
De São Paulo
Segundo consultores, nos próximos meses os sites voltados para os interesses das classes sociais mais baixas devem gerar boas oportunidades. "A melhoria expressiva da renda e o aumento da banda larga inserem as classes C e D no comércio eletrônico e há um segmento gigantesco a ser explorado", diz Marcos Hashimoto, professor do Insper. Segundo pesquisa feita pelo e-bit, 10,7 milhões de brasileiros compram pela web, dos quais cinco milhões pertencem à classe C.Ampliar imagem
De olho nesta fatia do mercado, o empreendedor Luis Romel, 35 anos, fundou em abril, em Salvador, o Clube Educação. O objetivo do site é democratizar o ensino e oferecer descontos médios entre 25% e 70% em cursos de todos os tipos e formatos, com maior destaque para os de graduação e pós."Constatamos que no Brasil não existia uma empresa que fizesse a intermediação entre jovens que queriam cursar ensino superior, mas não tinham condições de pagar, e as universidades", diz Romel. Os ganhos do Clube Educação são obtidos através de uma taxa de adesão cobrada quando o estudante compra o curso.Desde o lançamento, o site tem em média mil adesões mensais. Está em São Paulo, Rio, Salvador e Belo Horizonte, mas quer conquistar abrangência nacional. (A.C.D.)","blocks":{"comentarios":" Escreva seu comentário 1000 Caracteres