedo (ADM 2008), que trabalha no Grupo Ultra desde o início de sua carreira, quando começou como estagiário, está de malas prontas para o próximo desafio de sua carreira: assumir a Gerência de Planejamento e Contabilidade da Oxiteno México (uma das subsidiárias do Grupo). Na entrevista abaixo, ele conta sobre sua trajetória profissional e as expectativas para essa grande mudança.

 

Como foi sua trajetória no Grupo Ultra?

Desde a época da faculdade já sabia que queria seguir carreira em finanças, e trabalhar na tesouraria dentro de uma empresa era um dos meus objetivos. Cheguei a ser aprovado em processos seletivos de alguns bancos e assets, mas optei pelo Grupo Ultra, onde entrei como estagiário em 2008.

Como sempre deixei claro para a empresa os meus objetivos, principalmente em relação às áreas, o grupo me apoiou e começou a me ajudar a trilhar meu desenvolvimento, uma vez que existia entrega de atividades e projetos. Em 2009 fui efetivado e no início de 2012, aos 24 anos, virei coordenador da área de Operações Financeiras e também de Planejamento Financeiro, áreas que tinham muita sinergia.

Em maio deste ano, recebi a proposta para trabalhar com uma nova equipe, especificamente na Oxiteno (empresa química de origem brasileira com atuação global que pertence ao Grupo Ultra) para gerenciar a área de Planejamento e Contabilidade, no México.

 

Quais são suas expectativas para este novo desafio, de trabalhar em outro país?

Ser expatriado, especificamente, não era algo que eu perseguia, mas alcançar uma posição de gerência ainda este ano sim. Vejo que uma experiência em outro país é um diferencial na carreira de qualquer profissional, então quando me propuseram o cargo de gerente, no México, não tive muitas dúvidas!

Estou extremamente empolgado, com uma expectativa alta, já começando a me inteirar mais do idioma (espanhol) e da própria cultura, porque eu quero estar o mais próximo possível deles, construir uma empatia.

 

E como a Graduação no Insper contribuiu para a sua carreira?

Acredito que além das ferramentas técnicas e teóricas para o meu dia-a-dia, uma das maiores contribuições para mim foi o de “me fazer pensar”. Tem muito profissional hoje em dia que sai fazendo e nem para pra entender o porquê de fazer aquilo. No início da minha carreira tive a fama de ser o “exterminador de relatórios”, pois eu sempre questionava: “pra que a gente faz isso?”.

Além disso, o fato de eu ter participado de Organizações Estudantis (D.A. e Insper Jr.) também me ajudou bastante, principalmente no início.

Por fim, o Núcleo de Carreiras, que me deu suporte desde a época de aluno e continua até hoje me aconselhando para o crescimento da minha carreira.

 

Você foi integrante da CEA (Comissão Externa de Avaliação) deste triênio, como foi a experiência de participar de discussões estratégicas para a Escola?

Quem foi meu “padrinho” da CEA foi o Franco Veludo (ADM 2007), que me incentivou e explicou a dinâmica das reuniões, pois tinha sido convidado para o triênio anterior. Como participam profissionais de diversas áreas, a discussão é muito rica e inspiradora. Para mim, o mais importante é não ficar tímido em relação às discussões e às pessoas, e tentar contribuir o máximo com sua vivência na Escola, que a meu ver, é o grande diferencial da participação dos alumni na CEA. Essa experiência foi única para mim e acredito que deva ser cada vez mais difundida entre os alumni, pois o nível de aprendizado que existe ali é muito grande.

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